Uma média de 7.20 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Mehdi Bourabia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aimen Bouguerra estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Empate aos 91 minutos, depois de uma tarde que o ES Setif tinha praticamente arrumada. O Paradou vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Siyanda Ndlovu produziu-o, e o 8.43 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Setif coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Siyanda Ndlovu. 3‑2 sobre o ES Ben Aknoun, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Siyanda Ndlovu tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Toda a gente no ES Setif viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 39 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Mehdi Mandi sobre uma tarde de 3‑2 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
O banco22/02/2027
Yacine Goudjil tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no ES Setif dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA história de Riad Benayad recusa-se a morrer
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O ES Setif perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 4, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O ES Setif fez a parte difícil com o MC Oran, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Canaria e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O ES Setif perguntou e o MC Alger disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No ES Setif sabem-no, e também todos os que o veem.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O ES Setif perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Mehdi Bourabia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Mamelodi Sundowns fica com o seu homem, e o ES Setif volta a uma lista com um nome riscado.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 20 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Toda a gente no ES Setif viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 39 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aimen Bouguerra estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 58 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Daniel Gnahoua agarrou este contra o CR Belouizdad. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do ES Setif.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Setif, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Daniel Gnahoua não precisou: 8.23, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Canaria e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
O ES Setif perguntou e o RC Strasbourg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
65 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O ES Setif perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Setif coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente no ES Setif viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 39 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Avaliado com 7.91. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco28/12/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Mehdi Mandi, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohamed Benlebna está nela.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
0‑1 para o MC Alger, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Mehdi Mandi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mohamed Réda Hamidi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
95 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O ES Setif perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Setif coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 38 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 102 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Canaria esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mehdi Bourabia e o ES Setif acertam mais 2 anos.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Mehdi Mandi depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Mehdi Bourabia tem 35 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Paradou? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aïssa Boudechicha treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
109 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O ES Setif perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel16/11/2026
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do ES Setif
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Riad Benayad foi o melhor de qualquer um deles.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 134 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Olympique Akbou continuou a vir porque nada o travou, e ao ES Setif vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Mohamed Réda Hamidi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 16. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel26/10/2026
12 caras novas e o ES Setif ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco26/10/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Mehdi Mandi escolheu a versão do copo meio cheio do 2‑2; os adeptos saíram com a outra.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 142 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Mohamed Benlebna tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Toda a gente no ES Setif viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Canaria e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Chemseddine Nessakh e o ES Setif acertam mais 1 anos.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Mohamed Réda Hamidi: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o ES Setif a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no ES Setif sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no ES Setif coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 38 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
O banco05/10/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Mehdi Mandi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Omar El Mansouri e o ES Setif acertam mais 2 anos.
Canaria esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco28/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Mehdi Mandi a uma sala que já as tinha ouvido.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Merouane Zerrouki: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o ES Setif a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no ES Setif. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
17 ações combinadas e 6.92. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Mohamed Réda Hamidi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Mehdi Mandi não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do ES Setif também ninguém o escondia.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do ES Setif ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Mehdi Boureghda pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Flamengo ninguém diz, e no ES Setif ninguém gosta de estar a adivinhar.
Mohamed Réda Hamidi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Werder Bremen fica com o seu homem, e o ES Setif volta a uma lista com um nome riscado.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o JS Saoura? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Dalil Adel Hassen Khodja: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o ES Setif a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Ninguém no ES Setif sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Setif, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Le Havre AC ninguém diz, e no ES Setif ninguém gosta de estar a adivinhar.
Canaria esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Uma sondagem ao Flamengo para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Paul Argney está em marcha
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do ES Setif, e não vai ser retirado.
$170.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Paradou pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Mohamed Réda Hamidi era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $3.0M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
O ES Setif perguntou e o Grêmio disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O ES Setif já telefonou ao Le Havre AC. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Werder Bremen para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No ES Setif sabem-no, e também todos os que o veem.
O ES Setif e o JS Kabylie acertaram em $3.0M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Toulouse FC fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A proposta seguiu esta semana para o Paradou, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Canaria acabou de assinar pelo ES Setif e, por uma vez, a resposta importava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Viktoria Plzen fica com o seu homem, e o ES Setif volta a uma lista com um nome riscado.
Canaria esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Mohamed Bellahcene está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Hicham Haddad está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Hillal Bounedjah é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Riyad Benrahma passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.