Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Hulk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Matheus Pacheco depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Fluminense podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fluminense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Santiago Moreno estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fluminense, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.13 aos 40, e ninguém no campo esteve melhor.
Jogo01/05/2027
O Fluminense torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fluminense falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fluminense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Arthur Ryan e o Fluminense acertam mais 4 anos.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Erison era uma das razões por que as pessoas vinham, e $19.5M não substitui isso sozinho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sota Miura treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kayke está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Asahi Sasaki. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O Kawasaki Frontale não queria vender e o número é a razão por que o fez. $19.5M por Erison, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O Fenerbahce não queria vender e o número é a razão por que o fez. $3.2M por Talisca, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Erison agiu, no Fluminense, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
As bancadas21/12/2026
Os adeptos revoltam-se com a venda de Martinelli por $17.8M
Vai para o Botafogo, o clube tem $17.8M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
O Vasco da Gama queria mais do que $3.8M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Botafogo fica com o seu homem, e o Fluminense volta a uma lista com um nome riscado.
Hulk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Mercado14/12/2026
Tão perto: a transferência de Hiroto Taniguchi morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Fortaleza seguiu em frente, Hiroto Taniguchi apresenta-se de volta no Kawasaki Frontale, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Hiroto Taniguchi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Kawasaki Frontale lida com um homem que quer outro país.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Marcinho está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tatsuya Ito assinar alguma coisa — um contrato no Kawasaki Frontale ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kawasaki Frontale, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Yuichi Maruyama lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Hiroto Taniguchi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yuto Ozeki treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Erison assinar alguma coisa — um contrato no Kawasaki Frontale ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco23/11/2026
Kayke tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kawasaki Frontale dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Kawasaki Frontale fez saber ao mercado que Hiroto Taniguchi está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Kawasaki Frontale não tem uma boa resposta.
57 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kawasaki Frontale perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Aos 20 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Kawasaki Frontale vai tentar não fazer disso um caso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sota Miura, e o treinador deixou.
65 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kawasaki Frontale perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Urawa Reds vai querer esquecer isto depressa: 5‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Kawasaki Frontale foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Hiroto Taniguchi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Kawasaki Frontale e o Urawa Reds, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kawasaki Frontale podem fingir não ter ouvido.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Hiroto Taniguchi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Derik Lacerda quer futebol continental; se o Kawasaki Frontale o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yasuto Wakizaka. 1‑0 sobre o Vissel Kobe, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Uma exibição de 8.33 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Takehiro Doan, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Dribles concretizados: 32. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kawasaki Frontale coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marcinho, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Kawasaki Frontale ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Yasuto Wakizaka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Kawasaki Frontale lida com um homem que quer outro país.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Takehiro Doan depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Um amarelo a mais e Hiroto Taniguchi fica de fora. O Kawasaki Frontale perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kawasaki Frontale coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Kawasaki Frontale disse a Yuki Yamamoto que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Kawasaki Frontale, e 2 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.
O banco21/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Takehiro Doan a uma sala que já as tinha ouvido.
14 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
O Sanfrecce Hiroshima segue em frente e o Kawasaki Frontale vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
A proposta do NK Osijek por Erison foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kawasaki Frontale, e não vai ser retirado.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Kawasaki Frontale vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Urawa Reds pode já não estar a vender.
Hiroto Taniguchi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Derik Lacerda quer futebol continental; se o Kawasaki Frontale o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Takehiro Doan sobre o empate
Vitória por 2‑1 sobre o Vegalta Sendai, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O negócio com o Urawa Reds está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Notas dos jogadores24/08/2026
Kayke, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.72
Um 7.72 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
16 entradas e 10 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Hiroto Taniguchi quer futebol continental; se o Kawasaki Frontale o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $7.0M — um clube que quer Kaito Yasui ao ponto de perguntar duas vezes.
Hiroto Taniguchi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A proposta do Charleroi por Svend Brodersen foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Urawa Reds, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Tokyo fica com o seu homem, e o Kawasaki Frontale volta a uma lista com um nome riscado.
O telefone voltou a tocar por causa de Erison, e desta vez do outro lado está o NK Osijek. No Kawasaki Frontale ouvem com educação e não prometem nada.
Hiroto Taniguchi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Kawasaki Frontale já telefonou ao FC Tokyo. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.