25 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nyíregyháza perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nyíregyháza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/04/2030
Palavras no treino do Nyíregyháza sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmytro Topalov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Nyíregyháza lida com um homem que quer outro país.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Csongor Hegedűs está nela.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Dániel Kovács
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nyíregyháza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nyíregyháza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kevin Horváth será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Nyíregyháza as despedidas começaram em silêncio.
Milan Gvozdenović e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/04/2030
Palavras no treino do Nyíregyháza sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thanasis Karamanis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Denis Baumgartner, e o treinador deixou.
O banco22/04/2030
Gergő Pálinkás tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Nyíregyháza dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nyíregyháza, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nyíregyháza vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nyíregyháza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nyíregyháza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/04/2030
Palavras no treino do Nyíregyháza sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thanasis Karamanis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Slobodan Babić, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nyíregyháza, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco01/04/2030
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Dániel Kovács
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Slobodan Babić assinar alguma coisa — um contrato no Nyíregyháza ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 59 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel11/03/2030
Aleksa Petrović lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nyíregyháza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/03/2030
Palavras no treino do Nyíregyháza sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thanasis Karamanis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Novak Gojkov está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mátyás Katona. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Nyíregyháza pode pedir e sobe o salário que Predrag Đorđević pode exigir.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nyíregyháza vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nyíregyháza perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Milan Gvozdenović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Slobodan Babić e o Nyíregyháza acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nyíregyháza, mais uma semana sem a assinatura de Predrag Đorđević.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco04/03/2030
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Dániel Kovács
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
As notícias comerciais não têm cânticos e é com elas que se paga tudo o resto. A direção vai chamar-lhe parceria; a contabilidade vai chamar-lhe a diferença entre este plantel e um mais pequeno.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 99 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel04/02/2030
Aleksa Petrović lesiona os ligamentos do joelho — 59 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $161.4K do que o Nyíregyháza pagou por Eduvie Ikoba é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Direção04/02/2030
O Nyíregyháza fecha o mercado com um plantel feito por si
6 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Sámuel Major agiu, no Nyíregyháza, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nyíregyháza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Vasas vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Filip Pintér pré-acordou a mudança para o Nyíregyháza, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Budafoki MTE fica com o seu homem, e o Nyíregyháza volta a uma lista com um nome riscado.
112 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nyíregyháza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Milan Gvozdenović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.22 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aleksa Petrović lesiona os ligamentos do joelho — 129 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 129 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Milan Gvozdenović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
2‑3 para o Ferencvaros, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel03/12/2029
Palavras no treino do Nyíregyháza sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmytro Topalov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Slobodan Babić pôs o Nyíregyháza de novo em igualdade em 4 minutos, e o Ferencvaros nunca chegou a jogar com vantagem.
Aleksa Petrović lesiona os ligamentos do joelho — 136 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 136 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Milan Gvozdenović e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/11/2029
Dmytro Topalov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco26/11/2029
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Dominik Szalai escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Levente Doncsecz lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Milan Gvozdenović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Horváth estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O banco19/11/2029
Eduvie Ikoba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Nyíregyháza dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Segue-se o Kisvárda, e há um homem no balneário do Nyíregyháza que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Nyíregyháza sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Nyíregyháza pode pedir e sobe o salário que Predrag Đorđević pode exigir.
Dominik Nagy lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Milan Gvozdenović e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Plantel01/10/2029
Palavras no treino do Nyíregyháza sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kevin Horváth está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel01/10/2029
Demasiada mudança demasiado depressa no Nyíregyháza
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
66 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nyíregyháza perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel27/08/2029
Palavras no treino do Nyíregyháza sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Levente Katona está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nyíregyháza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Nyíregyháza já telefonou ao Akhmat Grozny. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nyíregyháza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Szentlőrinc por Benedek Erdélyi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$340.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Debrecen pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Levente Katona e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel20/08/2029
Palavras no treino do Nyíregyháza sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Novak Gojkov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Plantel7 caras novas e o Nyíregyháza ainda se está a conhecer
Alvos de mercadoUm empréstimo de Ivan Lomaev está em marcha
113 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nyíregyháza perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Nyíregyháza perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nyíregyháza podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Debrecen, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A perseguição a Denys Vakulyk terminou com $130.0K a mudar de mãos e o Szentlőrinc sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Levente Katona estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dominik Nagy lesiona os ligamentos do joelho — 143 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 143 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Nyíregyháza já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Nyíregyháza e o Szentlőrinc acertaram em $150.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Nyíregyháza ofereceu $39.0K; o Tiszakécske disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Eneo Bitri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aiden Harangi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Nyíregyháza é como lidar com um homem a quem deve muito.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Maksym Khiminets e o Nyíregyháza acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dominik Nagy assinar alguma coisa — um contrato no Nyíregyháza ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Bence Biró apontou a data.
Daniel Orban lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nyíregyháza podem fingir não ter ouvido.
Eneo Bitri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Novak Gojkov, e o treinador deixou.
Plantel23/04/2029
Nemanja Antonov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco23/04/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Dániel Kovács
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dominik Nagy assinar alguma coisa — um contrato no Nyíregyháza ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Edgar Sequeira treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Nyíregyháza pode pedir e sobe o salário que Nemanja Antonov pode exigir.
Em resumo
DireçãoA formação do Nyíregyháza continua a produzir
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nyíregyháza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
Plantel02/04/2029
Nemanja Antonov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Nyíregyháza sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Eneo Bitri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/03/2029
Aiden Harangi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Novak Gojkov, e o treinador deixou.
O banco26/03/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Dániel Kovács
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dominik Nagy assinar alguma coisa — um contrato no Nyíregyháza ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Eneo Bitri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aiden Harangi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco26/02/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Dániel Kovács
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nyíregyháza, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dominik Nagy assinar alguma coisa — um contrato no Nyíregyháza ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nyíregyháza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nyíregyháza, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o MTK Budapest, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Eneo Bitri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O BVSC-Zugló fica com o seu homem, e o Nyíregyháza volta a uma lista com um nome riscado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Nyíregyháza lida com um homem que quer outro país.
Plantel29/01/2029
Palavras no treino do Nyíregyháza sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nemanja Antonov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nyíregyháza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Nyíregyháza aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nyíregyháza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Eneo Bitri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nyíregyháza, mais uma semana sem a assinatura de Eneo Bitri.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Nyíregyháza sabem-no.
107 dias de fora para Žan Medved depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nyíregyháza vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nyíregyháza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nyíregyháza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Eneo Bitri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
13 golos e uma média de 7.26 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 89 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Eneo Bitri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/11/2028
Novak Gojkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nyíregyháza ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Zsombor Molnár treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Segue-se o Szentlőrinc, e há um homem no balneário do Nyíregyháza que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Ninguém no Nyíregyháza dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
96 dias de fora para Dániel Kovács depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nyíregyháza vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Levente Katona estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco13/11/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Dominik Szalai a uma sala que já as tinha ouvido.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Nyíregyháza terá de responder com minutos ou com uma transferência.
103 dias de fora para Dániel Kovács depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nyíregyháza vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Slobodan Babić produziu-o, e o 9.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Csongor Hegedűs será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Nyíregyháza as despedidas começaram em silêncio.
Eneo Bitri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.24 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Nyíregyháza lida com um homem que quer outro país.
O banco06/11/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Dániel Kovács
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nyíregyháza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nyíregyháza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Slobodan Babić. 2‑0 sobre o Fehervar, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel30/10/2028
Novak Gojkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco30/10/2028
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Dominik Szalai foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 118 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Eneo Bitri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nikola Vukajlović e o Nyíregyháza acertam mais 2 anos.
Eneo Bitri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Novak Gojkov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um erro de guarda-redes não tem defesa atrás que o limpe. Soube-o antes de a bola passar a linha, o estádio soube-o um segundo depois, e esta noite não há nada que alguém possa dizer.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Dominik Szalai depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Eneo Bitri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nemanja Antonov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel25/09/2028
5 caras novas e o Nyíregyháza ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Foi preciso Slobodan Babić marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Ferencvaros, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco25/09/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Dominik Szalai não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Nyíregyháza também ninguém o escondia.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Bence Biró: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Nyíregyháza a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
2‑3 frente ao BVSC-Zugló, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $402.2K do que o Nyíregyháza pagou por Brandon Ormonde-Ottewill é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Direção04/09/2028
Fecha o mercado: 25 entradas, 10 saídas no Nyíregyháza
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 25, saíram 10, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Eneo Bitri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.