19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Vis Pesaro perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Luca Paganini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 90. O Carpi tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Uma sondagem ao Inter para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Denis Tonucci lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Luca Paganini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Giuseppe Bianchi depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Vis Pesaro disse a Nicolò Lari que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
114 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vis Pesaro perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo10/10/2026
Não se vê o fim da espera do Vis Pesaro por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Vis Pesaro tem de arrancar um resultado de algum lado.
Luca Paganini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Flavio Rizzi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Foi preciso Manuel Pucciarelli marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Sambenedettese, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Segue-se o Ascoli, e há um homem no balneário do Vis Pesaro que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Marcelo Orellana