Klaidher

Zagueiro - Alashkert
20 Fev 2028
Domingo
Processo

Marcado para Klaidher

75 Edição

O Diário de Alashkert

03/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O Alashkert soletra tudo a Hayk Sarkisov

O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Hayk Sarkisov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.

Mercado

Karen Nalbandyan põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.

Mercado

O Alashkert diz que não — desta vez

A proposta do Pyunik por Edgar Piloyan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

A temporada é de Malik Odeyinka

Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Alashkert beneficiou disso.

Plantel

Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kajally Drammeh está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Todos os olhos outra vez em David Nduka

O telefone voltou a tocar por causa de David Nduka, e desta vez do outro lado está o Mika. No Alashkert ouvem com educação e não prometem nada.

Plantel

Um desentendimento no Alashkert

Akorede Usman Ajibona e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Um passo atrás para Carlos Ascues no Alashkert

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

Alvos de mercado

O Alashkert pergunta por Artur Movsesyan

Uma sondagem ao Noah para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Em resumo

Edições anteriores
67 Edição

O Diário de Alashkert

08/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O Alashkert coloca Hayk Sarkisov em cima do arame

A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.

Mercado

Joseph Sabobo tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Alashkert já falam dele no passado.

Plantel

Troca de palavras no Alashkert

Miguel Velosa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriel Justino está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Emprestados

Khalil Sammani já viu o suficiente de Sabail

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Alashkert, e 10 jogos em 40 dizem que merece ser ouvido.

O banco

Mômô Fanyé Touré é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mômô Fanyé Touré está nela.

O banco

A saída do treinador deixa Klaidher exposto

Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Klaidher está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.

Mercado

A história de Karen Nalbandyan recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Karen Nalbandyan assinar alguma coisa — um contrato no Alashkert ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

Mômô Fanyé Touré continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Alashkert admitiria. Nota-se aos sábados.

Em resumo

66 Edição

O Diário de Alashkert

01/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O escrutínio aperta no Alashkert

Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Alashkert está a esgotar-se.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Alashkert

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kajally Drammeh estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Os ânimos aquecem no Alashkert

Miguel Velosa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

Os salários engolem 86% das receitas do Alashkert

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Edgar Piloyan tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Klaidher perde o treinador que acreditava nele

Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Klaidher: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.

Plantel

Felipe Aguirre continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Alashkert admitiria. Nota-se aos sábados.

Plantel

Akorede Usman Ajibona sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Alashkert do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

O banco

Akorede Usman Ajibona pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

42 Edição

O Diário de Alashkert

17/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Emprestados

Malik Odeyinka continua a marcar em Syunik

10 jogos longe de casa e 122 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.

Jogo

Kajally Drammeh comanda a goleada sobre o Gandzasar

3‑0, e Kajally Drammeh ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Alashkert. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Mercado

Carlos Ascues entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Os ânimos aquecem no Alashkert

Felipe Aguirre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Kajally Drammeh

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.40, e nem uma objeção no estádio.

Notas dos jogadores

Edgar Piloyan em notas de excelência

Uma exibição de 8.21 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Plantel

Jogo número 100 para Klaidher

100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.

O banco

O treinador faz de Jefinho um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Em Alashkert, 101% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Em resumo

41 Edição

O Diário de Alashkert

10/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Os ânimos aquecem no Alashkert

Mômô Fanyé Touré esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Felipe Aguirre desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

As bancadas

Um dos seus: Kajally Drammeh

Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Jogo

Edgar Piloyan faz a diferença pelo Alashkert contra o BKMA

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Edgar Piloyan. 2‑0 sobre o BKMA, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Kajally Drammeh

Nota 8.04 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Notas dos jogadores

Edgar Piloyan em notas de excelência

Uma exibição de 8.06 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Notas dos jogadores

Klaidher jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.02. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Edgar Piloyan atinge as 100 presenças

100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.

Antevisão

Um jogo de seis pontos para o Alashkert

Segue-se o Gandzasar, e as duas equipas sabem fazer a conta. Ganhar, e a tabela fica com outro aspeto; perder, e fica com o aspeto que toda a gente temia.

Em resumo

37 Edição

O Diário de Alashkert

12/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Emprestados

115 golos por empréstimo para Malik Odeyinka

5 jogos no Syunik e os golos não param. No Alashkert acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.

Plantel

6 defesas: Arsen Beglaryan foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Notas dos jogadores

Klaidher sobe e resolve — 7.63

Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.63 para o resto.

Plantel

Troca de palavras no Alashkert

Mômô Fanyé Touré e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Alashkert

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Felipe Aguirre estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Alashkert cumpre diante do Ararat

Um 2‑1 sobre o Ararat, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

As bancadas

Um dos seus: Kajally Drammeh

Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Jogo

O Alashkert acaba com a espera diante do Ararat

Já ia em 5 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.

Notas dos jogadores

Kajally Drammeh fica com as honras

Nota 7.81 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Alashkert, o melhor em campo era deles.

Em resumo

  • Direção Em Alashkert, 85% das receitas vão para salários
  • O banco O veredicto do treinador
  • O banco Quando importa, Edgar Piloyan joga
33 Edição

O Diário de Alashkert

15/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

David Nduka quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Alashkert sabem-no.

Jogo

Alashkert fica aquém diante do Shirak

O Shirak levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

O treinador faz de Klaidher um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Emprestados

Malik Odeyinka já viu o suficiente de Syunik

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Alashkert, e 2 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.

O banco

Hayk Sarkisov enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Hayk Sarkisov depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Plantel

Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robert Hakobyan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Quando importa, Philip Ejike joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Antevisão

Olawale Farayola regressa para defrontar o Van

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Olawale Farayola: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Alashkert a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Plantel

Mômô Fanyé Touré continua sem se adaptar

Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Alashkert gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.

Em resumo

32 Edição

O Diário de Alashkert

08/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Arsen Beglaryan assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Arsen Beglaryan compromete-se com o Alashkert por mais 2 anos.

Plantel

Klaidher quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Alashkert ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Direção

Dia de subida no Alashkert

3 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Alashkert

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Felipe Aguirre estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Direção

O Alashkert antecipa-se ao mercado e tira Clinton Dombila ao Noah

O Noah vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Clinton Dombila pré-acordou a mudança para o Alashkert, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.

Mercado

Hakob Haroyan sobe da formação do Alashkert

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Hakob Haroyan está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Mercado

O Alashkert promove Artur Adamyan de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Artur Adamyan passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Mercado

O Alashkert promove David Grigoryan de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. David Grigoryan passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Jogo

Alashkert fica aquém diante do Gandzasar

O Gandzasar levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Em resumo

17 Edição

O Diário de Alashkert

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Klaidher em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Philip Ejike é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Philip Ejike está nela.

O banco

David Nduka bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e David Nduka treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

10 Edição

O Diário de Alashkert

05/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Aleksandar Glišić parte um osso — 64 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Plantel

Os ânimos aquecem no Alashkert

Klaidher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

O salto de Isah Yahaya Buhari é a sério

Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Jefinho quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Alashkert ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Direção

Os salários levam 161% do que Alashkert recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

O banco

Quando importa, Mômô Fanyé Touré joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Karen Nalbandyan recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Karen Nalbandyan assinar alguma coisa — um contrato no Alashkert ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Emprestados

Os golos continuam a chegar do exílio de Khalil Sammani

5 golos em 7 jogos no Mika — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Alashkert alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.

O banco

O treinador faz uma promessa a Jefinho

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Alashkert. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

3 Edição

O Diário de Alashkert

17/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

O Alashkert diz que não — desta vez

A proposta do Ararat-Armenia por Mômô Fanyé Touré foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Alvos de mercado

O Alashkert recua perante o preço de Rob Nizet

O Noah queria mais do que $1.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Alvos de mercado

Não, obrigado: Zé Lucas rejeita a mudança

O Alashkert tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Cruzeiro, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.

Plantel

Troca de palavras no Alashkert

Klaidher e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

Alashkert e Jefinho falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Plantel

Karen Nalbandyan já sabe quanto ganha o do lado

Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Alashkert essa pergunta é mais difícil de responder.

Em resumo