80 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bruk-Bet Termalica perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 134 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
81 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Bruk-Bet Termalica nada responderam, o que também é uma resposta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jonasz Albert será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bruk-Bet Termalica as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bruk-Bet Termalica coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/05/2030
Stelios Andreou desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dan Kemp, e o treinador deixou.
87 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bruk-Bet Termalica perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bruk-Bet Termalica falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bruk-Bet Termalica ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bruk-Bet Termalica coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/05/2030
Álex Petxarromán desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Bruk-Bet Termalica, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoYan Prijemko tornou-se um homem de confiança do treinador
94 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bruk-Bet Termalica perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Bruk-Bet Termalica vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bruk-Bet Termalica, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dan Kemp será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bruk-Bet Termalica as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Bruk-Bet Termalica pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Mateusz Kuchta e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel06/05/2030
Stelios Andreou desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Bruk-Bet Termalica, mais uma semana sem a assinatura de Dan Kemp.
101 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bruk-Bet Termalica perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bruk-Bet Termalica falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Stelios Andreou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yan Prijemko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco29/04/2030
Rafał Kurzawa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Bruk-Bet Termalica dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Bruk-Bet Termalica, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bruk-Bet Termalica perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jonasz Albert será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bruk-Bet Termalica as despedidas começaram em silêncio.
Stelios Andreou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/04/2030
Álex Petxarromán desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Bruk-Bet Termalica sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
O bancoMiguel Silva tornou-se um homem de confiança do treinador
115 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bruk-Bet Termalica perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel15/04/2030
Uma lesão muscular afasta Mateusz Kuchta durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Bruk-Bet Termalica vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yan Prijemko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bruk-Bet Termalica as despedidas começaram em silêncio.
Mateusz Kuchta e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/04/2030
Stelios Andreou desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Bruk-Bet Termalica, mais uma semana sem a assinatura de Mateusz Kuchta.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Lucas Masoero lesiona os ligamentos do joelho — 129 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 129 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bruk-Bet Termalica podem fingir não ter ouvido.
Stelios Andreou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 37 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Plantel01/04/2030
Álex Petxarromán desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Bruk-Bet Termalica foi explícito quanto à situação de Konrad Matuszewski, o que é mais do que muitos recebem.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Bruk-Bet Termalica, e 6 jogos em 12 dizem que merece ser ouvido.
136 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bruk-Bet Termalica perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
33 golos e uma média de 7.71 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
78 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Stelios Andreou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Damian Hilbrycht, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Konrad Matuszewski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yan Prijemko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bruk-Bet Termalica as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bruk-Bet Termalica coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patryk Paryzek está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Damian Hilbrycht chama-lhe outra coisa em privado.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Bruk-Bet Termalica disse a Samuel Kozlovský que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
32 golos e uma média de 7.72 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dan Kemp será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bruk-Bet Termalica as despedidas começaram em silêncio.
Stelios Andreou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Uma média de 7.69 na época, com 30 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Stelios Andreou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Bruk-Bet Termalica não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Masoero está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Stelios Andreou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mateusz Kuchta, e o treinador deixou.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bartłomiej Barański. 1‑0 sobre o Pogoń Siedlce, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Segue-se o GKS Tychy, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yan Prijemko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bruk-Bet Termalica as despedidas começaram em silêncio.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bruk-Bet Termalica coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yannick Agnero. 4‑3 sobre o Wieczysta Kraków, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Bruk-Bet Termalica e o Wieczysta Kraków, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bruk-Bet Termalica perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dan Kemp será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bruk-Bet Termalica as despedidas começaram em silêncio.
Stelios Andreou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Maciej Blaszczykowski é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
60 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
O Bruk-Bet Termalica ofereceu $550.0K; o Lech disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bruk-Bet Termalica coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Bruk-Bet Termalica perguntou e o Zaglebie disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Masoero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Uma média de 7.62 na época, com 25 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Verba acordada, salário acordado, e o Miedź Legnica à espera com uma camisola. No Bruk-Bet Termalica ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Yvan Ikia Dimi foi-se, as contas têm $3.0M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bruk-Bet Termalica, e não vai ser retirado.
O Legia pagou $3.0M e o Bruk-Bet Termalica aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A proposta seguiu esta semana para o Lech, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Stelios Andreou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A verba é $87.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Odra Opole negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Verba acordada, salário acordado, e o Pogoń Siedlce à espera com uma camisola. No Bruk-Bet Termalica ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dan Kemp será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bruk-Bet Termalica as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bruk-Bet Termalica, e não vai ser retirado.
Stelios Andreou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lech fica com o seu homem, e o Bruk-Bet Termalica volta a uma lista com um nome riscado.
Já são 23 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Bruk-Bet Termalica nada responderam, o que também é uma resposta.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bruk-Bet Termalica, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bruk-Bet Termalica coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o ŁKS Łódź; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Segue-se o Slask, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
1 para Ksawery Kukułka, avaliado com 7.50, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Stelios Andreou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mateusz Kuchta, e o treinador deixou.
A série sem derrotas chega aos 17 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bruk-Bet Termalica perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Yvan Ikia Dimi produziu-o, e o 9.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Stelios Andreou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Masoero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bruk-Bet Termalica perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Stelios Andreou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Masoero está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mateusz Kuchta, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Bruk-Bet Termalica foi explícito quanto à situação de Simone Curzi, o que é mais do que muitos recebem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Martin Minchev assinar alguma coisa — um contrato no Bruk-Bet Termalica ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco19/11/2029
Yan Prijemko tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Bruk-Bet Termalica dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Gonçalo Costa tem de reconquistar o que julgava seu. O Bruk-Bet Termalica não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Já são 16 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bruk-Bet Termalica perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
15 golos e uma média de 7.44 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Stelios Andreou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Masoero, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maciej Famulak estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
A série sem derrotas chega aos 15 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bruk-Bet Termalica podem fingir não ter ouvido.
36 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.12 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Uma média de 7.40 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bruk-Bet Termalica ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bruk-Bet Termalica coisas que levam mais de uma semana a retirar.
29 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Uma média de 7.43 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bruk-Bet Termalica ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bruk-Bet Termalica coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Stelios Andreou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Minchev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 6 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Bruk-Bet Termalica foi explícito quanto à situação de Patryk Paryzek, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 22 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Verba acordada, salário acordado, e o Bruk-Bet Termalica à espera com uma camisola. No Widzew Łódź ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Widzew Łódź podem fingir não ter ouvido.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $184.3K do que o Widzew Łódź pagou por Igor Drapiński é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Widzew Łódź ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Direção03/09/2029
Fecha o mercado: 18 entradas, 25 saídas no Widzew Łódź
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 18, saíram 25, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O negócio com o Raków Częstochowa está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Não se vê o fim da espera do Widzew Łódź por uma vitória
Já são 21 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Widzew Łódź tem de arrancar um resultado de algum lado.
21 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Plantel27/08/2029
56 dias de fora para Steve Kapuadi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Widzew Łódź vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Widzew Łódź já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Samuel Akere será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Widzew Łódź as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Widzew Łódź coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Widzew Łódź ofereceu $450.0K; o Raków Częstochowa disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Hodei Arrillaga agiu, no Widzew Łódź, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Osman Bukari
PlantelPalavras no treino do Widzew Łódź sobre quem trabalha
Não se vê o fim da espera do Widzew Łódź por uma vitória
Já são 20 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Widzew Łódź tem de arrancar um resultado de algum lado.
20 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 63 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Widzew Łódź perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Widzew Łódź, e não vai ser retirado.
O Widzew Łódź foi ao Raków Częstochowa com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osman Bukari estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Marc Aguado e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não se vê o fim da espera do Widzew Łódź por uma vitória
Já são 19 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Widzew Łódź tem de arrancar um resultado de algum lado.
19 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Widzew Łódź já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikołaj Biegański será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Widzew Łódź as despedidas começaram em silêncio.
Plantel13/08/2029
Osman Bukari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Christopher Cheng e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 18 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Verba acordada, salário acordado, e o Wieczysta Kraków à espera com uma camisola. No Widzew Łódź ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Plantel06/08/2029
79 dias de fora para Steve Kapuadi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Widzew Łódź vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Widzew Łódź ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta do Jagiellonia por Bartłomiej Żynel foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 17 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Widzew Łódź falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Miedź Legnica à espera com uma camisola. No Widzew Łódź ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Ruch por Stelios Andreou foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Widzew Łódź, e não vai ser retirado.
A primeira derrota em 10 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Cracovia; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Widzew Łódź ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Bartłomiej Drągowski não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 110 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Widzew Łódź podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o GKS Tychy à espera com uma camisola. No Widzew Łódź ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O negócio com o Raków Częstochowa está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
O telefone voltou a tocar por causa de Stelios Andreou, e desta vez do outro lado está o Stal Mielec. No Widzew Łódź ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osman Bukari estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cosenza fica com o seu homem, e o Widzew Łódź volta a uma lista com um nome riscado.
Steve Kapuadi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Verba acordada, salário acordado, e o Ruch à espera com uma camisola. No Widzew Łódź ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Widzew Łódź falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta seguiu esta semana para o Motor Lublin, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Widzew Łódź ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Osman Bukari e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
33 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel25/06/2029
Emil Kornvig desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
15 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Widzew Łódź sabe dizer em que semana.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 45 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Iuri Tabatadze esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/04/2029
Osman Bukari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
11 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Widzew Łódź sabe dizer em que semana.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Emil Kornvig e o Widzew Łódź acertam mais 4 anos.
Plantel05/03/2029
Palavras no treino do Widzew Łódź sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osman Bukari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stelios Andreou, e o treinador deixou.
Mikołaj Biegański e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Bartłomiej Drągowski sai dessa comparação dentro da equipa, e o Widzew Łódź beneficiou de cada uma dessas tardes.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Widzew Łódź falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Odra Opole à espera com uma camisola. No Widzew Łódź ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Dribles concretizados: 30. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Jogo03/02/2029
Não se vê o fim da espera do Widzew Łódź por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Widzew Łódź tem de arrancar um resultado de algum lado.
7 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Direção05/02/2029
O prazo passa com 4 contratações e 8 saídas
Está feito o negócio no Widzew Łódź até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Alfonso Pedraza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Petar Pušić e o Widzew Łódź acertam mais 3 anos.
Em resumo
PlantelOsman Bukari desentende-se com um colega por causa das exigências
O Widzew Łódź e o Wieczysta Kraków acertaram em $3.6M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Widzew Łódź perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $1.4M porque Kike Hermoso é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Bartłomiej Drągowski quer futebol continental; se o Widzew Łódź o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Osman Bukari e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao Dynamo Kyiv se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.