Já são 21 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bogdan Popov e o Rosenborg acertam mais 2 anos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosenborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Viktor Tsukanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/08/2043
Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bogdan Popov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 50 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 1, 35 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.26 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosenborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo04/07/2043
O Rosenborg torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jan-Carlo Simić e o Rosenborg acertam mais 2 anos.
O Aalesund vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Rosenborg foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.50 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosenborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Viktor Tsukanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Harry Webb e o Rosenborg acertam mais 1 anos.
Plantel08/06/2043
Evenezer Forcha desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Sandefjord está fora e o Rosenborg segue em frente, com um 2‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Jogo09/05/2043
Ninguém quer jogar contra o Rosenborg neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.02 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosenborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/05/2043
Jan-Carlo Simić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Denzel Janssen e o Rosenborg acertam mais 4 anos.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Donny van der Lijcke. 1‑0 sobre o Sarpsborg 08, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Erik Cornelius
Notas dos jogadoresUma tarde de defesa para Luiz Peu
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 39 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Igor Jesus será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rosenborg as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosenborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/04/2043
Bogdan Popov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais um nome na lista: o Stromsgodset fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Denzel Janssen. A resposta do Rosenborg não mudou — para já.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Donny van der Lijcke. 2‑0 sobre o Sandefjord, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel13/04/2043
Bogdan Popov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Rosenborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosenborg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosenborg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Viktor Tsukanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosenborg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
67 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosenborg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosenborg, e não vai ser retirado.
A proposta do Aalesund por Leo Espinosa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel16/02/2043
Jan-Carlo Simić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosenborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosenborg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosenborg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Viktor Tsukanov e o Rosenborg acertam mais 2 anos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Adam Amrani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rosenborg as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosenborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Răzvan Sava lesiona os ligamentos do joelho — 63 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 63 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
2‑2 frente ao Olimpija Ljubljana, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Bogdan Popov está no centro dessa descrição.
Posição 2, 52 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rosenborg podem fingir não ter ouvido.
Ignace Van Der Brempt esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
JogoO Rosenborg torna a sua casa um sítio difícil de visitar
PlantelPalavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha
DireçãoEm Rosenborg, 95% das receitas vão para salários
112 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosenborg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Bogdan Popov produziu-o, e o 8.71 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosenborg, e não vai ser retirado.
Ignace Van Der Brempt esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O negócio que levaria Eden Vertonghen para o Stabaek caiu na fase final e ele reapresenta-se no Rosenborg com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Plantel18/08/2042
Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jan-Carlo Simić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ivan Sulev ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 93. Ivan Sulev encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Stromsgodset passou do ponto ao nada num só movimento.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosenborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosenborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/05/2042
Jan-Carlo Simić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ivan Sulev. 2‑1 sobre o Stromsgodset, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Davor Bistre, e o treinador deixou.
Avaliado com 7.89. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rosenborg podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosenborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Lefteris Kontekas está a viver essa versão no Rosenborg, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel05/05/2042
Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ognjen Markovic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rosenborg podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Odd por Michal Sima foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Viktor Tsukanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/02/2042
Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jan-Carlo Simić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosenborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ignace Van Der Brempt esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/12/2041
Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jan-Carlo Simić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Rosenborg estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Rosenborg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosenborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ignace Van Der Brempt esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosenborg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Rosenborg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Ignace Van Der Brempt esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/09/2041
Palavras no treino do Rosenborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jan-Carlo Simić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
1‑2 para o Stabaek, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Notas dos jogadores09/09/2041
Ivan Sulev fez o trabalho que ninguém conta — 6.50
9 ações combinadas e 6.50. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.