Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kasimpasa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
İrfan Can Kahveci e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
O banco30/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Sinan Aktorkoglu escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Adana Demirspor? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Antalyaspor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.64 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Notas dos jogadores09/11/2026
Mustafa Hekimoğlu, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.75
Um 7.75 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mustafa Hekimoğlu. 2‑1 sobre o Giresunspor, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Caner Turuc é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Antalyaspor disse a Ismail Jakobs que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 106 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Antalyaspor sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Antalyaspor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Caner Ozan está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Antalyaspor, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.90 ao lado do nome.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kasimpasa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Mustafa Sol está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.