A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Santos perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o Galatasaray, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o Cruzeiro; o Santos volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
O Santos ofereceu $1.6M; o Criciuma disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Billal Brahimi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Santos as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Santos fez a parte difícil com o Atlético Mineiro, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Mineiro falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lucas Moura e o Atlético Mineiro acertam mais 3 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Mineiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Moura está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wallace Yan, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Renan Lodi está nela.
Mateo Cassierra lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Mineiro falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Fred esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/03/2027
Lucas Moura desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lyanco está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
121 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Mineiro perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel11/01/2027
Lucas Moura desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Mineiro, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Faltam 48 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
O banco11/01/2027
Tomás Cuello tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Mineiro dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabriel Delfim, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoA história de Renan Lodi recusa-se a morrer
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Mineiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Nada na semana que aí vem é normal. O Cruzeiro no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maycon estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
O bancoA vista do banco
Emprestados9 golos por empréstimo para Júnior Santos
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Mineiro perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Atlético Mineiro ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Mineiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 17. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel02/11/2026
Natanael desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Disseram uma coisa a Gustavo Scarpa e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Fred sai dessa comparação dentro da equipa, e o Atlético Mineiro beneficiou de cada uma dessas tardes.
O banco02/11/2026
Mateo Cassierra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Mineiro dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
119 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Mineiro perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O São Paulo está fora e o Atlético Mineiro segue em frente, com um 2‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 117. O São Paulo vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Cauã Soares não precisou: 7.63, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Gustavo Scarpa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.