Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Osmar Morales será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Yaracuyanos as despedidas começaram em silêncio.
Agustín Ortiz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/04/2030
Palavras no treino do Yaracuyanos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cristian Hernandez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para José Hernández Chávez, e o treinador deixou.
O banco29/04/2030
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Darwin Casseres, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Em resumo
O bancoVíctor Viez tornou-se um homem de confiança do treinador
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cristian Hernandez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nota 8.02 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
O banco22/04/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 2‑3, ditas por Darwin Casseres a uma sala que já as tinha ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Santiago Rodallega e o Yaracuyanos acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Pierangelo Pagnano está nela.
O Mineros de Guayana está fora e o Yaracuyanos segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.41 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Yaracuyanos e do Monagas B por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
PlantelCristian Hernandez desentende-se com um colega por causa das exigências
20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Yaracuyanos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Yaracuyanos está a esgotar-se.
Plantel14/01/2030
44 dias de fora para Matías Moya depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yaracuyanos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Agustín Ortiz agiu, no Yaracuyanos, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Anzoátegui fica com o seu homem, e o Yaracuyanos volta a uma lista com um nome riscado.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yosmel Gil. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Roberto Martinez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Richard Figueroa lesiona os ligamentos do joelho — 55 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 55 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yaracuyanos, e não vai ser retirado.
O Yaracuyanos perguntou e o Deportivo La Guaira disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yaracuyanos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marber Suárez, e o treinador deixou.
Plantel10/12/2029
Anderson Cardozo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Millonarios para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Yaracuyanos, mais uma semana sem a assinatura de Osmar Morales.
Em resumo
O bancoEnio Sánchez tornou-se um homem de confiança do treinador
104 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Yaracuyanos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Yaracuyanos está a esgotar-se.
Víctor Viez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/10/2029
Manuel Cañon desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marber Suárez, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» José Navarro e o Yaracuyanos acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
111 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Yaracuyanos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Pierangelo Pagnano e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Armando Rivas, e o treinador deixou.
Plantel15/10/2029
Manuel Cañon desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marber Suárez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O Mineros de Guayana vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Diego Díaz pré-acordou a mudança para o Yaracuyanos, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Manuel Cañon estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santiago Videla, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mauricio Labranche assinar alguma coisa — um contrato no Yaracuyanos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Yaracuyanos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.26 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yaracuyanos, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nahuel Cerulo e o Yaracuyanos acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Um 2‑0 sobre o Atlético El Vigía, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador reorganizou as ideias e Marber Suárez saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Em resumo
Notas dos jogadoresÁrgel Sánchez passa por eles um de cada vez
Carlos Osorio lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Víctor Viez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Yaracuyanos vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Angostura pode já não estar a vender.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Osmar Morales acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Yaracuyanos substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O Yaracuyanos perguntou e o Zamora disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Yaracuyanos podem fingir não ter ouvido.
O aperto de mão com o Deportivo Tachira está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Víctor Viez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Yaracuyanos foi ao UCV com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Dynamo Puerto queria mais do que $8.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Caracas fica com o seu homem, e o Yaracuyanos volta a uma lista com um nome riscado.
Já são 50 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
Plantel16/07/2029
Palavras no treino do Yaracuyanos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Edwin Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Yaracuyanos está a esgotar-se.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Yaracuyanos fez a parte difícil com o Deportivo Tachira, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Víctor Viez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o UCV, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Yaracuyanos perguntou e o Zamora disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Yaracuyanos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yaracuyanos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o Dynamo Puerto, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
96 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Yaracuyanos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.86 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Víctor Viez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
2 golos em vinte minutos com Víctor Viez no meio de tudo, e o Academia Puerto Cabello B sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Plantel28/05/2029
Palavras no treino do Yaracuyanos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Manuel Cañon está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
103 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Yaracuyanos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Yaracuyanos podem fingir não ter ouvido.
Pierangelo Pagnano e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: José Hernández Chávez. 2‑1 sobre o Real Frontera, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel21/05/2029
Manuel Cañon desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma exibição de 8.15 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
O banco21/05/2029
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Darwin Casseres foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Víctor Viez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/05/2029
Manuel Cañon desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Camilo Vargas, e o treinador deixou.
O treinador reorganizou as ideias e Anderson Cardozo saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Ninguém no Yaracuyanos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco07/05/2029
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Darwin Casseres escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Edwin Rodríguez produziu-o, e o 8.47 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yaracuyanos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Yaracuyanos e o Atlético El Vigía, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marber Suárez, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anderson Cardozo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yaracuyanos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel16/04/2029
Palavras no treino do Yaracuyanos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anderson Cardozo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Darwin Casseres depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Edwin Rodríguez está nela.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Camilo Vargas lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yaracuyanos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anderson Cardozo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Yaracuyanos vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
O banco26/03/2029
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Darwin Casseres foi breve depois da vitória por 3‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Víctor Viez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Dribles concretizados: 18. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel19/02/2029
Anderson Cardozo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Darwin Casseres depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel12/02/2029
Palavras no treino do Yaracuyanos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anderson Cardozo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jhonny Mena e o Yaracuyanos acertam mais 1 anos.
A raiva no Yaracuyanos transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Víctor Viez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anderson Cardozo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Darwin Casseres podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yaracuyanos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Árgel Sánchez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Yaracuyanos vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Barquisimeto pode já não estar a vender.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Árgel Sánchez foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marber Suárez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O Yaracuyanos passou o mercado a tentar colocar Edwin Rodríguez e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Yaracuyanos está a esgotar-se.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Yaracuyanos podem fingir não ter ouvido.
$220.0K em cima da mesa do Metropolitanos. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Luis Ibargüen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Zamora queria mais do que $87.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roberto Portillo, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelÁrgel Sánchez já ficou grande para esta divisão
O bancoMarber Suárez pede uma conversa com o treinador
Os adeptos organizam-se contra a direção do Yaracuyanos
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
O negócio com o Deportivo Tachira está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
O Yaracuyanos foi ao Aragua com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Pierangelo Pagnano e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Yaracuyanos perguntou e o Metropolitanos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ayrton Páez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marber Suárez, e o treinador deixou.
O Yaracuyanos já telefonou ao Monagas. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Yaracuyanos toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yaracuyanos, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ayrton Páez e o Yaracuyanos acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yaracuyanos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel04/12/2028
Palavras no treino do Yaracuyanos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pierangelo Pagnano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Deportivo La Guaira para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Ayrton Páez: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Yaracuyanos está a esgotar-se.
Víctor Viez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ayrton Páez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel13/11/2028
Marber Suárez sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Víctor Viez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Yaracuyanos
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fernando Castillo treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Yaracuyanos podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yaracuyanos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/11/2028
Palavras no treino do Yaracuyanos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ayrton Páez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Thaiderson Durán foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Víctor Viez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anderson Cardozo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Yaracuyanos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mauricio Labranche. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yaracuyanos, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yaracuyanos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ayrton Páez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Pierangelo Pagnano e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/09/2028
Palavras no treino do Yaracuyanos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ayrton Páez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Yaracuyanos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Yaracuyanos podem fingir não ter ouvido.
Víctor Viez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pierangelo Pagnano estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marber Suárez, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Yaracuyanos foi explícito quanto à situação de Ian Barrios, o que é mais do que muitos recebem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Roberto Portillo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Armando Rivas lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Yaracuyanos toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Yaracuyanos podem fingir não ter ouvido.
9 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Atlético El Vigía. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pierangelo Pagnano e o Yaracuyanos acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yaracuyanos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Yaracuyanos perguntou e o Metropolitanos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Yaracuyanos sobre quem trabalha
Não se vê o fim da espera do Yaracuyanos por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Yaracuyanos tem de arrancar um resultado de algum lado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Luis Ibargüen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Atlético El Vigía com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yaracuyanos, e não vai ser retirado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Yaracuyanos nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo01/07/2028
Não se vê o fim da espera do Yaracuyanos por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Yaracuyanos tem de arrancar um resultado de algum lado.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Víctor Viez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/07/2028
Ayrton Páez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marber Suárez, e o treinador deixou.
O Yaracuyanos já telefonou ao Deportivo Tachira. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.