Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Khaleej vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Khaleej ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Falah Al-Shamri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel14/04/2036
André Cardoso desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Baktiyor Suyumbayev, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moteb Al-Harbi está nela.
Hussain Al-Sibyani tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Khaleej falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Khaleej podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Khaleej ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Thamer Al-Khaibri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Khaleej ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel17/03/2036
André Cardoso desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moteb Al-Harbi está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Khaleej podem fingir não ter ouvido.
O negócio que levaria Mohammed Marran para o Al-Ra'ed caiu na fase final e ele reapresenta-se no Al-Khaleej com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Direção04/02/2036
Fecha o mercado: 7 entradas, 3 saídas no Al-Khaleej
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 7, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al-Khaleej fez a parte difícil com o Orlando Pirates, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Khaleej coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Bandar Al-Juhani não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Khaleej podem fingir não ter ouvido.
O aperto de mão com o Al-Fateh está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Danyal Al-Habeeb será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O Al-Nassr segue em frente e o Al-Khaleej vai para casa, com um 0‑0 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Khaleej já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Suhayb Al-Zaid era uma das razões por que as pessoas vinham, e $1.6M não substitui isso sozinho.
Thamer Al-Khaibri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Salman Al-Jadany acabou de assinar pelo Al-Khaleej e, por uma vez, a resposta importava.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Musaed Al-Johani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Três pontos para o Al-Khaleej: um 1‑0 diante do Al-Taawoun num duelo decidido por pormenores.
Plantel31/12/2035
Haitham Asiri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nota 7.83 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Al-Khaleej, o melhor em campo era deles.
O banco31/12/2035
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Interim Coach, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Ninguém no Al-Khaleej dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.96 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Thamer Al-Khaibri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Al-Fayha foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Moteb Al-Harbi, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Khaleej coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/09/2035
André Cardoso desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco24/09/2035
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Thamer Al-Khaibri treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Al-Shabab? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Thamer Al-Khaibri: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Al-Khaleej a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Khaleej coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$160.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Najran pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ittihad fica com o seu homem, e o Al-Khaleej volta a uma lista com um nome riscado.
O telefone voltou a tocar por causa de Redha Al-Abdullah, e desta vez do outro lado está o Damac. No Al-Khaleej ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Haitham Asiri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Al-Khaleej vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Al-Diriyah pode já não estar a vender.
Ninguém no Al-Khaleej dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Khaleej já se começa a dizer o nome dele no passado.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $710.1K do que o Al-Khaleej pagou por Salem Al-Najdi é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
A proposta do Al-Faisaly por Mohammed Marran foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Al-Khaleej e o Al-Diriyah acertaram em $40.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Direção03/09/2035
O prazo passa com 22 contratações e 20 saídas
Está feito o negócio no Al-Khaleej até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
A proposta seguiu esta semana para o Najran, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Thamer Al-Khaibri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Mahman Nourou fica onde está
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Fateh perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Fateh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.08 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
As regras permitem-no e dói na mesma. Hassan Rabea acertou condições com o Al-Ra'ed para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Ammar Al-Khaibari e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$71.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Al-Khaleej pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
20 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Khaleej perdeu-o em tudo menos nos papéis.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al-Shabab ninguém diz, e no Al-Khaleej ninguém gosta de estar a adivinhar.
Mais um nome na lista: o Al-Faisaly fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Mohammed Marran. A resposta do Al-Khaleej não mudou — para já.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $350.0K — um clube que quer Fethi Kessassi ao ponto de perguntar duas vezes.
O Al-Khaleej foi ao Al-Ettifaq com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Al-Khaleej foi ao Hajer com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Salem Al-Najdi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/08/2035
Palavras no treino do Al-Khaleej sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Haitham Asiri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proposta seguiu esta semana para o Al-Shabab, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Hajer fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fawaz Al-Hamad será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Musaed Al-Johani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Bilol Tupliyev acabou de assinar pelo Al-Khaleej e, por uma vez, a resposta importava.
Em resumo
Alvos de mercadoNão há negócio por Karim Ashraf a esse preço
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Faisaly à espera com uma camisola. No Al-Khaleej ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Al-Hilal por Mohammed Marran foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Khaleej, e não vai ser retirado.
O Al-Khaleej foi ao Al-Ahli com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Khaleej coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” André Cardoso e o Al-Khaleej acertam mais 2 anos.
Ninguém no Al-Khaleej dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Khaleej já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Khaleej, e não vai ser retirado.
Thamer Al-Khaibri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Toda a gente no Al-Khaleej viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 34 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Al-Khaleej
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Khaleej já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Faustin Ambassa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Thamer Al-Khaibri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Al-Khaleej perguntou e o Al-Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel23/07/2035
Palavras no treino do Al-Khaleej sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. André Cardoso está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Moteb Al-Harbi lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Al-Fateh por Mohammed Marran foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Al-Ahli, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al-Khaleej vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Khaleej coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$96.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Al-Ahli pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Fateh, e não vai ser retirado.
O aperto de mão com o Najran está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Al-Fateh foi ao Al-Faisaly com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Ammar Al-Khaibari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Al-Khaleej queria mais do que $160.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al-Fateh vai falar em 18 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Daler Tuxsanov agiu, no Al-Fateh, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Ammar Al-Khaibari e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel02/07/2035
Palavras no treino do Al-Fateh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adel Khadhari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dimpho Madalane e o Al-Fateh acertam mais 3 anos.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Khaleej perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Khaleej perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohammed Al-Dowaish e o Al-Khaleej acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Thamer Al-Khaibri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Amer Khalil fica onde está
PlantelAndré Cardoso desentende-se com um colega por causa das exigências
Alvos de mercadoUm empréstimo de Majed Abdullah está em marcha
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Khaleej perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Musaed Al-Johani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Al-Khaleej perguntou e o Al-Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel25/06/2035
Palavras no treino do Al-Khaleej sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. André Cardoso está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Marran, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoMaher Tawashi pede uma conversa com o treinador
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Qadisiyah perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Qadisiyah, e não vai ser retirado.
Mohau Nkota e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Al-Qadisiyah ofereceu $230.0K; o Hajer disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Toda a gente deixou de fingir: o Al-Ittihad vai fazer a chamada por Bryan Song esta semana. O Al-Qadisiyah tem um número em mente, e o número não é tímido.
O Al-Qadisiyah perguntou e o Al-Khaleej disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel18/06/2035
Paul Magit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Fateh está a esgotar-se.
Ammar Al-Khaibari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Khaleej fica com o seu homem, e o Al-Fateh volta a uma lista com um nome riscado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Abdulaziz Al-Suwailem tem a sua resposta do Al-Fateh; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Abdulmalik Al-Jaber. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Matematicamente garantida, e esta noite ninguém nesta cidade se deita cedo. Tenha acontecido o que tiver acontecido nesta época, ela acaba um escalão acima de onde começou.
57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Khaleej perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Khaleej podem fingir não ter ouvido.
Thamer Al-Khaibri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ahli fica com o seu homem, e o Al-Khaleej volta a uma lista com um nome riscado.
A época pela qual uma cidade vai medir as vinte seguintes. O troféu vem para casa com o plantel, e o percurso pelas ruas ficou combinado há dias.
Plantel21/05/2035
Moteb Al-Harbi lesiona os ligamentos do joelho — 71 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 71 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Al-Khaleej beneficiou disso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Faustin Ambassa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Musaed Al-Johani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoMaher Tawashi colocado na lista de transferências
Moteb Al-Harbi lesiona os ligamentos do joelho — 99 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 99 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Khaleej ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Khaleej coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/04/2035
Palavras no treino do Al-Khaleej sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. André Cardoso está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Maher Tawashi pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Khaleej, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Moteb Al-Harbi lesiona os ligamentos do joelho — 106 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 106 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fawaz Al-Hamad será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Majed Al-Awad e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/04/2035
Palavras no treino do Al-Khaleej sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. André Cardoso está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al-Khaleej. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Al-Khaleej terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Já são 33 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel26/02/2035
Moteb Al-Harbi lesiona os ligamentos do joelho — 155 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 155 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Khaleej ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Majed Al-Awad e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/02/2035
André Cardoso desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 32 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
59 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Khaleej perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fawaz Al-Hamad será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Thamer Al-Khaibri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A formação existe exatamente para esta manhã. Waleed Al-Juhani passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Khalid Al-Sulami passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Nasser Al-Khaibari é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e André Cardoso estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A série sem derrotas chega aos 31 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
66 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Khaleej perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Eyad Houssa tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Al-Fayha deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jaloliddin Ismailov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Musaed Al-Johani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Al-Khaleej perguntou e o Al-Ittihad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Nassr vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
1 para Mohammed Fallatah, avaliado com 7.55, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Faisal Al-Subiani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Derrota por 2‑3, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel12/02/2035
Palavras no treino do Al-Nassr sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Turki Hazazi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Khaleej fica com o seu homem, e o Al-Nassr volta a uma lista com um nome riscado.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Nassr sabem-no.
Já são 30 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel05/02/2035
Mohammed Marran lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Al-Saudi Al-Watani vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Khaleej foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Khaleej já se começa a dizer o nome dele no passado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.24 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Khaleej ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Direção05/02/2035
Fecha o mercado: 3 entradas, 6 saídas no Al-Khaleej
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Já são 29 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel29/01/2035
Mohammed Marran lesiona os ligamentos do joelho — 80 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As regras permitem-no e dói na mesma. Mohammed Al-Yami acertou condições com o Al-Hilal para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Musaed Al-Johani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 33 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Al-Khaleej é como lidar com um homem a quem deve muito.
Já são 28 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel22/01/2035
Mohammed Marran lesiona os ligamentos do joelho — 87 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 87 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Khaleej vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Khaleej já se começa a dizer o nome dele no passado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.95 para o resto.
Thamer Al-Khaibri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
94 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Khaleej perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 91. O Al-Ahli vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
A proposta do Al-Hilal por Suhayb Al-Zaid foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Khaleej vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Khaleej perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Jogo13/01/2035
O Al-Khaleej torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Nassr falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Al-Fateh vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Nassr foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Nassr perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Vejo todos os jogos do Al-Nassr daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Qadisiyah segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Al-Fateh passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Plantel15/01/2035
Palavras no treino do Al-Nassr sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nawaf Bu Washl está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores15/01/2035
Jeremy Jorge jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.38. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Em resumo
Notas dos jogadoresTurki Hazazi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
101 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Khaleej perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Minuto 90. Musaed Al-Johani encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Al-Shoulla passou do ponto ao nada num só movimento.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Khaleej vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Khaleej perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.86 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Khaleej perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Khaleej falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Khaleej podem fingir não ter ouvido.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Al-Khaleej beneficiou disso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Danyal Al-Habeeb será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Salem Al-Najdi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
115 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Khaleej perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Al-Orobah vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Khaleej foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Khaleej falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.81 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Khaleej ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Musaed Al-Johani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 22 jogos sem derrota são uma base que o Al-Khaleej não tinha no outono.
Plantel18/12/2034
Mohammed Marran lesiona os ligamentos do joelho — 122 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 122 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Khaleej vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Majed Al-Awad marcou, foi avaliado com 7.89 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não há pior forma de perder um futebolista. Danyal Al-Habeeb pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Thamer Al-Khaibri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 21 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel11/12/2034
Mohammed Marran lesiona os ligamentos do joelho — 129 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 129 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Khaleej falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. André Cardoso produziu-o, e o 8.14 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Musaed Al-Johani produziu-o, e o 6.49 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.18 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Khaleej ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Khaleej falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Khaleej, e não vai ser retirado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. André Cardoso marcou, foi avaliado com 7.64 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Godfrey Selchum será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Khaleej coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al-Khaleej foi explícito quanto à situação de Maher Tawashi, o que é mais do que muitos recebem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Khaleej ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Thamer Al-Khaibri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/10/2034
Palavras no treino do Al-Khaleej sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. André Cardoso está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel16/10/2034
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Al-Khaleej
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Aboubakkar Moussa foi o melhor de qualquer um deles.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco16/10/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Godfrey Selchum
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Eyad Houssa está nela.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Mohammed Al-Dowaish: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Al-Khaleej a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Godfrey Selchum será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Khaleej as despedidas começaram em silêncio.
Salem Al-Najdi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e André Cardoso estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Khaleej sabem-no.
Oscar lesiona os ligamentos do joelho — 54 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 54 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 78 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Mohammed Al-Mahasnah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ittihad fica com o seu homem, e o Al-Taawoun volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel03/07/2034
8 caras novas e o Al-Taawoun ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Perguntou-se ao Al-Ittihad se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Taawoun perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Taawoun falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Mohammed Marran não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O negócio que levaria Hassan Al-Ahmadi para o Al-Saudi Al-Watani caiu na fase final e ele reapresenta-se no Al-Taawoun com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Taawoun coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ra'ed fica com o seu homem, e o Al-Taawoun volta a uma lista com um nome riscado.
O aperto de mão com o Al-Batin está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Al-Faisaly não queria vender e o número é a razão por que o fez. $1.6M por Ammar Al-Khaibari, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al-Taawoun ninguém diz, e no Al-Fateh ninguém gosta de estar a adivinhar.
A verba é $100.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Al-Orobah negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Fateh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Al-Fateh ofereceu $69.0K; o Al-Wehda disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Taawoun perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 99 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Taawoun perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Taawoun podem fingir não ter ouvido.
Mohammed Al-Mahasnah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Khaleej fica com o seu homem, e o Al-Taawoun volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel12/06/2034
Palavras no treino do Al-Taawoun sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammed Suhluli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Khalil Al-Absi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Fateh as despedidas começaram em silêncio.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Ohod ninguém diz, e no Al-Fateh ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Al-Fateh foi ao Al-Taawoun com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Kelvin Ihunwo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.