“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hajduk Split, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matej Modric será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hajduk Split as despedidas começaram em silêncio.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hajduk Split lida com um homem que quer outro país.
Simon La Mantia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santiago Silva, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Hajduk Split daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hrvace segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Fabijan Krivak no seu melhor
O bancoNão há lugar para William Clem no jogo grande
DireçãoOs salários levam 99% do que Hajduk Split recebem
15 dias de fora para William Clem depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hajduk Split vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hajduk Split ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Simon La Mantia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
Plantel15/10/2035
No Hajduk Split ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Disseram uma coisa a Vinko Rozić e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mateo Lisica está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Johan Bakke, e o treinador deixou.
23 dias de fora para William Clem depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hajduk Split vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
0‑2 frente ao VfL Bochum. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
William Clem esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santiago Silva, e o treinador deixou.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hajduk Split sabem-no.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sander Lønning será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hajduk Split as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hajduk Split coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/10/2035
Kevin Moressa consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Kevin Moressa acabou de assinar pelo Hajduk Split e, por uma vez, a resposta importava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Branimir Mlačić, e o treinador deixou.
Tão perto: a transferência de Matija Frigan morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O NK Osijek seguiu em frente, Matija Frigan apresenta-se de volta no Hajduk Split, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hajduk Split perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hajduk Split ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Segue-se o HNK Rijeka, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Hajduk Split sabe em que fase está.
Plantel10/09/2035
Demasiada mudança demasiado depressa no Hajduk Split
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ilian Hadidi lesiona os ligamentos do joelho — 50 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 50 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo18/08/2035
Aconteça o que acontecer, o Hajduk Split não perde
Já são 16 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hajduk Split já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Matija Frigan produziu-o, e o 9.23 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yénio Holder será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hajduk Split as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hajduk Split, e não vai ser retirado.
7.98, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
79 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hajduk Split perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
21 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Jogo21/07/2035
Ninguém quer jogar contra o Hajduk Split neste momento
9 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Verba acordada, salário acordado, e o Orijent 1919 à espera com uma camisola. No Hajduk Split ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hajduk Split ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ilian Hadidi lesiona os ligamentos do joelho — 87 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 87 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hajduk Split já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do NK Osijek por Matija Frigan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hajduk Split ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hajduk Split coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/07/2035
Vinko Rozić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Hajduk Split é como lidar com um homem a quem deve muito.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Hajduk Split, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Em resumo
O bancoLuka Stojković tornou-se um homem de confiança do treinador
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hajduk Split perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hajduk Split perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hajduk Split, e não vai ser retirado.
A proposta do NK Domzale por German Ignatov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hajduk Split coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 33 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Hajduk Split é como lidar com um homem a quem deve muito.
O banco02/07/2035
Mateo Lisica tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hajduk Split dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
93 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hajduk Split perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ethan Erhahon será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hajduk Split as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do Bjelovar por Simon La Mantia foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hajduk Split pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hajduk Split ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não há pior forma de perder um futebolista. Stipe Colak pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hajduk Split coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vinko Rozić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Novak Tepšić lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hajduk Split perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mathieu Acapandié será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hajduk Split as despedidas começaram em silêncio.
William Clem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/02/2035
Vinko Rozić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco19/02/2035
Matija Frigan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hajduk Split dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Hajduk Split vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel25/12/2034
Anthony Smits desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oliver Ross, e o treinador deixou.
O banco25/12/2034
Matija Frigan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hajduk Split dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Šimun Hrgović. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Matej Modric
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hajduk Split perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hajduk Split coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel13/11/2034
Palavras no treino do Hajduk Split sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anthony Smits está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aconteça o que acontecer, o Hajduk Split não perde
Já são 18 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hajduk Split perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hajduk Split lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
William Clem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Hajduk Split e lutar pelo meu lugar.» 1 jogos em 20 no Bjelovar dizem o resto.
Plantel06/11/2034
Vinko Rozić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Anthony Smits chama-lhe outra coisa em privado.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há golos, e depois há golos àquele adversário em concreto. Os adeptos do Hajduk Split têm um ano de conversa garantida e sabem muito bem de quem é o nome.
William Clem esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Šimun Hrgović marcou, foi avaliado com 7.97 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Jogo16/09/2034
Aconteça o que acontecer, o Hajduk Split não perde
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Šimun Mikolčić regressa a Hajduk Split com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hajduk Split coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Segue-se o Dinamo Zagreb, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hajduk Split podem fingir não ter ouvido.
William Clem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Segue-se o HNK Rijeka, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Plantel11/09/2034
Anthony Smits desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Mato Tadic compromete-se com o Hajduk Split por mais 4 anos.
Plantel11/09/2034
Demasiada mudança demasiado depressa no Hajduk Split
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hajduk Split já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hajduk Split, e não vai ser retirado.
Faltavam 88 minutos e o HNK Gorica tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Hajduk Split não parou para dar explicações.
O negócio que levaria Mathieu Acapandié para o Slaven Belupo caiu na fase final e ele reapresenta-se no Hajduk Split com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hajduk Split coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Markus Wæhler estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hajduk Split perdeu-o em tudo menos nos papéis.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hajduk Split perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hajduk Split podem fingir não ter ouvido.
22 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hajduk Split perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O NK Varazdin vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hajduk Split já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Markus Wæhler produziu-o, e o 8.94 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Jan Hlapčić não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Mais um nome na lista: o NK Varazdin fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Markus Wæhler. A resposta do Hajduk Split não mudou — para já.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jogo05/08/2034
Ninguém quer jogar contra o Hajduk Split neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hajduk Split já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hajduk Split podem fingir não ter ouvido.
Mercado03/07/2034
Tão perto: a transferência de Šimun Mikolčić morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Orijent 1919 seguiu em frente, Šimun Mikolčić apresenta-se de volta no Hajduk Split, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
William Clem esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marko Bulat estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mateo Lisica está nela.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
1‑2 frente ao Dinamo Zagreb, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Hajduk Split aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
O único prémio em campo que mais ninguém pode ganhar. 15 jogos numa época em que ninguém lhe marcou, e uma carreira que vai ser medida por esta.
Plantel29/05/2034
German Ignatov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hajduk Split ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
William Clem e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/05/2034
Markus Wæhler desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hajduk Split sabem-no.
O banco15/05/2034
Abu Kamara tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hajduk Split dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stavros Pilios será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hajduk Split as despedidas começaram em silêncio.
Plantel08/05/2034
Palavras no treino do Hajduk Split sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Markus Wæhler está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Emprestados08/05/2034
12 balizas a zeros por empréstimo para Jan Hlapčić
17 jogos no Rizespor e os golos deixaram de entrar. O Hajduk Split emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Quadri Adediran e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco08/05/2034
Mateo Lisica tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hajduk Split dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Emprestados08/05/2034
O empréstimo de Ante Majer mede-se pelo que não acontece
7 balizas a zeros em 24 jogos no Varteks. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hajduk Split sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Hajduk Split admitiria. Nota-se aos sábados.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hajduk Split, mais uma semana sem a assinatura de Oliver Djurci.
Em resumo
Emprestados5 golos por empréstimo para Karlo Zulfić
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hajduk Split ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hajduk Split podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hajduk Split coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ivan Cvijanović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Ethan Erhahon está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Abu Kamara apontou a data.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hajduk Split ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hajduk Split coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/04/2034
Markus Wæhler desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Emprestados24/04/2034
12 balizas a zeros por empréstimo para Luigi Mišević
21 jogos no Cibalia e os golos deixaram de entrar. O Hajduk Split emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matija Frigan está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hajduk Split falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hajduk Split pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ognjen Bakić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hajduk Split as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hajduk Split coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/03/2034
Markus Wæhler desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Emprestados27/03/2034
12 balizas a zeros por empréstimo para Luigi Mišević
21 jogos no Cibalia e os golos deixaram de entrar. O Hajduk Split emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nico Valentine e o Hajduk Split acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco27/03/2034
Matija Frigan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hajduk Split dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hajduk Split, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 59 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hajduk Split pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hajduk Split ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
William Clem e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel13/03/2034
Uma transferência que Musa Juwara teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Musa Juwara está a viver essa versão no Hajduk Split, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Markus Wæhler estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Emprestados13/03/2034
12 balizas a zeros por empréstimo para Jan Hlapčić
17 jogos no Rizespor e os golos deixaram de entrar. O Hajduk Split emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hajduk Split a ouviu como outra coisa.
William Clem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Markus Wæhler estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matija Frigan, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Šimun Hrgović está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Santiago Silva assinar alguma coisa — um contrato no Hajduk Split ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Karlo Zulfić
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hajduk Split vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hajduk Split perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hajduk Split podem fingir não ter ouvido.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Marko Soldo não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Verba acordada, salário acordado, e o NK Varazdin à espera com uma camisola. No Hajduk Split ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hajduk Split pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Markus Wæhler estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Marko Soldo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 94 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O NK Varazdin tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hajduk Split pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hajduk Split perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hajduk Split podem fingir não ter ouvido.
Aos 33 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.81, e ninguém melhor em campo.
Direção06/02/2034
Fecha o mercado: 2 entradas, 5 saídas no Hajduk Split
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 2, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hajduk Split perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hajduk Split podem fingir não ter ouvido.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
William Clem e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/01/2034
Álvaro Carrillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Šimun Hrgović está nela.
2.º lugar com 43 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
A primeira derrota em 14 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Dinamo Zagreb; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.49 para o resto.