Posição 3, 52 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Daniel Dappa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Belal Shahen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yarin Levi está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Boris Enow. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma média de 7.12 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Beitar Jerusalem sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Beitar Jerusalem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yarden Cohen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Beitar Jerusalem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco10/05/2027
Sagiv Jehezkel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Miguel Silva não desaparece
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yarden Cohen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Beitar Jerusalem lida com um homem que quer outro país.
O banco03/05/2027
Omer Atzili tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Beitar Jerusalem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Marcão apontou a data.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Beitar Jerusalem a diferença vê-se da última fila.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Belal Shahen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yarden Shua está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Beitar Jerusalem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Marcão apontou a data.
Em resumo
PlantelDor Micha treina como quem tem algo a provar
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Uri Revivo e o Beitar Jerusalem acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yarden Cohen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco19/04/2027
Yarin Levi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Beitar Jerusalem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Beitar Jerusalem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Beitar Jerusalem. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Beitar Jerusalem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Daniel Dappa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/03/2027
Boris Enow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Em resumo
O bancoYarden Shua tornou-se um homem de confiança do treinador
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Beitar Jerusalem perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 3, 52 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Beitar Jerusalem podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/03/2027
Boris Enow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel22/03/2027
Omer Shirazi sofre uma lesão muscular — 16 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 16 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yarin Levi está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Beitar Jerusalem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Yarden Cohen lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.12 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Beitar Jerusalem sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Beitar Jerusalem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Beitar Jerusalem lida com um homem que quer outro país.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sagiv Jehezkel está nela.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Beitar Jerusalem perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Miguel Silva e o Beitar Jerusalem acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Beitar Jerusalem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Omer Atzili está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yarden Shua. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Beitar Jerusalem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Beitar Jerusalem, e não vai ser retirado.
2 à frente e em controlo total, e acabou com o Hapoel Beer Sheva como a equipa mais feliz. Não há versão desta tarde que o Beitar Jerusalem goste de rever.
Notas dos jogadores04/01/2027
Daniel Dappa, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.84
Um 7.84 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.42 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
A proposta do Maccabi Netanya por Adi Yona foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Beitar Jerusalem perguntou e o Bnei Sakhnin disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel04/01/2027
Roey Elimelech desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresOs dois trabalhos feitos por Yarin Levi — 7.41
O Hapoel Tel Aviv está fora e o Beitar Jerusalem segue em frente, com um 3‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 104. O Hapoel Tel Aviv vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Notas dos jogadores14/12/2026
Daniel Dappa, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.95
Um 7.95 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
13 golos e uma média de 7.39 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A formação existe exatamente para esta manhã. Uri Hemed passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Plantel14/12/2026
Roey Elimelech desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.