Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rio Ave ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Thiago Helguera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Arouca vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jhojan De La Cruz pré-acordou a mudança para o Rio Ave, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Todas as carreiras longas chegam à semana em que se pensa na última. Ele gostava que fosse onde começou, e o Rio Ave sabe agora que esse pensamento chegou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Roméo Beney assinar alguma coisa — um contrato no Rio Ave ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rio Ave ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tomás Salteño esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Santa Clara foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Lopera, e o treinador deixou.
Avaliado com 7.90. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Gabriel Tigrão chama-lhe outra coisa em privado.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoAndreas Ndoj tornou-se um homem de confiança do treinador
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Rio Ave a ouviu como outra coisa.
Jogo02/04/2033
Não se vê o fim da espera do Rio Ave por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Rio Ave tem de arrancar um resultado de algum lado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Notas dos jogadores04/04/2033
Tomás Salteño fez o trabalho que ninguém conta — 6.60
11 ações combinadas e 6.60. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rio Ave ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Rio Ave pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel07/03/2033
Aleks Ristić consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Aleks Ristić acabou de assinar pelo Rio Ave e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Elvin Cəfərquliyev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tomás Salteño e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Rio Ave, mais uma semana sem a assinatura de Liam Bennett.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Rio Ave ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rio Ave perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alejandro Lopera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rio Ave as despedidas começaram em silêncio.
O Rio Ave ofereceu $2.1M; o Vitoria Guimaraes disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rio Ave coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Elvin Cəfərquliyev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Rio Ave perguntou e o Chaves disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Jordy Bawuah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Elvin Cəfərquliyev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Estrela da Amadora fica com o seu homem, e o Rio Ave volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Liam Bennett e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Liam Bennett, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que João Galindo está nela.
Segue-se o Sporting CP, e há um homem no balneário do Rio Ave que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Rio Ave admitiria. Nota-se aos sábados.
Faltam 7 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Rio Ave pode pedir e sobe o salário que Liam Bennett pode exigir.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Rio Ave, mais uma semana sem a assinatura de Miguel Silva.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rio Ave coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Douglas Nogueira podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nada foi anunciado, porque estas coisas nunca são. A ficha de jogo simplesmente deixou de se parecer com o que era há 2 jogos, e não voltou a parecer-se. Todos os adeptos repararam na mesma semana e a nenhum foi dito.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jari De Busser será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rio Ave as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Rio Ave a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Elvin Cəfərquliyev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Giovanni Lauricella esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Rio Ave já se começa a dizer o nome dele no passado.
$2.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Vitoria Guimaraes pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Elvin Cəfərquliyev e o Rio Ave acertam mais 3 anos.
O Rio Ave foi ao Nacional com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Andreas Ndoj e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel09/08/2032
Lesão muscular e 15 dias de fora para Kelvin Pires
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Rio Ave vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordy Bawuah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Manu Garrido lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rio Ave, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jari De Busser será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rio Ave as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Rio Ave ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O Rio Ave foi ao Chaves com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Rio Ave ofereceu $320.0K; o Nacional disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Elvin Cəfərquliyev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Porto fica com o seu homem, e o Rio Ave volta a uma lista com um nome riscado.
Manu Garrido lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $2.8M porque Roméo Beney é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vitoria Guimaraes fica com o seu homem, e o Rio Ave volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta seguiu esta semana para o Estrela da Amadora, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $613.1K — um clube que quer Saymon ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta do Penafiel por Andreas Ndoj foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sporting CP B já se começa a dizer o nome dele no passado.
O treinador reorganizou as ideias e Luca Orellano saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Sporting CP B terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Em resumo
PlantelNo Sporting CP B ainda são estranhos uns para os outros
MercadoContinua sem haver assinatura de Andreas Ndoj
Manu Garrido lesiona os ligamentos do joelho — 49 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Verba acordada, salário acordado, e o Charleroi à espera com uma camisola. No Rio Ave ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O aperto de mão com o Sporting CP está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Braga queria mais do que $1.5M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel07/06/2032
Uma transferência que Martim Ribeiro teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Martim Ribeiro está a viver essa versão no Rio Ave, e costuma notar-se no primeiro mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ricardo Neto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rio Ave as despedidas começaram em silêncio.
Sergio Barcia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
31 jogos e 6 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Sporting CP B não tem uma boa resposta.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Sporting CP B aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
O único prémio que mais ninguém no relvado pode ganhar vai para Rui Silva, com 16 balizas a zeros ao longo da época. Há guarda-redes que esperam uma carreira inteira por uma época assim.
Rafael Nel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andreas Ndoj será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sporting CP B as despedidas começaram em silêncio.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sporting CP B sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Sporting CP B fez saber ao mercado que Fabio Carvalho está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Em resumo
PlantelKoba Koindredi treina como quem tem algo a provar
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Duarte Tomás treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma média de 7.50 na época, com 24 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andreas Ndoj será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sporting CP B as despedidas começaram em silêncio.
2.º lugar com 81 pontos, e as filas na bilheteira são a parte de uma luta pela subida que nunca aparece numa tabela. A cidade decidiu que esta é a sério.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.85 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andreas Ndoj, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matheus Nascimento treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
22 golos e uma média de 7.48 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
500 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Carlos Neves e o Sporting CP B acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Sporting CP B terá de responder com minutos ou com uma transferência.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matheus Nascimento treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Já são 14 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Diogo Travassos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sporting CP B as despedidas começaram em silêncio.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 6 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Jogo03/04/2032
O Sporting CP B torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting CP B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Antevisão05/04/2032
Os vizinhos são o próximo adversário do Sporting CP B
Nada na semana que aí vem é normal. O Porto B no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 18 anos do Sporting CP B que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Andreas Ndoj.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Sergio Barcia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
10 golos e uma média de 7.21 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
22 golos e uma média de 7.52 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rafael Nel produziu-o, e o 8.66 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo13/03/2032
Ninguém quer jogar contra o Sporting CP B neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Jogo13/03/2032
Mais uma trazida de fora
5 seguidas na estrada para o Sporting CP B. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Uma exibição de 8.10 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel15/03/2032
Um jovem do Sporting CP B leva o prémio de melhor sub-21
Andre Silva tem 18 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Posição 2, 71 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.50 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.82 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. David Almeida tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Sporting CP B terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Em resumo
PlantelAndre Silva é o melhor jovem do fim de semana
Uma média de 7.47 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.90 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. David Almeida será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sporting CP B as despedidas começaram em silêncio.
Jogo28/02/2032
Ninguém quer jogar contra o Sporting CP B neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sporting CP B ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Diego Rodrigues. 1‑0 sobre o Fafe, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores01/03/2032
Diego Rodrigues jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.25. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Andreas Ndoj.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andreas Ndoj será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sporting CP B as despedidas começaram em silêncio.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andreas Ndoj treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Matheus Nascimento ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O Sporting CP B fez saber ao mercado que Diogo Travassos está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Matheus Nascimento. 2‑1 sobre o Arouca, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting CP B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
A proposta do Atlético CP por Andreas Ndoj foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O negócio que levaria Matheus Nascimento para o Gil Vicente caiu na fase final e ele reapresenta-se no Sporting CP B com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.24 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
JogoAo fim de 5 jogos, o Sporting CP B volta a perder
O Sporting CP torna a sua casa um sítio difícil de visitar
43 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Verba acordada, salário acordado, e o Varzim à espera com uma camisola. No Sporting CP ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Varzim vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sporting CP foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A proposta do Leiria por Carlos Augusto foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A camisola ainda lhe serve. Xavier Biscayzacú está de volta ao Sporting CP, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Jogo10/01/2032
Ninguém quer jogar contra o Sporting CP neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Francisco Trincão e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Rafael Nel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
6 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de João Simões. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se o Vizela, e há um homem no balneário do Sporting CP B que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Plantel29/12/2031
Estreia na equipa principal aos 18 anos para Andre Silva
Dos campos da formação para uma camisola de sénior, aos 18 anos. Os pais na bancada vão guardar o programa do jogo, e ele também.
Já são 22 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Notas dos jogadores24/11/2031
Um golo de defesa dá a vitória ao Sporting CP B — 7.95
1 para Christian Makoun, avaliado com 7.95, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Souleymane Faye. 2‑0 sobre o Belenenses, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Antevisão24/11/2031
Os vizinhos são o próximo adversário do Sporting CP B
Nada na semana que aí vem é normal. O Benfica B no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
6 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
Colocado numa posição que não é a sua, ou substituído antes da hora uma vez de mais: João Simões deixou claro que não gosta da forma como o Sporting CP B o está a utilizar. Os treinadores sabem destas coisas muito antes da imprensa.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Andreas Ndoj não desaparece
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sporting CP B perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Souleymane Faye produziu-o, e o 8.88 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sporting CP B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Sergio Barcia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 18 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Tondela; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rui Silva, e o treinador deixou.
Sandro Gambôa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Colocado numa posição que não é a sua, ou substituído antes da hora uma vez de mais: João Simões deixou claro que não gosta da forma como o Sporting CP B o está a utilizar. Os treinadores sabem destas coisas muito antes da imprensa.