Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Sporting CP B pode pedir e sobe o salário que Diego Rodrigues pode exigir.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Erick Marcus pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sporting CP B sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A proposta do Nacional por Salvador Blopá foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alexander Bah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente no Sporting CP B viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Diego Rodrigues produziu-o, e o 8.53 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sporting CP B perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sandro Gambôa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sporting CP B as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sporting CP B podem fingir não ter ouvido.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sporting CP B a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting CP B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Posição 2, 40 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Sporting CP B estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A proposta do Atlético CP por Caio Alexandre foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting CP B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 19 anos do Sporting CP B que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Pote tem a sua resposta do Sporting CP B; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Caio Alexandre será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sporting CP B as despedidas começaram em silêncio.
Sergio Barcia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rafael Nel treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Portimonense defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sporting CP B sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Sporting CP B torna a sua casa um sítio difícil de visitar
17 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting CP B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Benfica B? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Erick Marcus pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sporting CP B sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Erick Marcus produziu-o, e o 8.49 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Erick Marcus. 3‑1 sobre o Belenenses, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Sandro Gambôa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Segue-se o Benfica B, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Souleymane Faye
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sergio Barcia. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sporting CP B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Sporting CP B fez saber ao mercado que Erick Marcus está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Ninguém no Sporting CP B sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Faltam 7 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Sporting CP B pode pedir e sobe o salário que Luca Orellano pode exigir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Caio Alexandre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Segue-se o Tondela, e há um homem no balneário do Sporting CP B que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Segue-se, em casa, o Tondela, que chega no 3.º lugar. O tipo de jogo sobre o qual uma época se constrói em silêncio, ou em que perde a forma em silêncio.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Sporting CP B e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
Sandro Gambôa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sergio Barcia. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alexander Bah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rui Silva, e o treinador deixou.
Segue-se o Porto B, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Diego Rodrigues assinar alguma coisa — um contrato no Sporting CP B ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sporting CP B perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Caio Alexandre será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sporting CP B as despedidas começaram em silêncio.
Jogo28/08/2032
O Sporting CP B torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Leiria defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sporting CP B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A proposta do Feirense por Diego Rodrigues foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.09 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Caio Alexandre e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rui Silva, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sporting CP B podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Sporting CP B tem 3 vitórias seguidas dela.
Jogo14/08/2032
O Sporting CP B torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Caio Alexandre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Verba acordada, salário acordado, e o Amarante à espera com uma camisola. No Sporting CP B ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O telefone voltou a tocar por causa de Diego Rodrigues, e desta vez do outro lado está o Chaves. No Sporting CP B ouvem com educação e não prometem nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta do Santa Clara por Pote foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Caio Alexandre e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel02/08/2032
No Sporting CP B ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sporting CP B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Sporting CP B do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
O Sporting CP B fez saber ao mercado que Leonardo Paulin está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Duarte Tomás
Verba acordada, salário acordado, e o Famalicao à espera com uma camisola. No Sporting CP B ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Posição 2, 84 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Sergio Barcia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Caio Alexandre treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sporting CP B podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alexandre Lopes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sporting CP B as despedidas começaram em silêncio.
Caio Alexandre e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O treinador reorganizou as ideias e Erick Marcus saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Plantel05/07/2032
No Sporting CP B ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Verba acordada, salário acordado, e o Farense à espera com uma camisola. No Sporting CP B ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Salvador Blopá não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O telefone voltou a tocar por causa de Diego Rodrigues, e desta vez do outro lado está o Chaves. No Sporting CP B ouvem com educação e não prometem nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting CP B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sporting CP B foi explícito quanto à situação de Luca Orellano, o que é mais do que muitos recebem.
A proposta do Penafiel por Andreas Ndoj foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sporting CP B já se começa a dizer o nome dele no passado.
O treinador reorganizou as ideias e Luca Orellano saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Sporting CP B terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Em resumo
PlantelNo Sporting CP B ainda são estranhos uns para os outros
MercadoContinua sem haver assinatura de Andreas Ndoj
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Sporting CP aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Giuliano Simeone e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O único prémio que mais ninguém no relvado pode ganhar vai para Lucas Chevalier, com 29 balizas a zeros ao longo da época. Há guarda-redes que esperam uma carreira inteira por uma época assim.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA história de Alberto Costa recusa-se a morrer
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sporting CP a ouviu como outra coisa.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting CP coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo29/11/2031
Mais uma trazida de fora
5 seguidas na estrada para o Sporting CP. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
Posição 2, 86 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Benfica beneficiou disso.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $5.2M do que o Benfica pagou por Caio Alexandre é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Não há pior forma de perder um futebolista. Rúben Correia pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Gianluca Prestianni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martim Fernandes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para João Palhinha, e o treinador deixou.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Sporting CP aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Giuliano Simeone esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Caio Alexandre agiu, no Sporting CP, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O único prémio que mais ninguém no relvado pode ganhar vai para Lucas Chevalier, com 27 balizas a zeros ao longo da época. Há guarda-redes que esperam uma carreira inteira por uma época assim.
O banco26/05/2031
Carlos Augusto tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sporting CP dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Wesley assinar alguma coisa — um contrato no Sporting CP ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
José Neto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.47 na época, com 7 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Caio Alexandre e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém no Benfica B sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.