Hicham Nouali e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/07/2027
Mohamed Hamami desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Esaie Djikoloum não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O CotonTchad aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Plantel05/07/2027
Hamza Asrir desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O CotonTchad perguntou e o Elect Sport disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
Direção05/07/2027
Os salários engolem 89% das receitas do CotonTchad
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Yacine Wakili agarrou este contra o AS PSI. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do CotonTchad.
Aos 37 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.18, e ninguém melhor em campo.
Jogo23/06/2027
O CotonTchad torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No CotonTchad vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
O telefone voltou a tocar por causa de Esaie Djikoloum, e desta vez do outro lado está o AS Etat Major. No CotonTchad ouvem com educação e não prometem nada.
Mohamed Hamami e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Stars Jeunes Talents fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Abdallah Boukhanfer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 39 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Plantel21/06/2027
Mohamed Hamami desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O CotonTchad perguntou e o University of Pretoria disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yacine Wakili está nela.
1.º lugar com 50 pontos, e as filas na bilheteira são a parte de uma luta pela subida que nunca aparece numa tabela. A cidade decidiu que esta é a sério.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.09 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Yacine Wakili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Hamami estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
12 golos e uma média de 7.23 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Madaoua Tchiva tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Mohamed Hamami e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Uma média de 7.23 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Oumar Mbaiguedem depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Zaid Karouch e o CotonTchad acertam mais 2 anos.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 7 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do CotonTchad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Hamami está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um ponto arrancado aos 89 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Abdallah Boukhanfer.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Em resumo
DireçãoOs salários engolem 86% das receitas do CotonTchad
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.97 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Mohamed Hamami esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/03/2027
Hamza Asrir desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
18 dias de fora para Ali Allamine depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O CotonTchad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo20/02/2027
Ninguém quer jogar contra o CotonTchad neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.52 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma nota de 7.76, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco22/02/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Oumar Mbaiguedem, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o CotonTchad terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 88, e o Stars Jeunes Talents passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.92 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O CotonTchad vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anass Oublal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresAbdallah Boukhanfer jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Vitória por 1‑0 sobre o Aiglons, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no CotonTchad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do CotonTchad, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.00 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Abdallah Boukhanfer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Hamami estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Mohamed Hamami e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/01/2027
Palavras no treino do CotonTchad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koffi Ayivi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em CotonTchad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mohamed Hamami assinar alguma coisa — um contrato no CotonTchad ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Faltam 7 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o CotonTchad pode pedir e sobe o salário que Esaie Djikoloum pode exigir.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do CotonTchad e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no CotonTchad a diferença vê-se da última fila.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O CotonTchad aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
A proposta do Stars Jeunes Talents por Gérard Diarra foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jogo02/01/2027
Mais uma trazida de fora
5 seguidas na estrada para o CotonTchad. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Yacine Wakili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 39 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Plantel04/01/2027
Palavras no treino do CotonTchad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hamza Asrir está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Younes Rachid. 2‑1 sobre o Renaissance, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Yacine Wakili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo19/12/2026
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o CotonTchad. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Hamami estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Abdallah Boukhanfer. 2‑0 sobre o AS DGSSIE, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Uma exibição de 8.05 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
O banco21/12/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Oumar Mbaiguedem foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em CotonTchad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CotonTchad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Koffi Ayivi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mouctar Kodji, e o treinador deixou.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 6.94, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
O banco14/12/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Oumar Mbaiguedem a uma sala que já as tinha ouvido.
Plantel14/12/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no CotonTchad
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.20 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Mohamed Hamami esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Koffi Ayivi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jogo05/12/2026
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o CotonTchad. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamza Asrir, e o treinador deixou.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Abdallah Boukhanfer pôs o CotonTchad de novo em igualdade em 3 minutos, e o AS PSI nunca chegou a jogar com vantagem.
Aos 38 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.02, e ninguém melhor em campo.
Jogo21/11/2026
Ninguém quer jogar contra o CotonTchad neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Zaid Karouch e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel23/11/2026
Hamza Asrir desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Koffi Ayivi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hicham Nouali, e o treinador deixou.
Os reforços chegam com uma imagem do clube na cabeça, e a deste era maior do que o edifício. Vai jogar bem e vai-se embora, por essa ordem, e toda a gente o sabe.
Yacine Wakili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/11/2026
No CotonTchad ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valdo Junior Bilunga, e o treinador deixou.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No CotonTchad ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
12.º lugar para os anfitriões, uma viagem longa para a bancada visitante, e um jogo que vai parecer banal no papel até ao momento em que deixar de o ser.
Em resumo
PlantelOs selecionadores não conseguiram deixar Zaid Karouch de fora
O AS Etat Major vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O CotonTchad foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Yacine Wakili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o CotonTchad terá de responder com minutos ou com uma transferência.
O banco09/11/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Oumar Mbaiguedem foi breve depois da vitória por 3‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Em resumo
PlantelZaid Karouch estreia-se finalmente a marcar
Abdallah Boukhanfer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.76 na ficha, e os adeptos do CotonTchad saíram a repetir um nome.
Plantel19/10/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no CotonTchad
13 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Yacine Wakili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No CotonTchad sabem-no, e também todos os que o veem.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No CotonTchad ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
É o negócio menos glamoroso que um clube faz e a razão por que as épocas não desabam em fevereiro. Abdallah Boukhanfer está cá para as semanas em que há três lesionados e alguém tem de jogar na mesma.