A raiva no Greuther Fürth transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Greuther Fürth perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Direção05/09/2033
O prazo passa com 26 contratações e 21 saídas
Está feito o negócio no Greuther Fürth até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
$560.0K em cima da mesa do Dynamo Dresden. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Greuther Fürth fez a parte difícil com o Borussia Mönchengladbach, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Bayer Leverkusen ninguém diz, e no Greuther Fürth ninguém gosta de estar a adivinhar.
Mustafa Sol esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matvii Panchenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
77 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bayern Munich perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Holstein Kiel à espera com uma camisola. No Bayern Munich ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Jamal Musiala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/08/2033
Jarell Quansah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O novo treinador do Bayern Munich já trabalhou com Đorđe Petrović e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
91 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bayern Munich perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Magdeburg à espera com uma camisola. No Bayern Munich ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bayern Munich podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dayot Upamecano será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bayern Munich as despedidas começaram em silêncio.
Mario Martín esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Bayern Munich, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Plantel08/08/2033
Demasiada mudança demasiado depressa no Bayern Munich
17 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
54 dias de fora para João Mário depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Werder Bremen vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Werder Bremen toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Verba acordada, salário acordado, e o Widzew Łódź à espera com uma camisola. No Werder Bremen ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel08/08/2033
Uma transferência que Roméo Garnier teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Roméo Garnier está a viver essa versão no Werder Bremen, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alvos de mercado08/08/2033
$210.0K põem os clubes de acordo sobre Filip Černý
O Nürnberg aceitou o dinheiro. O que o Werder Bremen ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Werder Bremen ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 54 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dayot Upamecano será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bayern Munich as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bayern Munich coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Carney Chukwuemeka, e o treinador deixou.
O banco18/04/2033
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Sven Baumann saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel18/04/2033
5 caras novas e o Bayern Munich ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 93 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
2 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Plantel14/03/2033
27 dias de fora para Arthur Theate depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Bayern Munich vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
7.96, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bayern Munich ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Bayern Munich fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Matteo Ruggeri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Greuther Fürth, e não vai ser retirado.
$2.1M era o máximo que o clube pagaria, e o Borussia Mönchengladbach pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Jonathan Spedalieri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Darío Benavides e o Greuther Fürth acertam mais 4 anos.
13 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel14/02/2033
Palavras no treino do Greuther Fürth sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maximilian Wöber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Bayern Munich pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bayern Munich ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bayern Munich coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alphonso Davies assinar alguma coisa — um contrato no Bayern Munich ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Bayern Munich admitiria. Nota-se aos sábados.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Werder Bremen pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção30/08/2032
O Werder Bremen não tem ninguém para dirigir os treinos
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Werder Bremen já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Werder Bremen podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Holstein Kiel por Yousef Salech foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A raiva no Werder Bremen transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Werder Bremen perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Magnus Bech Riisnæs será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Werder Bremen as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Werder Bremen já se começa a dizer o nome dele no passado.
O telefone voltou a tocar por causa de Paul Nebel, e desta vez do outro lado está o Union Berlin. No Werder Bremen ouvem com educação e não prometem nada.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Werder Bremen podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Werder Bremen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/07/2032
Jens Stage desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Borussia Dortmund fica com o seu homem, e o Werder Bremen volta a uma lista com um nome riscado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Greuther Fürth está a esgotar-se.
Plantel12/07/2032
Aliou Traoré lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Greuther Fürth, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vukašin Topić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Greuther Fürth as despedidas começaram em silêncio.
A proposta seguiu esta semana para o Borussia Mönchengladbach, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Greuther Fürth perguntou e o Bayer Leverkusen disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Greuther Fürth coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 2, 73 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A proposta do SC Freiburg por Benoît Badiashile foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Bayern Munich já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Pape Matar Sarr está a viver essa versão no Bayern Munich, e costuma notar-se no primeiro mês.
O telefone voltou a tocar por causa de Malik Tillman, e desta vez do outro lado está o SC Freiburg. No Bayern Munich ouvem com educação e não prometem nada.
Pape Matar Sarr esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Greuther Fürth perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Greuther Fürth podem fingir não ter ouvido.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Paolo Guajardo agiu, no Greuther Fürth, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Connor Metcalfe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Dynamo Dresden vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ryan Tchato pré-acordou a mudança para o Greuther Fürth, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
O Greuther Fürth perguntou e o RB Leipzig disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel28/06/2032
Maximilian Wöber desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao Bayer Leverkusen se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
67 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Werder Bremen perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Werder Bremen já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Werder Bremen, e não vai ser retirado.
Plantel21/06/2032
Jens Stage desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bayer Leverkusen fica com o seu homem, e o Werder Bremen volta a uma lista com um nome riscado.
Verba acordada, salário acordado, e o Arminia Bielefeld à espera com uma camisola. No Bayern Munich ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bayern Munich falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bayern Munich podem fingir não ter ouvido.
$10.4M era o máximo que o clube pagaria, e o Werder Bremen pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
13 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Jamal Musiala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Bayern Munich perguntou e o Schalke 04 disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O VfL Wolfsburg aceitou o dinheiro. O que o Bayern Munich ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bayern Munich falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bayern Munich ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bayern Munich perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Werder Bremen por Federico González foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Preußen Münster tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Bayern Munich pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
67 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bayern Munich perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Bayern Munich já falam dele no passado.
Jogo13/03/2032
Ninguém quer jogar contra o Bayern Munich neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.93 para o resto.
O novo treinador do Bayern Munich já trabalhou com Dayot Upamecano e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Verba fechada, faltam as condições de Alam Garcete
O Greuther Fürth e o SV Elversberg acertaram em $770.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bayer Leverkusen fica com o seu homem, e o Greuther Fürth volta a uma lista com um nome riscado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.47 para o resto.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.95 ao lado do nome.
Isto não é rotação. Marvin Dills está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Greuther Fürth finge o contrário.
Plantel12/01/2032
Palavras no treino do Greuther Fürth sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Friedrich Müller está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.