64 dias de fora para João Ricardo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Fortaleza vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Fortaleza podem fingir não ter ouvido.
Mercado03/01/2028
Tão perto: a transferência de Tomás Pochettino morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Goiás seguiu em frente, Tomás Pochettino apresenta-se de volta no Fortaleza, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
A proposta seguiu esta semana para o Caxias, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.8M — um clube que quer Alegria ao ponto de perguntar duas vezes.
Felipe Anderson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Fortaleza pagou $790.0K e o Guarani aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alex Nascimento está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Portuguesa fica com o seu homem, e o Guarani volta a uma lista com um nome riscado.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Guarani vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Chapecoense pode já não estar a vender.
16 jogos e 6 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
73 dias de fora para João Ricardo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Fortaleza vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do Ituano por Luiz Fernando foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A perseguição a Renato Marques terminou com $9.8M a mudar de mãos e o Mirassol sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Guarani aceitou o dinheiro. O que o Fortaleza ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fortaleza, e não vai ser retirado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Renato Marques agiu, no Fortaleza, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Fortaleza perguntou e o Guarani disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matheus Pereira quer futebol continental; se o Fortaleza o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Renato Marques do Mirassol por $9.8M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Guarani perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guarani coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/12/2027
Nathan Melo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Paysandu pagou $66.0K e o Guarani aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Confiança fica com o seu homem, e o Guarani volta a uma lista com um nome riscado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matheus Fernandes quer futebol continental; se o Guarani o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Felipe Anderson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willian Farias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Guarani dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
4.º lugar, 54 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
“Pela primeira vez em anos jogo porque alguém me quer na equipa.” O Goianésia assenta-lhe bem; a conversa incómoda pertence ao Guarani, e o verão vai forçá-la.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Matheus Fernandes marcou, foi avaliado com 7.91 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Willian Farias estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guarani coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” André Fonseca depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Raphael Rodrigues está nela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Samuel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guarani as despedidas começaram em silêncio.
Nathan Melo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alex Nascimento estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Guarani disse a Eduardo Rosado que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guarani ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Guarani lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Willian Farias e o Guarani acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Felipe Anderson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Willian Farias estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guarani, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guarani coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willian Farias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Empate aos 86 minutos, depois de uma tarde que o Guarani tinha praticamente arrumada. O Operário Ferroviário vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willian Farias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Isaque, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Toda a gente no Guarani viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 37 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Plantel05/04/2027
Willian Farias desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dentinho, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoRaphael Rodrigues tornou-se um homem de confiança do treinador
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guarani perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Felipe Anderson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Guarani daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Jequié segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Em resumo
O bancoMirandinha tornou-se um homem de confiança do treinador
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guarani perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Felipe Anderson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel22/03/2027
Willian Farias desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vinícius Yuji, e o treinador deixou.
O banco22/03/2027
Emerson Barbosa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Guarani dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Guarani, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Guarani sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Guilherme Parede lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Felipe Anderson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fred Conte será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guarani as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willian Farias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Willian Farias e o Guarani acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guarani coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Léo Porfírio será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guarani as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A proposta do Ararat por Emerson Júnior foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guarani ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guarani coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Guilherme Parede estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Raphael Rodrigues está nela.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Guarani terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Felipe Anderson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/01/2027
Isaque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Guarani terá de responder com minutos ou com uma transferência.
O banco25/01/2027
Emerson Barbosa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Guarani dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Guarani sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Guarani, mais uma semana sem a assinatura de Juan Torales.
O negócio que levaria Emerson Júnior para o Sport Recife caiu na fase final e ele reapresenta-se no Guarani com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guarani coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Léo Porfírio será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guarani as despedidas começaram em silêncio.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel11/01/2027
Guilherme Parede desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O relógio fez o que o Monte Azul não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.