“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Maccabi Haifa pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kenji Gorré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jelle Bataille está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo24/10/2026
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Maccabi Haifa. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
2 golos em vinte minutos com Bruninho no meio de tudo, e o Bnei Yehuda sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jelle Bataille estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Kenji Gorré esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
19 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Guy Melamed produziu-o, e o 9.50 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jelle Bataille estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Avaliado com 8.22. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Maccabi Haifa.
Direção05/10/2026
Os salários engolem 97% das receitas do Maccabi Haifa
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Jelle Bataille esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma exibição de 9.30 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Xander Severina está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.86 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 17 entradas, 3 saídas no Maccabi Haifa
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 17, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jelle Bataille estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Peter Agba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Maccabi Tel Aviv não queria vender e o número é a razão por que o fez. $4.9M por Noam Ben-Harush, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
$3.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Hapoel Beer Sheva pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A proposta do Maccabi Petach Tikva por Liam Hermesh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Guy Melamed e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As bancadas24/08/2026
O Maccabi Haifa gasta $10.7M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $10.7M por Everton Bala, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jelle Bataille estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Cédric Don foi-se, as contas têm $3.7M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
O Hapoel Beer Sheva pagou $3.7M e o Maccabi Haifa aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A proposta do Hapoel Tel Aviv por Nevot Ratner foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Shakhtar ninguém diz, e no Maccabi Haifa ninguém gosta de estar a adivinhar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bruninho e o Maccabi Haifa acertam mais 4 anos.
Jelle Bataille esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.