Paulo Roberto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/03/2033
Sidney desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O treinador reorganizou as ideias e Daniel Penha saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
O banco07/03/2033
Pablo Roberto tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Mineiro dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Dinko Horkaš apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Mineiro, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Saberei quando chegar a altura. Ainda não chegou.» Daniel Penha tem 34 anos e 359 jogos nas pernas, e o Atlético Mineiro terá de planear para qualquer das respostas.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atlético Mineiro ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Facundo Sosa agiu, no Atlético Mineiro, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Paulo Roberto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco07/02/2033
Yasser Warda volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Atlético Mineiro já trabalhou com Yasser Warda e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Atlético Mineiro, mais uma semana sem a assinatura de Paulo Roberto.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rodrigo Bezerra e o Atlético Mineiro acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Mineiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco31/01/2033
Yasser Warda volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Atlético Mineiro já trabalhou com Yasser Warda e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Plantel31/01/2033
Sidney desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Reinier está nela.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gabriel Menino. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Atlético Mineiro. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Pablo Roberto tem de reconquistar o que julgava seu. O Atlético Mineiro não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de José Movillo
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Mineiro ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Paulo Roberto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O nome de Leandro apareceu em conversas de que o Atlético Mineiro não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
O banco24/01/2033
Yasser Warda volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Atlético Mineiro já trabalhou com Yasser Warda e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sidney está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco24/01/2033
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Gabriel Menino
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Paulo Roberto e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco17/01/2033
Yasser Warda volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Atlético Mineiro já trabalhou com Yasser Warda e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
O Atlético Mineiro perguntou e o Maringá disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexsander está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Reinier. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Atlético Mineiro. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Igor Formiga
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Mineiro, e não vai ser retirado.
Paulo Roberto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco10/01/2033
Yasser Warda volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Atlético Mineiro já trabalhou com Yasser Warda e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel10/01/2033
Sidney desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco10/01/2033
Pablo Roberto tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Mineiro dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Igor Formiga treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Mineiro, e não vai ser retirado.
Emprestados20/12/2032
18 balizas a zeros por empréstimo para Gabriel Souza
29 jogos no Inter de Limeira e os golos deixaram de entrar. O Atlético Mineiro emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Paulo Roberto e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco20/12/2032
Yasser Warda volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Atlético Mineiro já trabalhou com Yasser Warda e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel20/12/2032
Sidney desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Atlético Mineiro vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sidney está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
O banco29/11/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Benjamin Hamilton a uma sala que já as tinha ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
Notas dos jogadoresUma tarde que Gabriel Menino vai querer de volta
Paulo Roberto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jakub Trefil estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matheus Moraes, e o treinador deixou.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco25/10/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑5 Benjamin Hamilton saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm autogolo para esquecer para Pablo Roberto
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Palmeiras continuou a vir porque nada o travou, e ao Atlético Mineiro vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Mineiro ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gabriel Menino e o Atlético Mineiro acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jakub Trefil está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atlético Mineiro pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Mineiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jakub Trefil estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Emprestados23/08/2032
O empréstimo de Gabriel Souza mede-se pelo que não acontece
11 balizas a zeros em 18 jogos no Inter de Limeira. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
O banco23/08/2032
Alexsander tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Mineiro dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
As regras permitem-no e dói na mesma. Felipe Silva acertou condições com o Cianorte para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Gabriel Brazão esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.27, e nem uma objeção no estádio.
Plantel16/08/2032
Sidney desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Reinier está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Mineiro podem fingir não ter ouvido.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Kauã Pascini marcou, foi avaliado com 7.96 e voltou antes de alguém dar pela falta.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabriel Brazão, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jakub Trefil estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Paulo Roberto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Atlético Mineiro perguntou e o Flamengo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atlético Mineiro pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jakub Trefil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 87. O América Mineiro tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Avaliado com 7.31. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Dinko Horkaš e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jakub Trefil está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Daniel Farias compromete-se com o Atlético Mineiro por mais 3 anos.
O banco26/04/2032
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Benjamin Hamilton, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
O banco26/04/2032
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Kauã Pascini
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O banco26/04/2032
Matheus Moraes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Mineiro dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fausto Vera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Mineiro as despedidas começaram em silêncio.
Agustín Príncipe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Atlético Mineiro, mais uma semana sem a assinatura de Fausto Vera.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Pablo Roberto está nela.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Igor Carvalho está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Fausto Vera acertou condições com o Goiás para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Alan Gobetti agiu, no Atlético Mineiro, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Matheus Moraes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gabriel Menino assinar alguma coisa — um contrato no Atlético Mineiro ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Mineiro perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dinko Horkaš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gabriel Menino assinar alguma coisa — um contrato no Atlético Mineiro ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Botafogo-PB tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Atlético Mineiro ofereceu $660.0K; o Flamengo disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Flamengo fica com o seu homem, e o Atlético Mineiro volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Mineiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Riquelme compromete-se com o Atlético Mineiro por mais 4 anos.
O banco12/01/2032
Pablo Roberto tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Mineiro dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gabriel Menino assinar alguma coisa — um contrato no Atlético Mineiro ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
1‑2 frente ao Nacional. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Mineiro podem fingir não ter ouvido.
7 jogos, dois ou mais sofridos em todos eles. Equipas que criam tanto podem viver com isso durante algum tempo. Ninguém vive com isso para sempre.
Plantel01/12/2031
Uma transferência que Franner López teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Franner López está a viver essa versão no Atlético Mineiro, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Iván Román está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Mineiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Mineiro, e não vai ser retirado.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atlético Mineiro tem de arrancar um resultado de algum lado.
Iván Román esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores03/11/2031
Pablo Roberto fez o trabalho que ninguém conta — 7.27
15 ações combinadas e 7.27. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Uma média de 7.24 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
0‑1 frente ao Newell's Old Boys. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Iván Román está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexsander está nela.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Atlético Mineiro fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
15 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Pablo Roberto
MercadoA história de Alexsander recusa-se a morrer
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.85 para o resto.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Augusto Bottini acabou de assinar pelo Atlético Mineiro e, por uma vez, a resposta importava.
14 golos e uma média de 7.26 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel06/10/2031
Iván Román desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Maykon Jesus esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
0‑0 frente ao Nacional, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Mineiro ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Iván Román marcou, foi avaliado com 7.98 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Mineiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um 2‑1 sobre o Sport Recife, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel22/09/2031
Maykon Jesus desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maykon Jesus está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores01/09/2031
Reinier jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.08. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Pablo Roberto está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Disseram uma coisa a Gabriel Menino e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Benjamin Hamilton depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Mineiro podem fingir não ter ouvido.
Não há pior forma de perder um futebolista. Mosquito pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Iván Román está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Matheus Moraes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Mineiro podem fingir não ter ouvido.
Iván Román esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Daniel Penha e o Atlético Mineiro acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel11/08/2031
Igor Formiga desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Leandro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Iván Román está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Daniel Penha e o Atlético Mineiro acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑1, Benjamin Hamilton podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Mineiro ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Lautaro Vargas pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O Atlético Mineiro perguntou e o Internacional disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
$21.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Vila Nova pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel07/07/2031
Iván Román desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Mineiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Vitória por 2‑1 sobre o Ferroviária, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Atlético Mineiro marcou aos 98, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Mineiro podem fingir não ter ouvido.
$1.4M era o máximo que o clube pagaria, e o Flamengo pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Atlético Mineiro fez a parte difícil com o Atlético Goianiense, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Pablo Roberto e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/06/2031
Iván Román desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Caxias vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Igor Carvalho pré-acordou a mudança para o Atlético Mineiro, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Flávio fica onde está
JogoO Atlético Mineiro torna a sua casa um sítio difícil de visitar
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Pablo Roberto produziu-o, e o 8.43 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Iván Román estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atlético Mineiro pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Pablo Roberto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matheus Moraes e o Atlético Mineiro acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel05/05/2031
Iván Román desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.