Jonas Torsvik

Lateral Esquerdo - Jogador Livre
11 Mai 2028
Quinta-feira
Processo

Marcado para Jonas Torsvik

86 Edição

O Diário de Brann

20/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

57 dias de fora para Joachim Soltvedt depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Brann vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Jogo

A vista lá de cima para o Brann

64 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.

Mercado

O Brann diz que não — desta vez

A proposta do FH por Markus Haaland foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Alvos de mercado

O Sparta Prague avisa o Brann: Sivert Mannsverk não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Alvos de mercado

Emir Derviskadic vai a exames médicos no Brann

Tudo acordado com o Haugesund, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Plantel

Troca de palavras no Brann

Sondre Brunstad Fet e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Brann

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Niklas Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

O treinador faz de Jonas Torsvik um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Mathias Dyngeland é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mathias Dyngeland está nela.

Em resumo

Edições anteriores
85 Edição

O Diário de Brann

13/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma fratura deixa Joachim Soltvedt de fora 65 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Brann falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Denzel De Roeve pede para sair do Brann

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

O Burnley avisa o Brann: Josh Cullen não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Mercado

Noah Holm sobe a fasquia para o Brann

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Brann a ouviu como outra coisa.

Plantel

Um desentendimento no Brann

Sondre Brunstad Fet e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Brann

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Niklas Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Jamal Deen Haruna quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Brann sabem-no.

Alvos de mercado

O Brann pergunta por Sander Granheim

Uma sondagem ao Sogndal para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

O banco

Sævar Atli Magnússon é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sævar Atli Magnússon está nela.

Em resumo

79 Edição

O Diário de Brann

31/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Denzel De Roeve lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Joachim Soltvedt parte um osso — 111 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 111 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Plantel

Os ânimos aquecem no Brann

Sondre Brunstad Fet esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Brann sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Niklas Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

O treinador faz de Jonas Torsvik um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Ulrik Mathisen tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Brann dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

78 Edição

O Diário de Brann

24/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Denzel De Roeve fora por 37 dias

37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Brann perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Jogo

O Brann é líder

64 pontos e ninguém por cima. A palavra ainda não se diz à volta do estádio, e pensa-se em todas as cadeiras.

Mercado

Noah Holm quer mais do que o Brann oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Plantel

Troca de palavras no Brann

Sondre Brunstad Fet e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Não há esconderijo para Niklas Jensen Wassberg

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Niklas Jensen Wassberg, e o treinador deixou.

Mercado

Conversas entre Brann e Denzel De Roeve empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Joachim Soltvedt tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Brann dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A conversa sobre Ulrik Mathisen não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Brann sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Jonas Torsvik bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jonas Torsvik treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

72 Edição

O Diário de Brann

13/12/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

O banco

Simen Vidtun Nilsen: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Brann nada responderam, o que também é uma resposta.

Mercado

Noah Holm quer mais do que o Brann oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Plantel

Bård Finne em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Brann coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Eggert Aron Guðmundsson fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Eggert Aron Guðmundsson e o Brann acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Brann

9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

O treinador faz de Jonas Torsvik um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Mathias Dyngeland joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Nana Boakye bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nana Boakye treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A pergunta sobre Mathias Dyngeland persegue o Brann

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mathias Dyngeland. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

70 Edição

A Crónica de Stjarnan

29/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Stjarnan estão lá em cima

2.º lugar e 40 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Jogo

O Stjarnan fica aquém na Europa

1‑3 perante o nível do Hammarby. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.

Plantel

Troca de palavras no Stjarnan

Örvar Eggertsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Emil Atlason está a abrandar

Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.

O banco

O treinador faz de Örvar Logi Örvarsson um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Jogo número 200 para Emil Atlason

200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.

Notas dos jogadores

Markus Haaland estava imparável

Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

O banco

Alfred Gudmundsson: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 1‑3, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

O banco

Não há lugar para Benedikt V. Warén no jogo grande

Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Stjarnan fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.

Em resumo

68 Edição

A Crónica de Stjarnan

15/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Emil Atlason afastado no Stjarnan

Isto não é rotação. Emil Atlason está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Stjarnan finge o contrário.

Plantel

Emil Atlason em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stjarnan coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Benedikt V. Warén um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Jonas Torsvik é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jonas Torsvik está nela.

Mercado

Örvar Eggertsson apontado a uma saída

O nome de Örvar Eggertsson não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Stjarnan nada diz, o que já diz muito.

Plantel

Uma temporada à margem para Nicolás Siri

Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Stjarnan ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.

O banco

Adil Titi bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stjarnan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Plantel

Malthe Kjølby quer sair do banco

“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Stjarnan vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.

Emprestados

3 golos por empréstimo para Alpha Conteh

21 jogos no Keflavik e os golos não param. No Stjarnan acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.

Em resumo

67 Edição

A Crónica de Stjarnan

08/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

O Stjarnan cumpre na Europa

1‑0. O futebol continental é onde um clube descobre o que é realmente, e o Stjarnan saiu bem dessa descoberta diante do Heracles.

Plantel

Os ânimos aquecem no Stjarnan

Emil Atlason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Örvar Eggertsson

7.70, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Stjarnan tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

Plantel

6 caras novas e o Stjarnan ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

Não há lugar para Alex Þór Hauksson no jogo grande

Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Stjarnan fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Alfred Gudmundsson, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

O banco

Örvar Eggertsson tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Stjarnan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Heiðar Ægisson ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A conversa sobre Emil Atlason não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Stjarnan sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

65 Edição

A Crónica de Stjarnan

25/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

O Heracles desmonta o Stjarnan na Europa

0‑3. Há um nível que se joga todas as semanas, e é jogado por clubes que o fazem há cinquenta anos; uma noite destas é o que se sente ao chegar lá sem o ter feito.

Plantel

Um desentendimento no Stjarnan

Emil Atlason e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Não há esconderijo para Örvar Eggertsson

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Örvar Eggertsson, e o treinador deixou.

Direção

Portas fechadas no Stjarnan

A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.

O banco

Alfred Gudmundsson responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

O banco

Benedikt V. Warén fica de fora no jogo grande

Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Benedikt V. Warén chama-lhe outra coisa em privado.

O banco

Damil Dankerlui é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Damil Dankerlui está nela.

Notas dos jogadores

Markus Haaland passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 11. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Jonas Torsvik fala, e o balneário ouve

“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Stjarnan ficou diferente depois.

Em resumo

64 Edição

A Crónica de Stjarnan

18/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Emil Atlason afastado no Stjarnan

Isto não é rotação. Emil Atlason está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Stjarnan finge o contrário.

Plantel

Emil Atlason em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stjarnan coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Ahmed Mohammed de fora 26 dias

A enfermaria confirma 26 dias de paragem para Ahmed Mohammed, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.

O banco

Não há esconderijo para Benedikt V. Warén

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Benedikt V. Warén, e o treinador deixou.

Mercado

Örvar Eggertsson apontado a uma saída

O nome de Örvar Eggertsson não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Stjarnan nada diz, o que já diz muito.

Mercado

Stjarnan colocam Gustav Kjeldsen no mercado

A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Gustav Kjeldsen pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.

O banco

Faustas Steponavičius bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stjarnan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Plantel

Malthe Kjølby quer sair do banco

“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Stjarnan vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.

Plantel

Jonas Torsvik já se adaptou ao Stjarnan

O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.

Em resumo

63 Edição

O Diário de Brann

11/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Vetle Dragsnes lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Brann

5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

Ulrik Mathisen tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Brann dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

Brann e Vetle Dragsnes falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Mercado

Sondre Brunstad Fet apontado a uma saída

O nome de Sondre Brunstad Fet não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Brann nada diz, o que já diz muito.

Antevisão

Fredrik Pallesen Knudsen regressa para defrontar o Haugesund

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Fredrik Pallesen Knudsen: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Brann a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Plantel

Uma temporada à margem para Nana Boakye

Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Brann ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.

Emprestados

4 balizas a zeros por empréstimo para Lars Jendal

4 jogos no Viking e os golos deixaram de entrar. O Brann emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.

Emprestados

Aalesund não consegue deixar Niklas Jensen Wassberg de fora

25 jogos a titular e uma média de 6.79. Foi para lá para jogar e está a jogar, que é a única coisa para que um empréstimo serve.

Em resumo

61 Edição

A Crónica de Stjarnan

27/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

O Stjarnan termina no 2.º lugar

40 pontos, e a época já tem um número. Seja o que for que se sentiu por dentro, é assim que vai ficar num livro.

Notas dos jogadores

Emil Atlason dos velhos tempos — 7.85

Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.85, e ninguém melhor em campo.

Notas dos jogadores

Markus Haaland passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 23. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Um desentendimento no Stjarnan

Emil Atlason e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Stjarnan

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Guðmundur Baldvin Nökkvason estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Stjarnan cumpre diante do Valur

Um 2‑1 sobre o Valur, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Örvar Eggertsson

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.00, e nem uma objeção no estádio.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jonas Torsvik

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

O banco

O veredicto do treinador

“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Alfred Gudmundsson foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.

Em resumo

56 Edição

A Crónica de Stjarnan

23/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Örvar Eggertsson comanda a goleada sobre o IBV

3‑0, e Örvar Eggertsson ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Stjarnan. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Mercado

Adil Titi pede para sair do Stjarnan

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Notas dos jogadores

Emil Atlason, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.27

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.27 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.

Direção

O Stjarnan fecha o mercado com um plantel feito por si

18 entradas e 8 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Plantel

Örvar Eggertsson em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stjarnan coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

O Stjarnan leva uma nega por Oskar Casagrande

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O SonderjyskE fica com o seu homem, e o Stjarnan volta a uma lista com um nome riscado.

As bancadas

Os adeptos do Stjarnan encontraram um ídolo em Nicolás Siri

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Nicolás Siri tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

O Stjarnan acaba com a espera diante do IBV

Já ia em 5 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.

Notas dos jogadores

Jonas Torsvik em notas de excelência

Uma exibição de 8.17 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Em resumo

50 Edição

A Crónica de Stjarnan

12/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

16 jogos sem perder para o Stjarnan

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 16 jogos sem derrota são uma base que o Stjarnan não tinha no outono.

Jogo

Stjarnan sobe ao lugar 2

23 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Plantel

Troca de palavras no Stjarnan

Emil Atlason e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

O Stjarnan torna a sua casa um sítio difícil de visitar

10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.

Notas dos jogadores

Markus Haaland passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 20. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Jogo

A meio da época: o Stjarnan está no 2.º lugar

23 pontos à viragem. A primeira volta de uma época é uma promessa; a segunda é uma fatura, e a cidade está prestes a descobrir qual das duas foi esta.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Jonas Torsvik

7.54, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Stjarnan tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

O banco

O treinador faz de Adil Titi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Þorri Mar Þórisson

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

Em resumo

49 Edição

A Crónica de Stjarnan

05/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

15 jogos sem perder para o Stjarnan

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 15 jogos sem derrota são uma base que o Stjarnan não tinha no outono.

Plantel

Um desentendimento no Stjarnan

Emil Atlason e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

Aperta-se o cinto no Stjarnan

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Jogo

O Fylkir trava a série do Stjarnan nos 4 jogos

Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.

O banco

O treinador faz de Benedikt V. Warén um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Dia de entradas na formação do Stjarnan

7 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Birnir Snær Ingason

7.29, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Stjarnan tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Árni Snær Ólafsson

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Árni Snær Ólafsson sai dessa comparação dentro da equipa, e o Stjarnan beneficiou de cada uma dessas tardes.

O banco

Alfred Gudmundsson sobre o ponto

“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Alfred Gudmundsson depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.

Em resumo

48 Edição

A Crónica de Stjarnan

28/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Jonas Torsvik — 8.46

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jonas Torsvik produziu-o, e o 8.46 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Mercado

Sigurður Gunnar Jónsson põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stjarnan, e não vai ser retirado.

Jogo

Stjarnan soma 4 vitórias seguidas

A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Stjarnan tem 4 vitórias seguidas dela.

Plantel

Emil Atlason em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stjarnan coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Stjarnan e do Fjolnir por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Jogo

Stjarnan cumpre diante do Fjolnir

Um 4‑2 sobre o Fjolnir, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Jogo

A série caseira do Stjarnan continua

9 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.

As bancadas

Um dos seus: Nicolás Siri

Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

O banco

Não há esconderijo para Árni Snær Ólafsson

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Árni Snær Ólafsson, e o treinador deixou.

Em resumo

44 Edição

A Crónica de Stjarnan

31/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Örvar Eggertsson — 8.64

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Örvar Eggertsson produziu-o, e o 8.64 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Notas dos jogadores

Markus Haaland estava imparável

Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Jogo

Continua sem haver quem bata o Stjarnan

A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.

Plantel

Emil Atlason em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stjarnan coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Jonas Torsvik um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

O Stjarnan salva um ponto aos 88 minutos

A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 88. O Vikingur tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.

Jogo

Stjarnan e Vikingur levam um ponto cada

Acabou 2‑2, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

O banco

Alfred Gudmundsson: “Temos de ser melhores”

“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 2‑2, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.

Plantel

Örvar Eggertsson eleito jogador da semana

Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Örvar Eggertsson ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.

Em resumo

43 Edição

A Crónica de Stjarnan

24/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

O banco

Jonas Torsvik diz que o Stjarnan não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Notas dos jogadores

Guðmundur Baldvin Nökkvason marca duas vezes — 8.36

Dois golos e um 8.36 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Stjarnan não perde

Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Notas dos jogadores

Birnir Snær Ingason estava imparável

Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Os ânimos aquecem no Stjarnan

Emil Atlason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Stjarnan despacha o Leiknir

Três pontos para o Stjarnan: um 3‑1 diante do Leiknir num duelo decidido por pormenores.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Markus Haaland

Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

O banco

Não há esconderijo para Markus Haaland

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Markus Haaland, e o treinador deixou.

Plantel

Guðmundur Baldvin Nökkvason atinge as 100 presenças

100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.

Em resumo

41 Edição

O Diário de Brann

10/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Lars Jendal é o herói dos onze metros

Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Lars Jendal: 3 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.

Plantel

O joelho: Thore Pedersen fora por 47 dias

47 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Brann perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Jogo

Os pequenos detalhes afastam o Brann

Eliminado, 2‑2 com o Sandefjord, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.

Notas dos jogadores

David Steinegger, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.99

Um 7.99 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.

Jogo

Tarde má para o Brann diante do Sarpsborg 08

0‑1 para o Sarpsborg 08, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Jogo

O Brann recusa-se a perder com o Sandefjord

Um ponto arrancado aos 92 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.

Direção

Ninguém saiu depressa do balneário de Brann

A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.

Notas dos jogadores

Sævar Atli Magnússon falha aos onze metros

Estava na sua mão fechar e não fechou. Um caminho longo de volta ao meio-campo, e uma semana bem mais longa.

Emprestados

Jonas Torsvik conta os dias

“Vejo todos os jogos do Brann daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Stjarnan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

Em resumo

34 Edição

A Crónica de Stjarnan

22/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

O Stjarnan diz que não — desta vez

A proposta do Fjolnir por Darri Bergmann Gylfason foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Os ânimos aquecem no Stjarnan

Emil Atlason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

Breidablik entra na fila por Jóhann Árni Gunnarsson

Mais um nome na lista: o Breidablik fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Jóhann Árni Gunnarsson. A resposta do Stjarnan não mudou — para já.

Alvos de mercado

O Stjarnan leva uma nega por Gonzalo Ávila

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ludogorets fica com o seu homem, e o Stjarnan volta a uma lista com um nome riscado.

O banco

Não há esconderijo para Markus Haaland

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Markus Haaland, e o treinador deixou.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Stjarnan

7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Alvos de mercado

O Stjarnan tenta Jacob Andersen por empréstimo

Perguntou-se ao AGF se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

O banco

Sindri Þór Ingimarsson bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stjarnan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Plantel

Jonas Torsvik já ficou grande para esta divisão

Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Stjarnan sabem-no, e também todos os que o veem.

Em resumo

34 Edição

O Diário de Brann

22/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Emprestados

Julian Lægreid quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Brann e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 5 no Moss dizem o resto.

O banco

Sævar Atli Magnússon tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Brann dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

Sondre Brunstad Fet apontado a uma saída

O nome de Sondre Brunstad Fet não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Brann nada diz, o que já diz muito.

Plantel

A seleção chama Sævar Atli Magnússon

Parte para ser jogador de outros durante quinze dias. O Brann perde-o durante a paragem e gostava que lho devolvessem no estado em que saiu.

O banco

O treinador faz uma promessa a Simen Vidtun Nilsen

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Brann. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Emprestados

Nana Boakye é titular no Kecskeméti TE

7 jogos a titular e uma média de 6.56 na época. O empréstimo está a fazer exatamente aquilo para que foi combinado.

Em resumo

33 Edição

A Crónica de Stjarnan

15/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Alvos de mercado

Waylon Renecke está a uns exames médicos do Stjarnan

O negócio com o Hammarby está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Plantel

Emil Atlason em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stjarnan coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

O Stjarnan leva uma nega por Logi Hrafn Róbertsson

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O IFK Värnamo fica com o seu homem, e o Stjarnan volta a uma lista com um nome riscado.

Mercado

Fjolnir entra na fila por Darri Bergmann Gylfason

Mais um nome na lista: o Fjolnir fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Darri Bergmann Gylfason. A resposta do Stjarnan não mudou — para já.

Alvos de mercado

O Stjarnan pergunta por Jonas Torsvik

Uma sondagem ao Brann para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

O banco

Não há esconderijo para Jóhann Árni Gunnarsson

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jóhann Árni Gunnarsson, e o treinador deixou.

O banco

Damil Dankerlui é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Damil Dankerlui está nela.

Mercado

Emil Atlason apontado a uma saída

O nome de Emil Atlason não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Stjarnan nada diz, o que já diz muito.

Plantel

Markus Haaland anda de cabeça mais erguida no Stjarnan

O passado entrou à frente dele. Os jogadores que estiveram onde ele esteve são ouvidos num balneário antes de o merecerem, e ele será ouvido enquanto a forma durar.

Em resumo

32 Edição

O Diário de Brann

08/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jonas Torsvik disse que sim ao Skeid

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Brann perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Plantel

Sondre Brunstad Fet assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Sondre Brunstad Fet compromete-se com o Brann por mais 3 anos.

Plantel

Troca de palavras no Brann

Sondre Brunstad Fet e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

O Brann promove Hakon Sorloth de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Hakon Sorloth passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Mercado

Um dos nossos: Marcus Svensson junta-se à equipa principal do Brann

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Marcus Svensson é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

Mercado

O Brann promove Fredrik Haaland de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Fredrik Haaland passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

O banco

Quando importa, Mathias Dyngeland joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Sævar Atli Magnússon bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sævar Atli Magnússon treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

Sævar Atli Magnússon quer saber porque ganha menos

Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Brann não tem uma boa resposta.

Em resumo

31 Edição

O Diário de Brann

01/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Rosenborg voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Brann não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Sævar Atli Magnússon tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Brann lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Um desentendimento no Brann

Sondre Brunstad Fet e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Skeid entra na fila por Jonas Torsvik

Mais um nome na lista: o Skeid fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Jonas Torsvik. A resposta do Brann não mudou — para já.

Plantel

Sævar Atli Magnússon desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

Em Brann ninguém pegou no telefone para Ulrik Mathisen

Faltam 10 meses e nem uma palavra de proposta. Um clube que deixa o calendário negociar por si costuma acabar a perder para o calendário.

O banco

Não há esconderijo para Jonas Torsvik

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jonas Torsvik, e o treinador deixou.

O banco

Joachim Soltvedt é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Joachim Soltvedt está nela.

O banco

Niklas Castro pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

30 Edição

O Diário de Brann

22/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Sakarias Opsahl põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Brann, e não vai ser retirado.

Alvos de mercado

O Fredrikstad avisa o Brann: Johannes Hummelvoll-Nuñez não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Mercado

O Brann diz que não — desta vez

A proposta do Skeid por Jonas Torsvik foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Fredrik Pallesen Knudsen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Brann coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Niklas Castro desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Sævar Atli Magnússon tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Brann dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Niklas Castro pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

Sondre Brunstad Fet apontado a uma saída

O nome de Sondre Brunstad Fet não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Brann nada diz, o que já diz muito.

O banco

Prometeram minutos a Simen Vidtun Nilsen

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Simen Vidtun Nilsen apontou a data.

Em resumo

11 Edição

O Arauto de Örgryte

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma fratura deixa Noah Christoffersson de fora 19 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Örgryte falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Plantel

Troca de palavras no Örgryte

Mikael Dyrestam e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Tobias Mølgaard desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

William Hofvander assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» William Hofvander compromete-se com o Örgryte por mais 3 anos.

O banco

O Örgryte cumpre a palavra dada a Jonas Torsvik

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

O banco

O treinador faz de Benjamin Laturnus um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

A conversa sobre Hampus Gustafsson não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Örgryte sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Owen Parker-Price bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Örgryte, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Antevisão

Antevisão: a deslocação ao Orebro

5.º lugar para os anfitriões, uma viagem longa para a bancada visitante, e um jogo que vai parecer banal no papel até ao momento em que deixar de o ser.

Em resumo