Caio Alexandre e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hugo Vandermersch está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Caio Alexandre e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Caio Alexandre está nela.
Segue-se o Lausanne-Sport, e há um homem no balneário do St. Gallen que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.92 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel04/10/2027
Aliou Baldé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lawrence Ati-Zigi, e o treinador deixou.
Empate aos 86 minutos, depois de uma tarde que o St. Gallen tinha praticamente arrumada. O Thun vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.90 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Stefan Nikolić acabou de assinar pelo St. Gallen e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hugo Vandermersch estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel27/09/2027
No St. Gallen ainda são estranhos uns para os outros
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Posição 2, 16 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Caio Alexandre e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Young Boys; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O St. Gallen vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Étoile Carouge pode já não estar a vender.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Salernitana fica com o seu homem, e o St. Gallen volta a uma lista com um nome riscado.
O aperto de mão com o Étoile Carouge está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Valerenga fica com o seu homem, e o St. Gallen volta a uma lista com um nome riscado.
O relógio fez o que o Valerenga não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Direção06/09/2027
O prazo passa com 14 contratações e 12 saídas
Está feito o negócio no St. Gallen até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O St. Gallen ofereceu $1.9M; o Thun disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.1M — um clube que quer Yassine Bouchama ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No St. Gallen ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
O St. Gallen e o Valerenga acertaram em $7.2M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lausanne-Sport fica com o seu homem, e o St. Gallen volta a uma lista com um nome riscado.
O St. Gallen foi ao Thun com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Yverdon vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O St. Gallen foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Burnley fica com o seu homem, e o St. Gallen volta a uma lista com um nome riscado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Lukas Görtler produziu-o, e o 8.09 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Caio Alexandre e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aliou Baldé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores23/08/2027
Lukas Daschner jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.30. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Konrad Faber, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no St. Gallen
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Lukas Görtler. 1‑0 sobre o Sion, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aliou Baldé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao AS Roma para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Lawrence Ati-Zigi sai dessa comparação dentro da equipa, e o St. Gallen beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Steven Gavranovic sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que St. Gallen podem fingir não ter ouvido.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Sassuolo fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Lukas Görtler esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Konrad Faber e o St. Gallen acertam mais 4 anos.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Yverdon fica com o seu homem, e o St. Gallen volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aliou Baldé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Lecce para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kéassé Bah, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do St. Gallen, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O St. Gallen fez a parte difícil com o Club Brugge, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Plantel28/06/2027
Hugo Vandermersch desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel28/06/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no St. Gallen
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Luke Plange e o St. Gallen acertam mais 4 anos.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do St. Gallen já se começa a dizer o nome dele no passado.
As bancadas21/06/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Christian Witzig por $7.1M
Vai para o Young Boys, o clube tem $7.1M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Fiorentina fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O St. Gallen perguntou e o Austria Wien disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aliou Baldé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No St. Gallen estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
29 jogos e 8 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aliou Baldé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Plantel31/05/2027
No St. Gallen ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/05/2027
Aliou Baldé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco24/05/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Tom Gaal
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em St. Gallen, e 0 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no St. Gallen. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O St. Gallen sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A língua vai chegando, as piadas acertam e há alguém no cabide ao lado com quem falar. Nada disto aparece num relatório de observação e tudo isto se vê em campo.
O homem mais afiado por lá a semana inteira, segundo todos os relatos. É a linha mais discreta desta página, e costuma sair na semana anterior ao início de uma série de jogos de alguém na equipa.
Em resumo
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Behar Neziri
Manuel Lazzari e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aliou Baldé, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do St. Gallen daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Wil segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Malamine Efekele treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Manuel Lazzari e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/05/2027
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aliou Baldé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em St. Gallen, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no St. Gallen. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Tobias Müller e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aliou Baldé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mahamadou Diarra assinar alguma coisa — um contrato no St. Gallen ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrin Hunziker treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Posição 3, 31 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Manuel Lazzari e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel05/04/2027
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aliou Baldé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Csoboth, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em St. Gallen, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/03/2027
Aliou Baldé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em St. Gallen, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
8 golos em 26 jogos no Nea Salamis — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No St. Gallen alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O banco22/03/2027
Kevin Csoboth tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no St. Gallen dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Manuel Lazzari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aliou Baldé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no St. Gallen admitiria. Nota-se aos sábados.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no St. Gallen. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mahamadou Diarra assinar alguma coisa — um contrato no St. Gallen ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em St. Gallen, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no St. Gallen sabem-no.
Malamine Efekele e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/03/2027
Aliou Baldé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tobias Müller, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no St. Gallen, mais uma semana sem a assinatura de Tobias Müller.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Lawrence Ati-Zigi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aliou Baldé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco22/02/2027
Kevin Csoboth tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no St. Gallen dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Christian Witzig assinar alguma coisa — um contrato no St. Gallen ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no St. Gallen. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Lawrence Ati-Zigi regressa a St. Gallen com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Manuel Lazzari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O PAOK fica com o seu homem, e o St. Gallen volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Malamine Efekele treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No St. Gallen ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Tobias Müller apontou a data.
O negócio que levaria Christian Witzig para o Basel caiu na fase final e ele reapresenta-se no St. Gallen com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Posição 3, 31 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Manuel Lazzari e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aliou Baldé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em St. Gallen, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no St. Gallen admitiria. Nota-se aos sábados.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do St. Gallen, e não vai ser retirado.
A proposta do Neuchâtel Xamax por Christian Witzig foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» St. Gallen nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção01/02/2027
Fecha o mercado: 2 entradas, 5 saídas no St. Gallen
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 2, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Manuel Lazzari e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O St. Gallen perguntou e o Udinese disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel01/02/2027
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aliou Baldé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Yverdon tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A proposta do ZTE por Kevin Csoboth foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O St. Gallen fez a parte difícil com o Lazio, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O St. Gallen perguntou e o Fiorentina disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/01/2027
Aliou Baldé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O St. Gallen já telefonou ao Manchester United. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O St. Gallen já telefonou ao Atalanta. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Posição 3, 31 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Austria Wien fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lawrence Ati-Zigi e o St. Gallen acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Atalanta fica com o seu homem, e o St. Gallen volta a uma lista com um nome riscado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Hugo Vandermersch tem a sua resposta do St. Gallen; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aliou Baldé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Três pontos para o St. Gallen: um 1‑0 diante do Thun num duelo decidido por pormenores.
Plantel28/12/2026
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aliou Baldé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco28/12/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Steven Gavranovic foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Malamine Efekele treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Aliou Baldé: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o St. Gallen a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Um 1‑4 imposto pelo Basel é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
Plantel21/12/2026
Aliou Baldé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ashvin Balaruban e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 defesas não encerram a discussão sobre de quem foi a culpa, e a discussão vai durar a semana toda. Os guarda-redes carregam estes resultados, cause-os quem os causar.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ashvin Balaruban: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o St. Gallen a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Carlo Boukhalfa marcou, foi avaliado com 7.95 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Lukas Görtler esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aliou Baldé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no St. Gallen sabem-no.
Notas dos jogadores07/12/2026
Aliou Baldé jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.06. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Um ponto arrancado aos 90 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tobias Müller, e o treinador deixou.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Colin Kleine-Bekel está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Malamine Efekele esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Terminou 1‑0, e a tarde foi de Mahamadou Diarra: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o St. Gallen.
Plantel30/11/2026
Aliou Baldé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mihailo Stevanović, e o treinador deixou.
“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 1‑0, já a falar do próximo.
Antevisão30/11/2026
O St. Gallen mede-se com a equipa que todos perseguem
O Young Boys chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/11/2026
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aliou Baldé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Tiemoko Ouattara: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o St. Gallen a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Tobias Müller apontou a data.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lawrence Ati-Zigi assinar alguma coisa — um contrato no St. Gallen ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Lukas Görtler esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em St. Gallen, e 2 jogos em 10 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Dribles concretizados: 14. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel09/11/2026
Kéassé Bah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco09/11/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Behar Neziri
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
O bancoKevin Csoboth tornou-se um homem de confiança do treinador
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aliou Baldé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ashvin Balaruban e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Lukas Görtler não conseguiu
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Gallen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
3 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Zurich passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aliou Baldé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aliou Baldé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Chima Okoroji está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Lukas Görtler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mahamadou Diarra. 1‑0 sobre o Thun, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aliou Baldé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No St. Gallen ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Steven Gavranovic sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do St. Gallen, e não vai ser retirado.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Hugo Vandermersch regressa a St. Gallen com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
O St. Gallen perguntou e o Club Brugge disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mahamadou Diarra. 1‑0 sobre o Luzern, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Plantel14/09/2026
Aliou Baldé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ashvin Balaruban esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do St. Gallen, e não vai ser retirado.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 19 entradas, 3 saídas no St. Gallen
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 19, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Mercado07/09/2026
Tão perto: a transferência de Corsin Konietzke morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Young Boys seguiu em frente, Corsin Konietzke apresenta-se de volta no St. Gallen, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
O St. Gallen perguntou e o Shakhtar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel07/09/2026
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aliou Baldé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ashvin Balaruban e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o St. Gallen joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do St. Gallen já se começa a dizer o nome dele no passado.
O St. Gallen perguntou e o Basel disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os papéis estão assinados: Ashvin Balaruban chega do Thun num negócio de $760.0K. Agora vem a parte difícil.
Jogo22/08/2026
Não se vê o fim da espera do St. Gallen por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no St. Gallen tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel24/08/2026
Palavras no treino do St. Gallen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aliou Baldé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Malamine Efekele e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O St. Gallen ofereceu $8.0M; o New England Revolution disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel10/08/2026
Uma transferência que Tobias Müller teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Tobias Müller está a viver essa versão no St. Gallen, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lukas Görtler e o St. Gallen acertam mais 3 anos.
Lukas Görtler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lukas Daschner, e o treinador deixou.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Haris Schär está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Edimilson Embolo está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.