Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 75 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No CotonTchad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Behruz Soatov acertou condições com o Foullah Edifice para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O CotonTchad disse a Derick Ogbu que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 82 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Já são 14 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Léger Djimrangar, e o treinador deixou.
Avaliado com 7.71. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/04/2027
Derick Ogbu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no CotonTchad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 105 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 1, 48 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Derick Ogbu, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O CotonTchad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresHassan Adoum nunca entrou no jogo
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.31 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Louai Taha e o CotonTchad acertam mais 2 anos.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Derick Ogbu. 3‑2 sobre o AS DGSSIE, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 15 anos que sente como seu. Abdramane Mbaiguedem tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Plantel08/03/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no CotonTchad
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.39 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que CotonTchad podem fingir não ter ouvido.
Esaie Djikoloum esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Hassan Adoum tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 20 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Em resumo
PlantelMohammed Manga desentende-se com um colega por causa das exigências
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.05 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Esaie Djikoloum esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Derick Ogbu. 1‑0 sobre o Aiglons, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Esaie Djikoloum, e o treinador deixou.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.53 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do CotonTchad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammed Manga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 15. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel08/02/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no CotonTchad
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 17 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Esaie Djikoloum esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Palavras no treino do CotonTchad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mbogo Acyl está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Indemnização acertada, contrato assinado e um treinador que nunca esteve à venda. CotonTchad recomeçam a procura em desvantagem, único sítio de onde um clube nestas condições alguma vez recomeça.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.22 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Jogo16/01/2027
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o CotonTchad. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Derick Ogbu. 1‑0 sobre o AS Algoy, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Léger Djimrangar, e o treinador deixou.
Plantel18/01/2027
Mohammed Manga desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O fenómeno mais antigo do desporto: uma voz nova no balneário e de repente toda a gente está disponível para tudo. Derick Ogbu treina como se a última ficha de jogo nunca tivesse existido, porque para ele não existe.
Em resumo
Notas dos jogadoresDedi Kusnandar encarou-os todo o jogo
Team Wellington manifestaram interesse e CotonTchad têm uma conversa que nunca quiseram ter. Um treinador por quem perguntam é um treinador cujo próximo contrato fica mais caro.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ibrahim Hassan e o CotonTchad acertam mais 3 anos.
Tem 20 anos e ninguém em CotonTchad o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
6 golos em 10 jogos no Elect Sport — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No CotonTchad alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Esaie Djikoloum
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que CotonTchad podem fingir não ter ouvido.
25 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.
As bancadas28/12/2026
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 7 dos 21 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dedi Kusnandar, e o treinador deixou.
Avaliado com 7.43. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no CotonTchad
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O CotonTchad marcou aos 93, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.30 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Adama Coulibaly não precisou: 7.95, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Adama Coulibaly tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
20 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Louai Taha. 1‑0 sobre o AS DGSSIE, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Seth Clark, e o treinador deixou.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2.º lugar e 18 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.
Notas dos jogadores30/11/2026
Mahamat Adda, 35 anos, faz recuar o relógio — 7.88
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.88 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Behruz Soatov, e o treinador deixou.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Esaie Djikoloum esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
16 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.21 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Três pontos para o CotonTchad: um 2‑0 diante do Aiglons num duelo decidido por pormenores.
Plantel16/11/2026
10 caras novas e o CotonTchad ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em CotonTchad, e 3 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Esaie Djikoloum esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tom Shelah, e o treinador deixou.
60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que CotonTchad podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No CotonTchad vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
Em resumo
Notas dos jogadoresSeth Clark encarou-os todo o jogo
67 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 4‑0 frente ao Stars Jeunes Talents, e podiam ter sido mais.
Notas dos jogadores26/10/2026
Adama Coulibaly, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.60
Um 9.60 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Esaie Djikoloum esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Adama Coulibaly tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.98 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O AS Algoy vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Moussa Youssouf pré-acordou a mudança para o CotonTchad, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em CotonTchad, e 1 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
15 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roy Katri, e o treinador deixou.
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que CotonTchad podem fingir não ter ouvido.
A forma vai e vem; esta não foi. Adama Coulibaly tem 21 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel12/10/2026
Seth Clark melhorou aos 26, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
88 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do CotonTchad, e não vai ser retirado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
95 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Brahim Souleymane acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o CotonTchad substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Plantel28/09/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no CotonTchad
16 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Dedi Kusnandar tem 35 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No CotonTchad ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Mahamat Adda não desaparece
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
109 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Esaie Djikoloum esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelSeth Clark melhorou aos 25, o que ninguém esperava
116 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O CotonTchad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do CotonTchad, e não vai ser retirado.
O negócio que levaria Mahamat Adda para o Gazelle caiu na fase final e ele reapresenta-se no CotonTchad com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Azamat Komilov acabou de assinar pelo CotonTchad e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do CotonTchad, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tom Shelah e o CotonTchad acertam mais 1 anos.
O telefone voltou a tocar por causa de Madaoua Tchiva, e desta vez do outro lado está o Elect Sport. No CotonTchad ouvem com educação e não prometem nada.
Em resumo
PlantelLouai Taha já ficou grande para esta divisão
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O CotonTchad não o segura a fingir o contrário.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
Plantel03/08/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no CotonTchad
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Derick Ogbu tem 36 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.