Vazha Patsatsia lesiona os ligamentos do joelho — 135 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 135 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Thiago Rodrigues e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bruno Oliveira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Gareji Sagarejo sabem-no.
Bruno Oliveira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Thiago Rodrigues esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bruno Oliveira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
PlantelNo Gareji Sagarejo ainda são estranhos uns para os outros
João Victor esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bruno Oliveira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Gareji Sagarejo daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sioni segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Brasil de Pelotas fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Bruno Oliveira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Gareji Sagarejo perguntou e o Coritiba disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
23 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O Gareji Sagarejo já telefonou ao Cruzeiro. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Gareji Sagarejo admitiria. Nota-se aos sábados.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Gareji Sagarejo terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Bruno Oliveira acabou de assinar pelo Gareji Sagarejo e, por uma vez, a resposta importava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Gareji Sagarejo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Thiago Rodrigues e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Gareji Sagarejo foi ao Dinamo Batumi com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel17/08/2026
Bruno Oliveira desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Davit Skhirtladze agiu, no Gareji Sagarejo, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A camisola ainda lhe serve. Davit Skhirtladze está de volta ao Gareji Sagarejo, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Thiago Rodrigues esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vasco da Gama fica com o seu homem, e o Gareji Sagarejo volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vazha Patsatsia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Davit Shengelia está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Giorgi Shengelia passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Davit Chakvetadze está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.