Dribles concretizados: 32. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Avaliado com 7.38. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Disseram uma coisa a Arnel Jakupović e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco25/10/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Fernando Carvalho escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Vitoria Guimaraes a ouviu como outra coisa.
Segue-se o Nacional, e há um homem no balneário do Vitoria Guimaraes que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Vitoria Guimaraes. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Vitoria Guimaraes, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Vitoria Guimaraes terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Em resumo
MercadoMatheus Frizzo colocado na lista de transferências
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Vitoria Guimaraes ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Vejo todos os jogos do Vitoria Guimaraes daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Elche segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitoria Guimaraes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Telmo Arcanjo, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Vitoria Guimaraes, mais uma semana sem a assinatura de Marco Cruz.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Elche fica com o seu homem, e o Vitoria Guimaraes volta a uma lista com um nome riscado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Vitoria Guimaraes podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vitoria Guimaraes ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Óscar Rivas, e o treinador deixou.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 94. O Rio Ave tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
O banco30/08/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Erick
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Vitoria Guimaraes, e 3 jogos em 10 dizem que merece ser ouvido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Vitoria Guimaraes podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Vitoria Guimaraes já se começa a dizer o nome dele no passado.
Beni Mukendi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Diego Castillo, e o treinador deixou.
A formação existe exatamente para esta manhã. Jorge Castro passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Marco 09 tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Gustavo Silva quer futebol continental; se o Vitoria Guimaraes o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Erick e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Vitoria Guimaraes sabem-no.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Rodrigo Macedo e o Vitoria Guimaraes acertam mais 4 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Vitoria Guimaraes já se começa a dizer o nome dele no passado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitoria Guimaraes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Luis Mendes passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Mario Climent lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitoria Guimaraes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Telmo Arcanjo, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Vitoria Guimaraes daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Varzim segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Beni Mukendi assinar alguma coisa — um contrato no Vitoria Guimaraes ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Marco Cruz fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Matheus Frizzo apontou a data.
Em resumo
O bancoAlioune Ndoye pede uma conversa com o treinador
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Vitoria Guimaraes sabem-no.
Marco Cruz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Vitoria Guimaraes daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Varzim segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Lohann Doucet está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Vitoria Guimaraes podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o Maritimo; o Vitoria Guimaraes volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 5, saíram 9, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Sporting CP ninguém diz, e no Vitoria Guimaraes ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tony Strata está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matheus Frizzo, e o treinador deixou.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O banco26/10/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Fernando Carvalho escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Vitoria Guimaraes vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitoria Guimaraes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tony Strata e o Vitoria Guimaraes acertam mais 4 anos.
Disseram uma coisa a Telmo Arcanjo e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lucas Bruera treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Vitoria Guimaraes não tem uma boa resposta.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 14 ações combinadas e uma nota de 7.79, e nenhuma delas entrará num resumo.
Lohann Doucet esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Vitoria Guimaraes e lutar pelo meu lugar.» 1 jogos em 5 no Caldas dizem o resto.
Plantel05/10/2026
Tony Strata desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Acabou 2‑2, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco05/10/2026
Neste momento há alguém melhor do que Lucas Bruera
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Em resumo
O bancoLucas Bruera pede uma conversa com o treinador