Aos 33 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.83, e ninguém melhor em campo.
Notas dos jogadores07/12/2026
Um golo de defesa dá a vitória ao Maccabi Haifa — 7.92
1 para Ali Mohamed, avaliado com 7.92, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Maccabi Haifa lida com um homem que quer outro país.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cédric Don está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Cédric Don sai dessa comparação dentro da equipa, e o Maccabi Haifa beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 2‑2, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Liam Hermesh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Haifa as despedidas começaram em silêncio.
Jelle Bataille e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cédric Don está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Cédric Don tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cédric Don estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um 1‑0 sobre o Hapoel Raanana, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel19/10/2026
No Maccabi Haifa ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Dor Abada, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
8 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
Notas dos jogadoresKenny Saief tinha sempre o passe
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Liam Hermesh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Haifa as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pierre Cornud e o Maccabi Haifa acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aílson Tavares esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Hapoel Raanana com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Guy Melamed assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Haifa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Guy Melamed fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Silva Kani apontou a data.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Liam Hermesh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Haifa as despedidas começaram em silêncio.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cédric Don está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Maccabi Haifa perguntou e o Corinthians disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Haifa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco14/09/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Dor Abada não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Maccabi Haifa também ninguém o escondia.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Sean Goldberg: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Maccabi Haifa a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Guy Melamed assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Haifa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Haifa perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A perseguição a Elad Madmon terminou com $4.9M a mudar de mãos e o Maccabi Tel Aviv sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Haifa, e não vai ser retirado.
$3.8M era o máximo que o clube pagaria, e o Beitar Jerusalem pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.99 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maccabi Netanya fica com o seu homem, e o Maccabi Haifa volta a uma lista com um nome riscado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Ali Mohamed marcou, foi avaliado com 7.81 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
As bancadas31/08/2026
O Maccabi Haifa gasta $4.9M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $4.9M por Elad Madmon, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
A proposta seguiu esta semana para o Maccabi Tel Aviv, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Nevot Ratner não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O Maccabi Haifa ofereceu $5.1M; o Persebaya disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A perseguição a Aílson Tavares terminou com $1.1M a mudar de mãos e o Beitar Jerusalem sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
A proposta do Maccabi Petach Tikva por Liam Hermesh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Maccabi Haifa perguntou e o Hapoel Kfar Saba disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $5.1M — um clube que quer Elad Madmon ao ponto de perguntar duas vezes.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cédric Don estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ethane Azoulay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Haifa já se começa a dizer o nome dele no passado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.1M — um clube que quer Matty Cudjoe ao ponto de perguntar duas vezes.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Santos ninguém diz, e no Maccabi Haifa ninguém gosta de estar a adivinhar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Cédric Don e o Maccabi Haifa acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
$720.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Beitar Jerusalem pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.