“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Maccabi Tel Aviv a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A verba é $6.4M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Maccabi Haifa negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
A verba é $2.2M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Maccabi Haifa negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente deixou de fingir: o Hapoel Acre vai fazer a chamada por Bar Lin esta semana. O Maccabi Tel Aviv tem um número em mente, e o número não é tímido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A proposta do Hapoel Tel Aviv por Bar Lin foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Elad Madmon e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Mohamed Camara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoA história de Yonas Malede recusa-se a morrer
PlantelO treinador crava a sua bandeira em Dor Peretz
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Itai Zafrani e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 5 anos.
Já são 17 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A proposta do Bnei Yehuda por Bar Lin foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
8 golos e uma média de 7.57 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Hélio Varela esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 golos e uma média de 7.56 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ion Nicolăescu, e o treinador deixou.
Já são 14 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A verba é $6.9M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Hapoel Kfar Saba negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 golos e uma média de 7.38 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matan Baltaxa e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 3 anos.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Mohamed Camara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.51 na época, com 7 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Mathew Ryan: 4 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Bar Lin agarrou este contra o Bnei Yehuda. 1‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Maccabi Tel Aviv.
Hélio Varela esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.52 na época, com 6 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Mohamed Camara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Maccabi Tel Aviv, e 4 jogos em 20 dizem que merece ser ouvido.
Mohamed Camara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Maccabi Tel Aviv, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Tel Aviv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Maccabi Tel Aviv essa pergunta é mais difícil de responder.
Mohamed Camara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ayman Ashraf, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Tel Aviv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bar Lin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Maccabi Tel Aviv essa pergunta é mais difícil de responder.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Maccabi Tel Aviv essa pergunta é mais difícil de responder.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Maccabi Tel Aviv gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yonas Malede. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Denny Gropper regressa a Maccabi Tel Aviv com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Hélio Varela esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Elad Madmon, e desta vez do outro lado está o Hapoel Acre. No Maccabi Tel Aviv ouvem com educação e não prometem nada.
Issouf Sissokho fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Em resumo
MercadoYonas Malede colocado na lista de transferências
PlantelYonas Malede pede uma conversa com o treinador
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Bar Lin
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Hisham Layous
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Tel Aviv podem fingir não ter ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Roy Revivo e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Maccabi Tel Aviv estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Dor Peretz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yonas Malede, e o treinador deixou.
3 golos em 24 jogos no Kryvbas — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Maccabi Tel Aviv alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Kryvbas essa pergunta é mais difícil de responder.
Hélio Varela esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Ayman Ashraf esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.33 na época, com 3 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
3‑3 frente ao Beitar Jerusalem, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos e uma média de 7.47 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oleksii Sydorov, e o treinador deixou.
A proposta do Karpaty por Volodymyr Mulyk foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Maksym Zaderaka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.06 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Kryvbas têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Kryvbas sabem-no.
Maksym Zaderaka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A perseguição a Nazar Baida terminou com $120.0K a mudar de mãos e o Metalurh Zaporizhzhia sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 golos e uma média de 7.25 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Maksym Zaderaka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.29 na época, com 3 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Poltava defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Deslocado, substituído antes da hora, a correr o que é dos outros: Vitalii Dakhnovskyi está farto de ser útil e gostava de ser titular. Em Kryvbas sabem, e sabem há semanas.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Oleksandr Kemkin: 3 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oleksandr Kemkin, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Volodymyr Mulyk e o Kryvbas acertam mais 4 anos.
Em resumo
Notas dos jogadoresJan Jurčec falha aos onze metros
Maksym Zaderaka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 22 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Tem 21 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kryvbas sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Oleksii Sydorov não conseguiu
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Matvii Bodnar
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Maccabi Tel Aviv daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no PSM segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Maksym Zaderaka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marcos Minetti, e o treinador deixou.
3 golos e uma média de 7.27 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
1‑4 para o Manchester City, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
As bancadas14/12/2026
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 6 dos 22 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.03 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Kryvbas têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Maksym Zaderaka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Oleksii Sydorov.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Uma média de 7.06 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Kryvbas sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Araujo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Kryvbas, e 3 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kryvbas pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
As bancadas26/10/2026
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 5 dos 22 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Araujo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yvan Dibango, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maksym Zaderaka, e o treinador deixou.
Yvan Dibango esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.