«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A camisola ainda lhe serve. Hamdan Al Kamali está de volta ao Al Jazira, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
A camisola ainda lhe serve. Faisal Saeed está de volta ao Al Jazira, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Al Jazira têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Al Jazira que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Jazira, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Al Jazira que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al Jazira, e 2 jogos em 14 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Jazira, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Jazira podem fingir não ter ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Al Jazira têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Jazira sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Não se vê o fim da espera do Al Jazira por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Jazira tem de arrancar um resultado de algum lado.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Jazira sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Al Jazira que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Al Jazira que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Não se vê o fim da espera do Al Jazira por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Jazira tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Al Jazira
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Jazira podem fingir não ter ouvido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Tem 16 anos e ninguém em Al Jazira o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Khalfan Suqrat tem 16 anos, e o Al Jazira contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.