Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Paris FC já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Paris FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A verba é $290.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Quevilly-Rouen negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
João Tornich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Narcis Ilaş, e o treinador deixou.
Plantel24/06/2030
Palavras no treino do Paris FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Manu Fuster está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Paris FC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do JS Kabylie por Enzo Faty foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Le Mans FC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o FC Rouen, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Pierre Lees-Melou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Metz ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ante Crnac estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
João Tornich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O FC Metz vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FC Metz sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Joseph Mangondo está nela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Metz, e não vai ser retirado.
Alexsandro Ribeiro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jay Matete está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em FC Metz, e 10 jogos em 49 dizem que merece ser ouvido.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Metz ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo06/04/2030
Não se vê o fim da espera do FC Metz por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no FC Metz tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Metz, e não vai ser retirado.
O OGC Nice levou os pontos após um 1‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel08/04/2030
Jay Matete desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Metz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco08/04/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Raymond Huet saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Metz ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Metz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/04/2030
Ante Crnac desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O FC Metz perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $151.6K do que o FC Metz pagou por Lucas Batbedat é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Metz ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O negócio que levaria Joseph Mangondo para o Dijon caiu na fase final e ele reapresenta-se no FC Metz com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Metz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tanguy Ndombele está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
65 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Metz perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Metz ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. João Tornich acertou condições com o Stade de Reims para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alexsandro Ribeiro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tanguy Ndombele estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
110 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FC Metz perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alexsandro Ribeiro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/11/2029
Tanguy Ndombele desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do FC Metz já se começa a dizer o nome dele no passado.
Khéphren Thuram e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tanguy Ndombele está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O RC Lens fica com o seu homem, e o FC Metz volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao Stade Brestois se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $333.3K ao FC Metz. Yannis Lawson saiu há muito tempo; o papel ficou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Franck Fomeyem treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel04/06/2029
João Tornich consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. João Tornich acabou de assinar pelo FC Metz e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Metz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tanguy Ndombele estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Portimonense já se começa a dizer o nome dele no passado.
9 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Jogo12/08/2028
Não se vê o fim da espera do Portimonense por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Portimonense tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Portimonense pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Harry Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção14/08/2028
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Portimonense
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Famalicao fica com o seu homem, e o Portimonense volta a uma lista com um nome riscado.