Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Max Vartuli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Burgos as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Burgos a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Álex Forés e o Burgos acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
As regras permitem-no e dói na mesma. Max Vartuli acertou condições com o Las Palmas para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Ramiro Giannone e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel05/03/2035
Manu Morlanes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Bilbao, e o treinador deixou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Max Vartuli tem a sua resposta do Burgos; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Burgos
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Burgos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Guadalajara à espera com uma camisola. No Burgos ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
$4.1M era o máximo que o clube pagaria, e o Villarreal pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
7.56, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Burgos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Burgos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Burgos ofereceu $700.0K; o Real Madrid disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Em resumo
Notas dos jogadoresSantino Coppola participou em 2 deles — 7.84
Notas dos jogadoresUm golo e uma assistência para Ander Marticorena — 7.96
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Burgos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Burgos, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Burgos já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Racing Ferrol por Jhonesy Vásquez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Burgos foi ao Real Madrid com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$440.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Atlético Madrid pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Ander Marticorena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/01/2035
Sacha Bansé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Burgos perguntou e o Rayo Vallecano disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Burgos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Burgos perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Burgos, e não vai ser retirado.
O Burgos perguntou e o Villarreal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Burgos foi ao Atlético Madrid com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Ramiro Giannone e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/01/2035
Sacha Bansé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Burgos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Max Vartuli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
51 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Burgos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Arenteiro vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Burgos foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Santino Coppola produziu-o, e o 9.23 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.74 ao lado do nome.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Burgos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sacha Bansé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Manu Morlanes lesiona os ligamentos do joelho — 58 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 58 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Felipe Ferrer, e o treinador deixou.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco11/12/2034
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Franco Riente
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Parfait Kegni será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Burgos as despedidas começaram em silêncio.
Max Vartuli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Burgos sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matti Van De Gehuchte estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Burgos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
1‑2 frente ao Zaragoza, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Burgos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Burgos a ouviu como outra coisa.
O Rayo Vallecano vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Gerónimo Blanco pré-acordou a mudança para o Burgos, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franco Riente está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Max Vartuli, e o treinador deixou.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Burgos, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Burgos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Max Vartuli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Chacón estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco23/10/2034
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Interim Coach, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Ander Marticorena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Chacón estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Burgos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Segue-se o Barakaldo, e há um homem no balneário do Burgos que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Burgos
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Álex Forés e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Franco Riente estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Chacón, e o treinador deixou.
Plantel09/10/2034
Uma lesão muscular afasta Lucas Jorge durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Burgos vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Interim Coach sobre o empate
Max Vartuli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
500 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Plantel25/09/2034
Luis Chacón desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Burgos ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O banco25/09/2034
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Burgos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alejandro Rojo e o Burgos acertam mais 3 anos.
Max Vartuli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Chacón estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Burgos, mais uma semana sem a assinatura de Luis Chacón.
Sergio Reyes lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Guadalajara tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Direção04/09/2034
O prazo passa com 25 contratações e 38 saídas
Está feito o negócio no Burgos até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Burgos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zaragoza fica com o seu homem, e o Burgos volta a uma lista com um nome riscado.
O Burgos ofereceu $1.0M; o Barcelona disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Burgos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Burgos sobre quem trabalha
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Burgos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Valladolid queria mais do que $4.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A proposta seguiu esta semana para o Barcelona, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Max Vartuli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Burgos perguntou e o Levante disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Felipe Ferrer, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Burgos, mais uma semana sem a assinatura de Max Vartuli.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matti Van De Gehuchte estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.38 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
7.95, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
O negócio com o Central Coast Mariners está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Dylan Pierias e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
15 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Melbourne City já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel30/01/2034
Uma transferência que Arthur De Lima teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Arthur De Lima está a viver essa versão no Melbourne City, e costuma notar-se no primeiro mês.
A proposta do Macarthur FC por Sipho Ngqakabana foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Joe Bell esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/01/2034
Palavras no treino do Melbourne City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lamine Diaby Fadiga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Melbourne City perguntou e o Envigado disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sipho Ngqakabana, e o treinador deixou.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Melbourne City não o segura a fingir o contrário.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Zois Karargyris está em marcha
A proposta do Newcastle Jets por Ussumane Djabi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Adelaide United à espera com uma camisola. No Melbourne City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Joe Bell marcou, foi avaliado com 7.69 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Lucas Scott marcou, foi avaliado com 7.05 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Melbourne City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelLamine Diaby Fadiga desentende-se com um colega por causa das exigências
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Adelaide United podem fingir não ter ouvido.
Dylan Pierias esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Noah James, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Perguntou-se ao Melbourne City se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Melbourne City aceitou o dinheiro. O que o Adelaide United ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Adelaide United pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O Adelaide United tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Western Sydney Wanderers, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Adelaide United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o Western Sydney Wanderers, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Amlani Tatu pôs o Adelaide United de novo em igualdade em 2 minutos, e o Wellington Phoenix nunca chegou a jogar com vantagem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Adelaide United podem fingir não ter ouvido.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Adelaide United estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Luke Duzel marcou, foi avaliado com 7.89 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Dylan Pierias e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Melbourne City fica com o seu homem, e o Adelaide United volta a uma lista com um nome riscado.
O Adelaide United já telefonou ao Melbourne Victory. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Perguntou-se ao Western Sydney Wanderers se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Lamine Diaby Fadiga produziu-o, e o 8.82 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Gianni Stensness e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Melbourne City não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Em resumo
Notas dos jogadoresEthan Alagich em notas de excelência
Notas dos jogadoresEyong Ofem jogou uma tarde diferente da de toda a gente
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Melbourne City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Eyong Ofem produziu-o, e o 8.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Joe Bell e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Wellington Phoenix levou os pontos após um 2‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel21/11/2033
Palavras no treino do Melbourne City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lamine Diaby Fadiga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Marley Leuluai e o Melbourne City acertam mais 4 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ussumane Djabi, e o treinador deixou.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Melbourne City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Melbourne City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Chris Ferguson e o Melbourne City acertam mais 3 anos.
Ninguém no Melbourne City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Gianni Stensness: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Melbourne City a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Melbourne City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Melbourne City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Melbourne City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Joe Bell e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção24/10/2033
6 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Melbourne City
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Marley Leuluai lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Max Vartuli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Melbourne City as despedidas começaram em silêncio.
Plantel26/09/2033
Joe Bell desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sipho Ngqakabana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sipho Ngqakabana, e o treinador deixou.
Plantel26/09/2033
7 caras novas e o Melbourne City ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Ninguém no Melbourne City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jordan Williams treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Marley Leuluai lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nathan Clark será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Melbourne City as despedidas começaram em silêncio.
Mercado19/09/2033
Tão perto: a transferência de Max Vartuli morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Macarthur FC seguiu em frente, Max Vartuli apresenta-se de volta no Melbourne City, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Gianni Stensness e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/09/2033
Joe Bell desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tito Tito Yormie Jr. está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anthony Harrison, e o treinador deixou.
Para o Macarthur FC, cada ponto é agora uma discussão
Posição 11 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Macarthur FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Luke Scott está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Jamie Anderson está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Harrison Murphy passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Macarthur FC vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Melbourne City pode já não estar a vender.
O banco12/09/2033
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Kane Johnson
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Adelaide United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Direção05/09/2033
O Adelaide United fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 10 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Noah James e o Adelaide United acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel05/09/2033
Ajak Riak desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Brisbane Roar fica com o seu homem, e o Adelaide United volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao Melbourne City se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao Newcastle Jets para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gabriel Innocent está nela.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Macarthur FC toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
O Melbourne City aceitou o dinheiro. O que o Macarthur FC ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Macarthur FC podem fingir não ter ouvido.
Direção05/09/2033
O Macarthur FC fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 16 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rhys Edwards e o Macarthur FC acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Melbourne City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $859.3K do que o Melbourne City pagou por Joshua Rawlins é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Melbourne City, e não vai ser retirado.
Direção05/09/2033
Fecha o mercado: 6 entradas, 19 saídas no Melbourne City
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 6, saíram 19, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Melbourne City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Noah Maieroni acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Melbourne City substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O telefone voltou a tocar por causa de Max Vartuli, e desta vez do outro lado está o Macarthur FC. No Melbourne City ouvem com educação e não prometem nada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Anthony Pantazopoulos e o Melbourne City acertam mais 3 anos.
Plantel05/09/2033
Jordan Williams desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Luke Duzel lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Auckland FC por Jake Najdovski foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Adelaide United já telefonou ao Melbourne City. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dylan Pierias está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Adelaide United, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Adelaide United pode pedir e sobe o salário que Gabriel Innocent pode exigir.
A proposta do Central Coast Mariners por Justin Vidic foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Melbourne City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Melbourne City podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Melbourne City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tumi Bowes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tito Tito Yormie Jr. está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hayden Matthews treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sipho Ngqakabana apontou a data.
41 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Adelaide United perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dylan Pierias e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ajak Riak está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hawke's Bay United fica com o seu homem, e o Adelaide United volta a uma lista com um nome riscado.
O Adelaide United já telefonou ao Melbourne City. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Perguntou-se ao FC Versailles se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
O bancoHirinai Vahirua tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoA conversa sobre Amlani Tatu não desaparece
Joshua Rawlins e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tumi Bowes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Justin Vidic está nela.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Max Vartuli tem a sua resposta do Melbourne City; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tumi Bowes treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Melbourne City, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gianni Stensness e o Melbourne City acertam mais 2 anos.
Sipho Ngqakabana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lamine Diaby Fadiga está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Melbourne City, mais uma semana sem a assinatura de Cam'ron Ismail.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tumi Bowes treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
PlantelAlex Nassiep já sabe quanto ganha o do lado
MercadoJoshua Rawlins colocado na lista de transferências