30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O El Masry perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Mohamed El Shami regressa a El Masry com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Karim El Eraki e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A perseguição a Ahmed Khaled terminou com $160.0K a mudar de mãos e o Al Gaish sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em El Masry, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco09/08/2027
Mohamed Shokry tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no El Masry dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
73 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O El Masry perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no El Masry falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $55.6K — um clube que quer Mahmoud Gehad ao ponto de perguntar duas vezes.
Karim El Eraki e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohamed Shehata será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no El Masry as despedidas começaram em silêncio.
O El Masry foi ao Zamalek com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mounder Temine e o El Masry acertam mais 4 anos.
O El Masry perguntou e o Al Ahly disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
34 jogos e 6 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Moustafa Zeidan lesiona os ligamentos do joelho — 81 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 81 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O El Masry vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O El Masry perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no El Masry coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Arab Contractors fica com o seu homem, e o El Masry volta a uma lista com um nome riscado.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mahmoud Hamdy tem a sua resposta do El Masry; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Ninguém no El Masry dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Moustafa Zeidan lesiona os ligamentos do joelho — 88 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Military Production à espera com uma camisola. No El Masry ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no El Masry falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Hearts of Oak por Bismark Asante foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do El Masry, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O El Masry fez a parte difícil com o LNZ, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Karim El Eraki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O El Masry perguntou e o Al Gaish disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Moustafa Zeidan lesiona os ligamentos do joelho — 95 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 95 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 77 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Karim El Eraki e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Ahly fica com o seu homem, e o El Masry volta a uma lista com um nome riscado.
O El Masry vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Ahly foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al Ahly perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Uma média de 7.54 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Al Ahly vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Al-Riyadh pode já não estar a vender.