Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Carlo Urquiaga acabou de assinar pelo Rapperswil-Jona e, por uma vez, a resposta importava.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 31 contratações e 31 saídas
Está feito o negócio no Rapperswil-Jona até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
A proposta do Grasshopper por Alan Omerović foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Salim Ben Seghir está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Rapperswil-Jona perguntou e o IMT disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Suhayb Al Kharusi e o Rapperswil-Jona acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Salim Ben Seghir agiu, no Rapperswil-Jona, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Rapperswil-Jona perguntou e o St. Gallen disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Rapperswil-Jona fez a parte difícil com o Grasshopper, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Bojan Brać e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um 2‑0 sobre o Stade Lausanne-Ouchy, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Noah Comert está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Michel Seferovic é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ruben Okafor está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Edimilson Benito é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
O Rapperswil-Jona perguntou e o Sion disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapperswil-Jona coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Guillermo Padula compromete-se com o Rapperswil-Jona por mais 3 anos.
O banco03/08/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Noah Xhaka saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Perguntou-se ao Grasshopper se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josué estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Rapperswil-Jona, mais uma semana sem a assinatura de Josué.
Michaël Frey esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A camisola ainda lhe serve. Óscar Correia está de volta ao Grasshopper, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
O telefone voltou a tocar por causa de Nicolas Glaus, e desta vez do outro lado está o Rapperswil-Jona. No Grasshopper ouvem com educação e não prometem nada.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel03/08/2026
Palavras no treino do Grasshopper sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Salifou Diarrassouba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.