Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Matheus Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/11/2027
Lucas Romero desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Três pontos para o Cruzeiro: um 1‑0 diante do Bahia num duelo decidido por pormenores.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do Cruzeiro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Romero está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dois golos e um 8.30 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Jogo25/09/2027
Ninguém quer jogar contra o Cruzeiro neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Matheus Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Terminou 2‑0, e a tarde foi de Luis Sinisterra: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Cruzeiro.
Plantel27/09/2027
Palavras no treino do Cruzeiro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Romero está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Cruzeiro daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Atletico Goianiense segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
2‑0 frente ao Deportivo Cali, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kauã Moraes não precisou: 7.87, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.82 ao lado do nome.
Lucas Villalba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Roberto de la Rosa. 1‑0 sobre o Flamengo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel20/09/2027
Lucas Romero desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores20/09/2027
Lautaro Díaz jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.30. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Cruzeiro ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Matheus Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Bakary Haïdara acabou de assinar pelo Cruzeiro e, por uma vez, a resposta importava.
Um 1‑0 sobre o America Mineiro, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel16/08/2027
Palavras no treino do Cruzeiro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Romero está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
A proposta do ABC por Keny Arroyo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jogo31/07/2027
Ninguém quer jogar contra o Cruzeiro neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gérson. 2‑1 sobre o Botafogo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Cruzeiro e lutar pelo meu lugar.» 1 jogos em 29 no Atletico Goianiense dizem o resto.
Plantel02/08/2027
Palavras no treino do Cruzeiro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheus Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Cruzeiro vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
0‑0 frente ao Grêmio, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Matheus Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Sampaio Correa pagou $240.0K e o Cruzeiro aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
0‑1 para o Fluminense, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel12/07/2027
Matheus Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Matheus Pereira tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Paysandu deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel28/06/2027
Matheus Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cruzeiro, e não vai ser retirado.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cruzeiro ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
9 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel21/06/2027
Palavras no treino do Cruzeiro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheus Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proposta do Vitória por Kauã Moraes foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Cruzeiro ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 7 jogos sem derrota são uma base que o Cruzeiro não tinha no outono.
Plantel07/06/2027
Lucas Romero sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Um 2‑0 sobre o Atletico Goianiense, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Em resumo
JogoO Cruzeiro torna a sua casa um sítio difícil de visitar
PlantelPalavras no treino do Cruzeiro sobre quem trabalha
Matheus Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Kauã Moraes tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cássio, e o treinador deixou.
Chico da Costa lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Cruzeiro e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 17 no Atletico Goianiense dizem o resto.
Plantel10/05/2027
Matheus Pereira tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cruzeiro dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cruzeiro perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
João Marcelo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/03/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Gérson
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Matheus Pereira lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Cruzeiro ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Matheus Pereira lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 3, 39 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Japa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cruzeiro as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Kaiki continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Cruzeiro estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente deixou de fingir: o Sportivo Trinidense vai fazer a chamada por Marquinhos esta semana. O Cruzeiro tem um número em mente, e o número não é tímido.
Em resumo
PlantelO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Gabriel Rojas
1‑0 frente ao Atlético Mineiro, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Cruzeiro ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Lucas Villalba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Walace, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Cruzeiro que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Cruzeiro a ouviu como outra coisa.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Luis Sinisterra. 2‑1 sobre o Sport Recife, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Jogo07/11/2026
O Cruzeiro torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Cruzeiro ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Matheus Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Cruzeiro têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Gérson sai dessa comparação dentro da equipa, e o Cruzeiro beneficiou de cada uma dessas tardes.
O Ceará vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Cruzeiro foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gérson produziu-o, e o 8.09 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Fabrício Bruno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
11 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Ninguém no Cruzeiro sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
4 golos em 10 jogos no Santos — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Cruzeiro alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Matheus Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gérson. 2‑0 sobre o Botafogo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores12/10/2026
Matheus Pereira jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.29. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 15 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Luis Sinisterra ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Cruzeiro a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ruan Índio e o Cruzeiro acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Matheus Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Cruzeiro ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matheus Pereira e o Cruzeiro acertam mais 3 anos.
Matheus Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um 1‑0 sobre o Bahia, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel10/08/2026
Lucas Romero desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.