O Panetolikos pagou $3.5M e o Olympiacos aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais um nome na lista: o Panserraikos fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Bruno Onyemaechi. A resposta do Olympiacos não mudou — para já.
Ayoub El Kaabi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ricardo Ryller será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olympiacos as despedidas começaram em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Pablo Maffeo assinar alguma coisa — um contrato no Olympiacos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A proposta do Volos NPS por Bruno Onyemaechi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jemerson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olympiacos as despedidas começaram em silêncio.
Ayoub El Kaabi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olympiacos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ayoub El Kaabi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Diogo Nascimento treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lorenzo Pirola assinar alguma coisa — um contrato no Olympiacos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympiacos, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olympiacos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ayoub El Kaabi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Olympiacos, e 3 jogos em 40 dizem que merece ser ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olympiacos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ayoub El Kaabi e o Olympiacos acertam mais 2 anos.
Ayoub El Kaabi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
“Vejo todos os jogos do Olympiacos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Diosgyor segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Olympiacos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Dinamo Minsk segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Niclas Eliasson, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lorenzo Scipioni treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Lorenzo Pirola. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Vitória por 2‑0 sobre o Panathinaikos, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympiacos, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jemerson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olympiacos as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Há golos, e depois há golos àquele adversário em concreto. Os adeptos do Olympiacos têm um ano de conversa garantida e sabem muito bem de quem é o nome.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gelson Martins e o Olympiacos acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Ayoub El Kaabi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelAbdul Mumin vive a melhor forma da carreira
Posição 1, 60 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Niclas Eliasson, e o treinador deixou.
Ayoub El Kaabi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Bruno Onyemaechi, e desta vez do outro lado está o Panserraikos. No Olympiacos ouvem com educação e não prometem nada.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
Ayoub El Kaabi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
15 golos em 22 jogos no Olympique Lyonnais — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olympiacos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Pablo Maffeo assinar alguma coisa — um contrato no Olympiacos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ayoub El Kaabi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Olympiacos sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Santiago Hezze pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.