70 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Jose Earthquakes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do San Jose Earthquakes já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que San Jose Earthquakes podem fingir não ter ouvido.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A proposta seguiu esta semana para o Philadelphia Union, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $139.7K — um clube que quer George Marks ao ponto de perguntar duas vezes.
O FC Dallas não queria vender e o número é a razão por que o fez. $300.0K por Aboubacar Keita, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
84 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O San Jose Earthquakes perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No San Jose Earthquakes ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que San Jose Earthquakes podem fingir não ter ouvido.
O San Jose Earthquakes ofereceu $500.0K; o San Diego Football Club disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O San Jose Earthquakes foi ao FC Dallas com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do San Jose Earthquakes, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicksoen Gomis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Lima tem a sua resposta do San Jose Earthquakes; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco14/02/2033
Isaiah LeFlore tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no San Jose Earthquakes dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco14/02/2033
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Sota Kitahara
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Enzo Vázquez fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Juan José Mina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/10/2032
Nicksoen Gomis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Jack Kortkamp.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
O banco18/10/2032
Malachi Molina tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no San Jose Earthquakes dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O San Jose Earthquakes pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jaider Pérez e o San Jose Earthquakes acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Brandan Craig esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/10/2032
Juan José Mina desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 7.10, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco04/10/2032
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Griffin Yow
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
27 dias de fora para Matt Reyna depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O San Jose Earthquakes vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que San Jose Earthquakes podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Jose Earthquakes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicksoen Gomis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $51.0K ao San Jose Earthquakes. Noel Caliskan saiu há muito tempo; o papel ficou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Cristian Correa está nela.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» San Jose Earthquakes nada responderam, o que também é uma resposta.
Juan José Mina e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicksoen Gomis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.11, e nem uma objeção no estádio.
Plantel30/08/2032
Lesão muscular e 14 dias de fora para Adam Sargent
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O San Jose Earthquakes vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Seattle Sounders marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em San Jose Earthquakes fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do San Jose Earthquakes, e não vai ser retirado.
Diego García esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan José Mina estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o San Jose Earthquakes lida com um homem que quer outro país.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 3‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
O San Jose Earthquakes e o Philadelphia Union acertaram em $2.0M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
29 entradas e 14 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O San Jose Earthquakes perguntou e o Charlotte Football Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Brandan Craig esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicksoen Gomis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que San Jose Earthquakes podem fingir não ter ouvido.
O San Jose Earthquakes foi ao Portland Timbers com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O San Jose Earthquakes foi ao Vancouver Whitecaps com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Charlotte Football Club pagou $410.0K e o San Jose Earthquakes aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O River Plate fica com o seu homem, e o San Jose Earthquakes volta a uma lista com um nome riscado.
Um 2‑1 sobre o Portland Timbers, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lima e o San Jose Earthquakes acertam mais 2 anos.
Lima lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Toronto FC segue em frente e o San Jose Earthquakes vai para casa, com um 0‑0 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Igor Leschuk: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Racing Club ninguém diz, e no San Jose Earthquakes ninguém gosta de estar a adivinhar.
O San Jose Earthquakes perguntou e o River Plate disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Diego García esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Jose Earthquakes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do San Jose Earthquakes, e não vai ser retirado.
O Vancouver Whitecaps não queria vender e o número é a razão por que o fez. $530.0K por Brian Schwake, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
$250.0K era o máximo que o clube pagaria, e o DC United pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O San Jose Earthquakes perguntou e o LA Galaxy disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel29/03/2032
Nicksoen Gomis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristian Correa, e o treinador deixou.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O San Jose Earthquakes perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O San Jose Earthquakes ofereceu $1.0M; o Toronto FC disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o FC Cincinnati fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Brandan Craig esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O LA Galaxy fica com o seu homem, e o San Jose Earthquakes volta a uma lista com um nome riscado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o San Jose Earthquakes lida com um homem que quer outro país.
Plantel22/03/2032
Nicksoen Gomis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Lima lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Griffin Yow tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Sporting Kansas City deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Griffin Yow produziu-o, e o 8.23 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Brandan Craig e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$56.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Seattle Sounders pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O LA Galaxy fica com o seu homem, e o San Jose Earthquakes volta a uma lista com um nome riscado.
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Jose Earthquakes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A verba é $6.0M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Sporting Kansas City negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que San Jose Earthquakes podem fingir não ter ouvido.
O San Jose Earthquakes perguntou e o Austin FC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Jaider Pérez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
17 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Griffin Yow do Sporting Kansas City por $6.0M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
A formação existe exatamente para esta manhã. Alex Howard passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. James Tillman é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Lima lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que San Jose Earthquakes podem fingir não ter ouvido.
O San Jose Earthquakes perguntou e o San Diego Football Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Diego García e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Uma regra sobre passaportes e não sobre futebol decidiu que não pode jogar. O San Jose Earthquakes tinha mais do que o boletim permite, e alguém tinha de ser o nome que não coube.
59 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O San Jose Earthquakes perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No San Jose Earthquakes ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Jose Earthquakes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jaider Pérez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Lima lesiona os ligamentos do joelho — 66 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do San Jose Earthquakes, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o San Diego Football Club, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Diego García esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O San Jose Earthquakes ofereceu $54.0K; o Seattle Sounders disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Taha Habroune, e o treinador deixou.
Plantel16/02/2032
Nicksoen Gomis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Lima lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Taha Habroune será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no San Jose Earthquakes as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Jose Earthquakes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/02/2032
Jaider Pérez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o San Jose Earthquakes lida com um homem que quer outro país.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Lima lesiona os ligamentos do joelho — 80 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Brandan Craig esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/02/2032
Jaider Pérez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Malachi Molina, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
87 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Jose Earthquakes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Jose Earthquakes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o San Jose Earthquakes é como lidar com um homem a quem deve muito.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicksoen Gomis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco26/01/2032
Taha Habroune tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no San Jose Earthquakes dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
94 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Jose Earthquakes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O San Jose Earthquakes pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jaider Pérez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Jose Earthquakes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No San Jose Earthquakes ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco19/01/2032
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Max Kerkvliet
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em San Jose Earthquakes, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Cristian Correa está nela.
101 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O San Jose Earthquakes perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Taha Habroune será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no San Jose Earthquakes as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Jose Earthquakes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/01/2032
Jaider Pérez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Isaiah LeFlore está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Taha Habroune treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Taha Habroune
Lima lesiona os ligamentos do joelho — 108 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 108 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Isaiah LeFlore e o San Jose Earthquakes acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Brandan Craig esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicksoen Gomis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Malachi Molina está nela.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Lima: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Lima lesiona os ligamentos do joelho — 115 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 115 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que San Jose Earthquakes podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Jose Earthquakes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jaider Pérez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Aaron Aaronson e o San Jose Earthquakes acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No San Jose Earthquakes ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O San Jose Earthquakes pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicksoen Gomis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Isaiah LeFlore está nela.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o San Jose Earthquakes joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o San Jose Earthquakes pode pedir e sobe o salário que Taha Habroune pode exigir.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no San Jose Earthquakes essa pergunta é mais difícil de responder.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e José Neves agarrou este contra o Criciúma. 3‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Athletico Paranaense.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Athletico Paranaense falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Athletico Paranaense nada responderam, o que também é uma resposta.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Athletico Paranaense podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Cruzeiro, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.06 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Jhonatan Garcia acabou de assinar pelo Athletico Paranaense e, por uma vez, a resposta importava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Athletico Paranaense falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Gusttavo acabou de assinar pelo Athletico Paranaense e, por uma vez, a resposta importava.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” João Cruz e o Athletico Paranaense acertam mais 5 anos.
O Guarani queria mais do que $70.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Terán estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Athletico Paranaense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Athletico Paranaense e o Vila Nova acertaram em $590.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Athletico Paranaense, e não vai ser retirado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $444.4K — um clube que quer Flávio ao ponto de perguntar duas vezes.
O Athletico Paranaense perguntou e o Grêmio disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
$35.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Vila Nova pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel09/06/2031
Carlos Terán desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Athletico Paranaense, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Fluminense, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Athletico Paranaense ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o Corinthians, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Juan Ángel Vera acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Athletico Paranaense substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Orlando Neto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Athletico Paranaense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Vitória por 4‑2 sobre o Trem, e pela primeira vez em muito tempo o sorteio da próxima ronda vê-se com algum interesse.
Notas dos jogadores26/05/2031
Uma estreia que José Neves não vai esquecer — 7.42
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.42 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
6 golos num jogo, Felipe Saraiva na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Athletico Paranaense nem ao Trem.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lima estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Athletico Paranaense podem fingir não ter ouvido.
Carlos Terán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Corinthians vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Iago Machado pré-acordou a mudança para o Athletico Paranaense, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lima está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Volkan Muldur depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Dudu
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco12/05/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Volkan Muldur a uma sala que já as tinha ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Anthoni treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Carlos Terán. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Athletico Paranaense pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Athletico Paranaense ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Orlando Neto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Felipe Augusto. 2‑0 sobre o Santa Cruz, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lima estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O Palmeiras vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Koné Mohamed pré-acordou a mudança para o Athletico Paranaense, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lima está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Athletico Paranaense foi explícito quanto à situação de Zé Gabriel, o que é mais do que muitos recebem.