Andrej Đurić lesiona os ligamentos do joelho — 106 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 106 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Max Nielsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hammarby coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Daniel Karlsbakk está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aulon Bitiqi, e o treinador deixou.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Viborg tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Daniel Karlsbakk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thomas Gundelund estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thomas Gundelund, e o treinador deixou.
O banco10/01/2033
Markus Karlsson tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hammarby perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Montader Madjed e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/12/2032
Thomas Gundelund desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Strindholm, e o treinador deixou.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Hammarby terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Montader Madjed treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hammarby sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
1.º lugar com 68 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Kolbeinn Þórðarson marcou ao minuto 88, o IK Sirius já pensava na viagem de regresso, e o Hammarby levou tudo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kolbeinn Þórðarson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel08/11/2032
Palavras no treino do Hammarby sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Kaare Barslund esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hammarby ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hammarby, e não vai ser retirado.
Montader Madjed e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Varbergs BoIS obrigou o Hammarby a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑1 e a tabela não pergunta como.
Plantel01/11/2032
Thomas Gundelund desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Minuto 91. Markus Karlsson encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o CSKA Sofia passou do ponto ao nada num só movimento.
23 golos e uma média de 7.50 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dino Salihović será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hammarby ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel25/10/2032
Palavras no treino do Hammarby sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.85 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel14/06/2032
Markus Karlsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ignacio Ramírez. 2‑0 sobre o IFK Goteborg, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hammarby sabem-no.
6 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
A série sem derrotas chega aos 27 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hammarby perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hammarby ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hammarby ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hammarby lida com um homem que quer outro país.
Plantel31/05/2032
Markus Karlsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.20 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A série sem derrotas chega aos 26 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
25 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hammarby perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Philip Bonde será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Markus Karlsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Kevin Ackermann e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Hammarby torna a sua casa um sítio difícil de visitar
24 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hammarby perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Oscar Augustinsson agarrou este contra o Umeå FC. 3‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Hammarby.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Max Nielsen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Oscar Augustinsson não precisou: 8.27, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Kaare Barslund acabou de assinar pelo Hammarby e, por uma vez, a resposta importava.
Jogo08/05/2032
Ninguém quer jogar contra o Hammarby neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Hammarby sobre quem trabalha
A série sem derrotas chega aos 22 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
48 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hammarby perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Já são 20 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
22 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hammarby já falam dele no passado.
Plantel19/04/2032
Markus Karlsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoA vista do banco
MercadoNassef Chourak está livre para procurar outro sítio
Já são 18 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hammarby já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Christ Wawa não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $294.2K do que o Hammarby pagou por Adam Wikman é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
A proposta do IK Brage por Ibrahim Adewale foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Em resumo
DireçãoO Hammarby fecha o mercado com um plantel feito por si
PlantelMouhamed Guèye consegue a transferência que sempre quis
PlantelPalavras no treino do Hammarby sobre quem trabalha
Verba acordada, salário acordado, e o Degerfors à espera com uma camisola. No Hammarby ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hammarby lida com um homem que quer outro país.
Plantel29/03/2032
Markus Karlsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Adam Wikman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco29/03/2032
Mayckel Lahdo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Andrej Đurić apontou a data.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hammarby perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O IF Elfsborg aceitou o dinheiro. O que o Hammarby ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Hammarby perguntou e o San Diego Football Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Genoa fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não há pior forma de perder um futebolista. Blas Armoa pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O Hammarby ofereceu $370.0K; o IFK Norrkoping disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Hammarby sobre quem trabalha
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hammarby já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Brann fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O FC Lahti tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Malmo FF não queria vender e o número é a razão por que o fez. $6.5M por Emmanuel Ekong, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Emmanuel Ekong agiu, no Hammarby, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Nordsjaelland fica com o seu homem, e o Hammarby volta a uma lista com um nome riscado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Antonio Yakoub acertou condições com o AIK para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
A proposta seguiu esta semana para o Malmo FF, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta do Breidablik por Shanyder Borgelin foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$1.8M era o máximo que o clube pagaria, e o IK Sirius pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Timothé Rupil será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mayckel Lahdo e o Hammarby acertam mais 4 anos.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel02/02/2032
Uma transferência que Quirin Rackl teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Quirin Rackl está a viver essa versão no Hammarby, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Rahim Ibrahim não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Plantel26/01/2032
Martin Forsberg lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hammarby sabem-no.
Plantel26/01/2032
Palavras no treino do Hammarby sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Markus Karlsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jan Stejskal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco26/01/2032
Rahim Ibrahim tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adam Wikman, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hammarby, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hammarby perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Toda a gente deixou de fingir: o Slavia Prague vai fazer a chamada por Rahim Ibrahim esta semana. O Hammarby tem um número em mente, e o número não é tímido.
Plantel19/01/2032
Markus Karlsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Martin Forsberg lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Hammarby estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hammarby ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ignacio Ramírez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hammarby coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Markus Karlsson está nela.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Hammarby foi explícito quanto à situação de Miguel Teixeira, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hammarby sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hammarby já falam dele no passado.
Plantel29/12/2031
Palavras no treino do Hammarby sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Markus Karlsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ignacio Ramírez, e o treinador deixou.
Shanyder Borgelin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoAndrej Đurić pede uma conversa com o treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hammarby, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Shanyder Borgelin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
Plantel15/12/2031
Palavras no treino do Hammarby sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Markus Karlsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Shanyder Borgelin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Ackermann, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Daniel Karlsbakk está nela.
O banco15/12/2031
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Viktor Frodig
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Hammarby admitiria. Nota-se aos sábados.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Markus Karlsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hammarby coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Markus Karlsson está nela.
O Hammarby fez saber ao mercado que Ignacio Ramírez está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hammarby sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Marco Curto lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
71 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hammarby ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hammarby ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hammarby lida com um homem que quer outro país.
Plantel24/11/2031
Markus Karlsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
MercadoA história de Rahim Ibrahim recusa-se a morrer
O Hammarby torna a sua casa um sítio difícil de visitar
19 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 15 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O IK Sirius vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Hammarby foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Daniel Karlsbakk produziu-o, e o 9.00 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.41 na época, com 25 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.89 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marco Curto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
Plantel03/11/2031
Palavras no treino do Hammarby sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Markus Karlsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série sem derrotas chega aos 14 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
65 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Dribles concretizados: 32. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Minuto 91. Frank Junior Adjei encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o BK Hacken passou do ponto ao nada num só movimento.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hammarby ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Timothé Rupil será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
Plantel13/10/2031
Markus Karlsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hammarby coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Disseram uma coisa a Andrej Đurić e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hammarby, mais uma semana sem a assinatura de Marcel Schuhen.
17 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel06/10/2031
28 dias de fora para Max Nielsen depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hammarby vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marco Curto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hammarby ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Markus Karlsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Andrej Đurić agarrou este contra o Brommapojkarna. 3‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Hammarby.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hammarby falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
22 golos e uma média de 7.38 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hammarby ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hammarby lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hammarby sabem-no.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Hammarby sobre quem trabalha
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Hammarby tem 8 vitórias seguidas dela.
Plantel15/09/2031
49 dias de fora para Max Nielsen depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hammarby vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Malmo FF vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Hammarby foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
21 golos e uma média de 7.36 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hammarby ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
4 vitórias seguidas fora de casa. Os adeptos que viajam são os mais verdadeiros, e esta época estão a ser pagos na única moeda que conta.
Plantel15/09/2031
Palavras no treino do Hammarby sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Markus Karlsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresRahim Ibrahim mandou no meio-campo — 6.88
Notas dos jogadoresMayckel Lahdo em notas de excelência
53 pontos e ninguém por cima. A palavra ainda não se diz à volta do estádio, e pensa-se em todas as cadeiras.
Jogo30/08/2031
Ninguém quer jogar contra o Hammarby neste momento
7 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hammarby já se começa a dizer o nome dele no passado.
Jogo30/08/2031
O Hammarby torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Philip Bonde será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hammarby a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Markus Karlsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Vikingur à espera com uma camisola. No Hammarby ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Slavia Prague por Rahim Ibrahim foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O FH tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.67 para o resto.
Em resumo
PlantelMarkus Karlsson desentende-se com um colega por causa das exigências
Verba acordada, salário acordado, e o IFK Goteborg à espera com uma camisola. No Hammarby ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Helsingborg vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Hammarby foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A proposta seguiu esta semana para o Grimsby Town, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
41 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Daniel Karlsbakk produziu-o, e o 8.99 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Philip Bonde não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hammarby a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jay Kruiver será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
A primeira derrota em 7 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o IFK Norrkoping; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Plantel02/06/2031
Palavras no treino do Hammarby sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.