“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yan Feres será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Amazonas as despedidas começaram em silêncio.
Leandro Kauã e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/09/2032
Caio Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Amazonas vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Caio Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Avaliado com 7.86. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Amazonas disse a Erick que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoIgor Lemos pede uma conversa com o treinador
Posição 2, 51 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Amazonas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Igor Lemos acertou condições com o Náutico para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Leandro Kauã e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel30/08/2032
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Caio Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Xavier, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoAlex Woiski está livre para procurar outro sítio
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Leandro Kauã e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel23/08/2032
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Caio Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
1 para Xavier, avaliado com 7.78, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Leandro Kauã esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Caio Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Amazonas perguntou e o Fortaleza disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Posição 2, 38 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Amazonas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mercado02/08/2032
Tão perto: a transferência de Davi Barbosa morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Ferroviária seguiu em frente, Davi Barbosa apresenta-se de volta no Amazonas, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Lucyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$270.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Vila Nova pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel02/08/2032
Caio Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Amazonas perguntou e o Juventude disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 14 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Amazonas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $132.6K do que o Amazonas pagou por Kauã Costa é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Amazonas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 25. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Direção26/07/2032
O Amazonas fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 12 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O Amazonas foi ao Vila Nova com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Mirassol fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jeison Cubas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Amazonas as despedidas começaram em silêncio.
Verba acordada, salário acordado, e o Santa Cruz à espera com uma camisola. No Amazonas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O negócio que levaria João Pedro para o Athletic Club caiu na fase final e ele reapresenta-se no Amazonas com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Jogo10/07/2032
Ninguém quer jogar contra o Amazonas neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não há pior forma de perder um futebolista. Yan Feres pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
João Pedro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Amazonas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Vitória por 2‑0 sobre o Juventude, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Lionel Forni produziu-o, e o 8.19 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Amazonas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Amazonas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Juazeirense fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Amazonas fez a parte difícil com o Flamengo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
João Pedro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Caio Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Treze à espera com uma camisola. No Amazonas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Juazeirense aceitou o dinheiro. O que o Amazonas ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
João Pedro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/06/2032
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Caio Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O São Paulo fica com o seu homem, e o Amazonas volta a uma lista com um nome riscado.
Verba acordada, salário acordado, e o América de Natal à espera com uma camisola. No Amazonas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
A proposta do Santa Cruz por Davi Barbosa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Erick estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Lukas Zuccarello. 2‑0 sobre o Floresta, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Caio Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O São Paulo fica com o seu homem, e o Amazonas volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Amazonas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
João Pedro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/05/2032
Caio Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jogo29/05/2032
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Amazonas. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leandro Kauã, e o treinador deixou.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Lionel Forni agarrou este contra o Altos. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Amazonas.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Caio Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
João Pedro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/05/2032
Caio Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Lukas Zuccarello. 3‑2 sobre o Ferroviário, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para João Pedro, e o treinador deixou.
A raiva no Amazonas transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Wesley será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Amazonas as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Caio Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lukas Zuccarello, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Amazonas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Lucas André marcou, foi avaliado com 7.32 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não há pior forma de perder um futebolista. Maximiliano Orellana pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/05/2032
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Black está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresLucas Black fez o trabalho que ninguém conta — 6.81
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jeison Cubas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Amazonas as despedidas começaram em silêncio.
João Pedro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/04/2032
Caio Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leandro Kauã, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Amazonas ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
João Pedro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/04/2032
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Caio Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
7 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
A formação existe exatamente para esta manhã. Rafael Soares passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Amazonas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
João Pedro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/04/2032
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Caio Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Caio Henrique: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Amazonas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Amazonas sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jeison Cubas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Amazonas as despedidas começaram em silêncio.
João Pedro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/03/2032
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Caio Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Erick assinar alguma coisa — um contrato no Amazonas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Diego Santos treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Amazonas. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
PlantelJoão Pedro é a conversa do centro de treinos
A raiva no Amazonas transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
Plantel15/03/2032
16 dias de fora para Kauã Costa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Amazonas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
João Pedro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Caio Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel15/03/2032
No Amazonas ainda são estranhos uns para os outros
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Amazonas entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Caio Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Gustavo agiu, no Amazonas, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel08/03/2032
Lucas Black desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Xavier lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel01/03/2032
30 dias de fora para Kauã Costa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Amazonas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Caio Henrique e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/03/2032
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Black está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Amazonas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Erick. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Amazonas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
João Pedro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/02/2032
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yan Feres está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Caio Henrique tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Amazonas sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Tobías Agüero apontou a data.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Jong Ajax perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.05 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Jong Ajax podem fingir não ter ouvido.
Jogo23/08/2031
O Jong Ajax torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Jong Ajax, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Jong Ajax já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jong Ajax, e não vai ser retirado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Emmen tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Sofyan Amrabat produziu-o, e o 8.35 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.19 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Jong Ajax sabem-no.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Jong Ajax já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jong Ajax, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Youri Regeer e o Jong Ajax acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Stanis Idumbo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Jong Ajax podem fingir não ter ouvido.
Aaron Bouwman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Caio Henrique: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Jong Ajax a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Fortuna Sittard com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Zakaria Ouazane assinar alguma coisa — um contrato no Jong Ajax ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Gerald Alders pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Charlie Setford será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jong Ajax as despedidas começaram em silêncio.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Aaron Bouwman e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Nafairon Landvreugd tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Charlie Setford será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jong Ajax as despedidas começaram em silêncio.
Aaron Bouwman e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Pharell Nash assinar alguma coisa — um contrato no Jong Ajax ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Jong Ajax pode pedir e sobe o salário que Charlie Setford pode exigir.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Jong Ajax já se começa a dizer o nome dele no passado.
Jogo01/02/2031
Ninguém quer jogar contra o Jong Ajax neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.95 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Jong Ajax ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Verba acordada, salário acordado, e o Willem II à espera com uma camisola. No Jong Ajax ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Jong Ajax ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Caio Henrique não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Posição 3, 54 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.30 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Gerald Alders não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Jong Ajax já se começa a dizer o nome dele no passado.
Aaron Bouwman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Kalokoh estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jong Ajax, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorthy Mokio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Adriano Bertaccini será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jong Ajax as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jong Ajax coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/11/2030
Palavras no treino do Jong Ajax sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorthy Mokio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Jong Ajax, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Jong Ajax sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Segue-se o Fortuna Sittard, e há um homem no balneário do Jong Ajax que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
MercadoJan Faberski colocado na lista de transferências