Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 21 jogos sem derrota são uma base que o Baranovichi não tinha no outono.
Mercado06/03/2028
Tão perto: a transferência de Matvey Svidinskiy morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O BATE seguiu em frente, Matvey Svidinskiy apresenta-se de volta no Baranovichi, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baranovichi, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Baranovichi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A camisola ainda lhe serve. Andrei Skavysh está de volta ao Baranovichi, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Baranovichi podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Lokomotiv Gomel por Artur Dresmanis foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baranovichi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Luka Šalamun tem a sua resposta do Baranovichi; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baranovichi, e não vai ser retirado.
A proposta do Naftan por Aldiiar Ältaev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valery Noyok será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Baranovichi as despedidas começaram em silêncio.
Egor Lapun esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Posição 2, 40 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baranovichi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baranovichi, e não vai ser retirado.
Posição 2, 40 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baranovichi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aldiiar Ältaev, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Baranovichi, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Baranovichi passou o mercado a tentar colocar Aleksandar Buchkov e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
Uma média de 7.16 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Baranovichi têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Baranovichi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vasiliy Vasilenko e o Baranovichi acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Baranovichi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Baranovichi, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.04 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Baranovichi têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Egor Lapun esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Rodolfo Gamarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.