Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
17 ações combinadas e 6.31. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Jogo19/03/2033
Não se vê o fim da espera do Hannover 96 por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hannover 96 tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
O Köln levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel21/03/2033
Julian Niehues desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Emprestados14/03/2033
O empréstimo de Daniel Peretz mede-se pelo que não acontece
22 balizas a zeros em 25 jogos no Bayer Leverkusen. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel14/03/2033
Mario Martín desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Albert Grønbæk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hannover 96 pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Notas dos jogadores31/01/2033
Nathan Tella, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.91
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.91 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Hannover 96 nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Emprestados31/01/2033
18 balizas a zeros por empréstimo para Daniel Peretz
19 jogos no Bayer Leverkusen e os golos deixaram de entrar. O Hannover 96 emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
$780.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Kaiserslautern pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Hannover 96
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hannover 96 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Sunderland por Talles Magno foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o Kaiserslautern, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Hamburger SV queria mais do que $550.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Marvin Hübel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelRobin Hranáč desentende-se com um colega por causa das exigências
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Arminia Bielefeld à espera com uma camisola. No Hannover 96 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Talles Magno produziu-o, e o 8.34 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A proposta do Greuther Fürth por Sean Nilsen-Modebe foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Notas dos jogadores17/01/2033
Um golo de defesa dá a vitória ao Hannover 96 — 7.96
1 para Elias Baum, avaliado com 7.96, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
O Hannover 96 ofereceu $2.0M; o Borussia Dortmund disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valentin Sulzbacher será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hannover 96 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Albert Grønbæk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Borussia Dortmund, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Elias Baum e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/01/2033
Robin Hranáč desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hannover 96 ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o SC Freiburg foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Hranáč estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Emprestados14 balizas a zeros por empréstimo para Daniel Peretz
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo13/12/2032
Para o Hannover 96, cada ponto é agora uma discussão
Posição 16 e 10 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yunus Ünal será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hannover 96 sabem-no.
Jogo11/12/2032
Não se vê o fim da espera do Hannover 96 por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hannover 96 tem de arrancar um resultado de algum lado.
Mario Martín e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Plantel13/12/2032
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Hranáč está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Plug será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Hannover 96 sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marvin Hübel, e o treinador deixou.
0‑1 para o Borussia Dortmund, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel06/12/2032
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Julian Niehues está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Denis Zakaria e o Hannover 96 acertam mais 3 anos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valentin Sulzbacher será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
Mario Martín esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Hranáč estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Deniz Zeitler, e o treinador deixou.
Avaliado com 7.99. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marcelo Ryan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Emprestados22/11/2032
O empréstimo de Daniel Peretz mede-se pelo que não acontece
9 balizas a zeros em 9 jogos no Bayer Leverkusen. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Saïdou Sow será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hannover 96 lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Hranáč estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hannover 96, mais uma semana sem a assinatura de Saïdou Sow.
Tobias Koch lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pedro Vilhena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hannover 96 sabem-no.
Mario Martín esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Robin Hranáč, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Hannover 96 foi explícito quanto à situação de Deniz Zeitler, o que é mais do que muitos recebem.
0‑2 para o Kaiserslautern, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel25/10/2032
Julian Niehues desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Cristian Caballero depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Marcelo Ryan
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Deniz Zeitler
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hannover 96 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
Mario Martín e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hannover 96 ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel11/10/2032
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Hranáč está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hannover 96, mais uma semana sem a assinatura de Nathan Yavorsky.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hannover 96 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 26 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Anísio Cabral esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/09/2032
Robin Hranáč desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Hannover 96 sabe dizer em que semana.
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hannover 96 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hannover 96 falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hannover 96 já falam dele no passado.
Plantel20/09/2032
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Hranáč está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco20/09/2032
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Saïdou Sow
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Brenden Aaronson
Aleksandar Vulić lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Hannover 96 vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Borussia Dortmund pode já não estar a vender.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hannover 96 falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hannover 96 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Tudo acordado com o Borussia Dortmund, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.
Plantel06/09/2032
50 dias de fora para Vincent Müller depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hannover 96 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Eintracht Frankfurt fica com o seu homem, e o Hannover 96 volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hannover 96, e não vai ser retirado.
Direção06/09/2032
O Hannover 96 fecha o mercado com um plantel feito por si
24 entradas e 25 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
As regras permitem-no e dói na mesma. Saïdou Sow acertou condições com o Kaiserslautern para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Verba acordada, salário acordado, e o Holstein Kiel à espera com uma camisola. No Hannover 96 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hannover 96 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Hannover 96 fez a parte difícil com o Eintracht Frankfurt, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Plantel30/08/2032
57 dias de fora para Vincent Müller depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hannover 96 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hannover 96 lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Jogo28/08/2032
Não se vê o fim da espera do Hannover 96 por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hannover 96 tem de arrancar um resultado de algum lado.
Aleksandar Vulić lesiona os ligamentos do joelho — 76 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 76 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alvos de mercado16/08/2032
Verba fechada, faltam as condições de Hugo Larsson
O Hannover 96 e o Eintracht Frankfurt acertaram em $15.4M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Plantel16/08/2032
76 dias de fora para Vincent Müller depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hannover 96 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Daniel Peretz regressa a Hannover 96 com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hannover 96 sabem-no.
Plantel16/08/2032
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Hranáč está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Club Brugge fica com o seu homem, e o Hannover 96 volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Nnamdi Collins está em marcha
O bancoDaniel Peretz pede uma conversa com o treinador
83 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hannover 96 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 84 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hannover 96 ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel26/07/2032
100 dias de fora para Vincent Müller depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hannover 96 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Hranáč estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Albert Grønbæk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bayern Munich fica com o seu homem, e o Hannover 96 volta a uma lista com um nome riscado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
Perguntou-se ao Bayer Leverkusen se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hannover 96 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hannover 96 falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pedro Vilhena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hannover 96 ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Hranáč estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hannover 96 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 123 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hannover 96, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Eintracht Frankfurt fica com o seu homem, e o Hannover 96 volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do Lugano por Marlon Faß foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Verba fechada, faltam as condições de Hugo Larsson
O Hannover 96 e o Eintracht Frankfurt acertaram em $14.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hannover 96 falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o SC Freiburg à espera com uma camisola. No Hannover 96 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
Não há pior forma de perder um futebolista. Pedro Vilhena pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 132 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Hannover 96 perguntou e o Eintracht Frankfurt disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Brenden Aaronson e o Hannover 96 acertam mais 4 anos.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hannover 96 sabem-no.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hannover 96 ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel14/06/2032
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Hranáč está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Pedro Vilhena quer futebol continental; se o Hannover 96 o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hannover 96 já se começa a dizer o nome dele no passado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 139 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Brenden Aaronson e o Hannover 96 acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
Não há pior forma de perder um futebolista. Tiago Gonçalves pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Em resumo
PlantelRobin Hranáč desentende-se com um colega por causa das exigências
Alvos de mercadoPorta fechada: Aaron Ramsdale fica onde está
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel24/05/2032
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Hranáč está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Aleksandar Vulić tem a sua resposta do Hannover 96; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hannover 96, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Disseram uma coisa a Victor Gidado e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Yunus Ünal pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Em resumo
DireçãoA formação do Hannover 96 continua a produzir
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Talles Magno quer futebol continental; se o Hannover 96 o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Victor Gidado será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
Plantel17/05/2032
Robin Hranáč desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Albert Grønbæk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/05/2032
7 caras novas e o Hannover 96 ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Victor Gidado tem a sua resposta do Hannover 96; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Severin Ottiger será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hannover 96, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Hranáč estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jobe Bellingham, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Hannover 96, e 4 jogos em 12 dizem que merece ser ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Marcelo Ryan quer futebol continental; se o Hannover 96 o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel26/04/2032
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Hranáč está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Andrea Colpani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Minuto 90, frente ao VfB Stuttgart, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hannover 96 ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hannover 96, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não se vê o fim da espera do Hannover 96 por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hannover 96 tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Hannover 96 sabe dizer em que semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Hranáč estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Albert Grønbæk e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todas as carreiras longas chegam à semana em que se pensa na última. Ele gostava que fosse onde começou, e o Hannover 96 sabe agora que esse pensamento chegou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Severin Ottiger será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hannover 96 sabem-no.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hannover 96 ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
16 jogos sem sofrer em 22 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Artem Zaloha tem tido muitas.
Plantel05/04/2032
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Hranáč está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Albert Grønbæk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hannover 96, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Hranáč estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Hannover 96 joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Nathan Tella chama-lhe outra coisa em privado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hannover 96 sabem-no.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hannover 96 sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/03/2032
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Hranáč está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Disseram uma coisa a Albert Grønbæk e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rémi Himbert, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Łukasz Poręba
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hannover 96 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hannover 96, e não vai ser retirado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Baye Coulibaly será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Valentin Sulzbacher acabou de assinar pelo Hannover 96 e, por uma vez, a resposta importava.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hannover 96 a ouviu como outra coisa.
Plantel01/03/2032
Robin Hranáč desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Andrea Colpani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hannover 96 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel23/02/2032
Uma transferência que David Abrangao teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. David Abrangao está a viver essa versão no Hannover 96, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Hranáč estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
45 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hannover 96 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O negócio que levaria Jeredy Hilterman para o SC Paderborn caiu na fase final e ele reapresenta-se no Hannover 96 com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Jan Plug acabou de assinar pelo Hannover 96 e, por uma vez, a resposta importava.
Isac Lidberg e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 6.74, e nenhuma delas entrará num resumo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Julian Niehues, e o treinador deixou.
Plantel22/09/2031
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sékou Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 15. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco22/09/2031
Neste momento há alguém melhor do que Isac Lidberg
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Plantel22/09/2031
5 caras novas e o Hannover 96 ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
Notas dos jogadoresRobin Hranáč fica com as honras
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hannover 96 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Fisnik Asllani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hannover 96 sabem-no.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hannover 96 lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Foi preciso Marlon Faß marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o VfB Stuttgart, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco28/04/2031
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Cristian Caballero não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Hannover 96 também ninguém o escondia.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.