Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 133 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
O aperto de mão com o Treze está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Plantel10/07/2028
Caio Suassuna consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Caio Suassuna acabou de assinar pelo Amazonas e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Amazonas marcou aos 92, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Alvos de mercado03/07/2028
$730.0K põem os clubes de acordo sobre Caio Suassuna
O Maracanã aceitou o dinheiro. O que o Amazonas ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $33.4K — um clube que quer Gabriel Rocha ao ponto de perguntar duas vezes.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rubens e o Amazonas acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Amazonas foi ao Cruzeiro com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Rubens e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Amazonas ofereceu $89.0K; o Goianésia disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alyson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Amazonas perguntou e o Bragantino disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Melk. 2‑1 sobre o Ypiranga, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hebert Cristian será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Amazonas as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do Jequié por Matheus Novaes foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As regras permitem-no e dói na mesma. Hebert Cristian acertou condições com o CRB para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Matías Mansilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Amazonas foi ao Goianésia com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
8 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Alvos de mercado12/06/2028
$710.0K põem os clubes de acordo sobre Lucas Wingert
O Coritiba aceitou o dinheiro. O que o Amazonas ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A perseguição a Réggis terminou com $150.0K a mudar de mãos e o Inter de Limeira sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Alyson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A perseguição a Gabriel Souza terminou com $60.0K a mudar de mãos e o Sousa sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Amazonas e do ABC por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alyson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Santa Cruz de Natal fica com o seu homem, e o Amazonas volta a uma lista com um nome riscado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Matías Mansilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/05/2028
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alyson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 38 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Vitória por 1‑0 sobre o Aparecidense, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Minuto 93. Gutte encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Aparecidense passou do ponto ao nada num só movimento.
Agdon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/05/2028
Matías Mansilla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As bancadas22/05/2028
Os adeptos do Amazonas encontraram um ídolo em Gutte
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Gutte tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alyson, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alyson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Amazonas sabe dizer em que semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco15/05/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Victor Pacheco a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Alyson
O bancoFernandinho tornou-se um homem de confiança do treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Matías Mansilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/05/2028
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alyson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 16 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Amazonas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alyson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/05/2028
Uma lesão muscular afasta Marcondes durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Amazonas vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel01/05/2028
Matías Mansilla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 39 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo22/04/2028
Não se vê o fim da espera do Amazonas por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Amazonas tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Amazonas sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 20. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel24/04/2028
Filipe Dahora desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Lucas Aruba tem a sua resposta do Amazonas; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alyson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/04/2028
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Mansilla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Willian Oliveira compromete-se com o Amazonas por mais 1 anos.
O banco10/04/2028
Filipe Dahora tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Amazonas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Victor Pacheco treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vinicius Kauê e o Amazonas acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Filipe Dahora estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Ítalo Melo foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Luis Chávez está nela.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Amazonas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Riquelme, e o treinador deixou.
Plantel27/03/2028
Marcondes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco27/03/2028
Lucas Aruba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Amazonas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Amazonas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Direção20/03/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Amazonas
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Alyson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/03/2028
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Mansilla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Fernandinho está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hebert Cristian treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Amazonas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 38 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Plantel13/03/2028
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcondes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco13/03/2028
Filipe Dahora tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Amazonas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Amazonas, mais uma semana sem a assinatura de Leo Gomes.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 96 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Alyson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/03/2028
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcondes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel06/03/2028
5 caras novas e o Amazonas ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Matías Mansilla: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Agdon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Mansilla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Riquelme treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco28/02/2028
Lucas Aruba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Amazonas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Amazonas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Direção21/02/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Amazonas
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Alyson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Riquelme treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Benjamín Ubierna e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/02/2028
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Filipe Dahora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Filipe Dahora não desaparece
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 90 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Victor Pacheco treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
Alyson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Mansilla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hebert Cristian, e o treinador deixou.
Plantel07/02/2028
6 caras novas e o Amazonas ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Ítalo Melo foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Luis Chávez está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel31/01/2028
Ítalo Melo sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Amazonas está a esgotar-se.
As bancadas24/01/2028
Os adeptos organizam-se contra a direção do Amazonas
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/01/2028
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alyson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Riquelme, e o treinador deixou.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Sebastián López Presta compromete-se com o Amazonas por mais 4 anos.
O banco24/01/2028
Fernandinho tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Amazonas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Sebastián López Presta assina, e a coluna do valor fica vazia. Negócios destes parecem pequenos em julho e espertos em março — ou nunca mais se fala deles.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Mansilla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Amazonas perguntou e o Juventud disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
É o negócio menos glamoroso que um clube faz e a razão por que as épocas não desabam em fevereiro. Galo Vijande está cá para as semanas em que há três lesionados e alguém tem de jogar na mesma.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Amazonas terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Amazonas sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Amazonas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Victor Pacheco treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $300.0K — um clube que quer Matheusinho ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o Botafogo, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alyson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Fabrício fica onde está
Alvos de mercadoO mercado fecha em cima do negócio de Aldo Torres
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Amazonas está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Amazonas, e não vai ser retirado.
A proposta do Boavista por Diego Cunha foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel27/12/2027
Uma transferência que Agustín Vique teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Agustín Vique está a viver essa versão no Amazonas, e costuma notar-se no primeiro mês.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Santos fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Amazonas ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Benjamín Ubierna e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/12/2027
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Mansilla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Amazonas e o Tuna Luso acertaram em $42.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta do Água Santa por Matheus Novaes foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alyson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Amazonas perguntou e o Athletico Paranaense disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 37 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Amazonas é como lidar com um homem a quem deve muito.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Amazonas beneficiou disso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Amazonas foi ao Tuna Luso com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Toda a gente deixou de fingir: o Inter de Limeira vai fazer a chamada por Rodrigo Farias esta semana. O Amazonas tem um número em mente, e o número não é tímido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Agdon tem a sua resposta do Amazonas; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O telefone voltou a tocar por causa de Matheus Novaes, e desta vez do outro lado está o Tocantinópolis. No Amazonas ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Amazonas toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
O Juventude aceitou o dinheiro. O que o Amazonas ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
15.º lugar com 42 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
A proposta seguiu esta semana para o Luverdense, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alyson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/12/2027
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Mansilla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
MercadoAlyson está livre para procurar outro sítio
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Amazonas está a esgotar-se.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Plantel29/11/2027
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leonan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/11/2027
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Mansilla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Bernardo e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bernardo está nela.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Fernandinho: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Amazonas a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Amazonas ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Victor Pacheco treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
1 para Nicolás Acevedo, avaliado com 7.99, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Alyson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Douglas Peixoto é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Brabo está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Neyzinho está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Plantel08/11/2027
Leonan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Agdon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/10/2027
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Mansilla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rodrigo Farias, e o treinador deixou.
100 jogos com estas cores. Uma entrega assim é cada vez mais rara, e as bancadas sabem-no.
O banco25/10/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Victor Pacheco, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rodrigo Falcão, e o treinador deixou.
Plantel30/08/2027
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leonan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Notas dos jogadores23/08/2027
Filipe Dahora, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.69
Um 7.69 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
1 para Nicolás Acevedo, avaliado com 7.82, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Benjamín Ubierna esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernardo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. João Tavares está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Mercado09/08/2027
Um dos nossos: Rei junta-se à equipa principal do Amazonas
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Rei é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bernardo, e o treinador deixou.
O Amazonas e o Água Santa acertaram em $520.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o Atlético Mineiro, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alyson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/06/2027
Marcondes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Agdon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.20, e nem uma objeção no estádio.
O banco31/05/2027
Neste momento há alguém melhor do que Edmar Sucuri
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Dribles concretizados: 14. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco31/05/2027
Fernandinho tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Amazonas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Amazonas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 9 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
7.68, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Victor Martins está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Já são 18 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
As bancadas19/04/2027
Os adeptos organizam-se contra a direção do Amazonas
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alyson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcondes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Benjamín Ubierna e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Fábio Nardo está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Em resumo
PlantelMarcondes desentende-se com um colega por causa das exigências
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alyson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. André Soares é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Wesley Fonseca é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Plantel11/01/2027
Marcondes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel11/01/2027
No Amazonas ainda são estranhos uns para os outros
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Amazonas
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/12/2026
Marcondes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Amazonas já telefonou ao Gil Vicente. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Amazonas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Benjamín Ubierna esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Diego Cunha do GAS por $490.0K, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
O Amazonas perguntou e o Mirassol disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Amazonas já telefonou ao Juventude. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
PlantelDiego Cunha garante um contrato que lhe vai durar
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O aperto de mão com o GAS está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Rodrigo Farias do Goiânia por $2.7M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
O Amazonas perguntou e o Atlético Mineiro disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Daniel Farias passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Em resumo
Plantel9 caras novas e o Amazonas ainda se está a conhecer
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Alyson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcondes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Amazonas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Amazonas joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Fabiano: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Amazonas a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcondes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alyson está nela.
Posição 20 e 3 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Alyson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edmar Sucuri, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcondes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Thiago Rodrigues depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
O bancoThiago Amaral tornou-se um homem de confiança do treinador
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Amazonas é como lidar com um homem a quem deve muito.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Facundo Romero e o Amazonas acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
O bancoFabiano tornou-se um homem de confiança do treinador
Alyson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 19. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel05/10/2026
Palavras no treino do Amazonas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcondes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel05/10/2026
12 caras novas e o Amazonas ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Facundo Romero e o Amazonas acertam mais 1 anos.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alyson está nela.
Em resumo
MercadoExperiência a entrar pela porta do Amazonas
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.06 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Amazonas joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Thiago Rodrigues depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Amazonas, mais uma semana sem a assinatura de Gabryel Freitas.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Amazonas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Leonan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Amazonas joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Carlos Fonseca deixa o Amazonas pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Vitor Freitas deixa o Amazonas pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Ronny deixa o Amazonas pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.