49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Veracruz perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Queretaro à espera com uma camisola. No Veracruz ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Veracruz perguntou e o Monterrey disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma sondagem ao Morelia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O aperto de mão com o Atlas está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A proposta seguiu esta semana para o Queretaro, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Luis Gustavo Sánchez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Chiapas fica com o seu homem, e o Veracruz volta a uma lista com um nome riscado.
O Pumas UNAM pagou $280.0K e o Veracruz aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lamonth Rochester estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
65 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Veracruz perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta ficou muito aquém e em Veracruz não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Direção04/06/2029
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Veracruz
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Alvos de mercado04/06/2029
$200.0K põem os clubes de acordo sobre David Osuna
O Tijuana aceitou o dinheiro. O que o Veracruz ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Veracruz foi ao Tijuana com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Veracruz vai falar em 18 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel04/06/2029
Palavras no treino do Veracruz sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franco Ojeda está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diego Rosales, e o treinador deixou.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Tijuana está a esgotar-se.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Tijuana toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
O aperto de mão com o Chiapas está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tijuana, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Guadalajara, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Chiapas fica com o seu homem, e o Tijuana volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tijuana coisas que levam mais de uma semana a retirar.
41 dias de fora para Gustavo Wood depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tijuana vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tijuana coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/05/2029
Uma lesão muscular afasta Luis Cervantes durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Tijuana vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gustavo Wood treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tijuana ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. David Osuna acertou condições com o Santos Laguna para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
César Castillo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tijuana vão explicá-lo como uma decisão de equipa, e talvez seja. Um balneário nunca leu isso assim, nem uma vez.
O banco07/05/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jordan Knight
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Fernando Monarrez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordan Knight está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de David Osuna
O Tijuana entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» José Antonio Rodríguez e o Tijuana acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Luciano Farias sai dessa comparação dentro da equipa, e o Tijuana beneficiou de cada uma dessas tardes.
O treinador reorganizou as ideias e Leonardo Cruz saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tijuana, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tijuana perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.55 para o resto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. José Castro será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tijuana as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tijuana coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Osuna está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
16 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.49 na ficha, e os adeptos do Tijuana saíram a repetir um nome.
O banco19/02/2029
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Tijuana nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Jogo10/02/2029
Não se vê o fim da espera do Tijuana por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tijuana tem de arrancar um resultado de algum lado.
Mercado12/02/2029
Tão perto: a transferência de José Castro morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Chiapas seguiu em frente, José Castro apresenta-se de volta no Tijuana, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
O Tijuana perguntou e o Pumas UNAM disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel12/02/2029
David Osuna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Ernesto Ruiz, e o treinador deixou.
Jordan Knight esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Diego Abreu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Brian Figueroa
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Tijuana toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Verba acordada, salário acordado, e o Chiapas à espera com uma camisola. No Tijuana ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Mourad foi-se, as contas têm $4.8M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
O Club America pagou $4.8M e o Tijuana aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A proposta ficou muito aquém e em Tijuana não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Direção05/02/2029
O Tijuana fecha o mercado com um plantel feito por si
7 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O Tijuana perguntou e o Club America disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Puebla ninguém diz, e no Tijuana ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Tijuana perguntou e o Chiapas disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Osuna está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mourad e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fernando Monarrez, e o treinador deixou.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jhon Ibargüen apontou a data.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Tijuana a diferença vê-se da última fila.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Brian Figueroa acabou de assinar pelo Tijuana e, por uma vez, a resposta importava.
Mourad e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑5, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Guillermo Pozos tem a sua resposta do Tijuana; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
43 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tijuana perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Tijuana já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
105 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tijuana perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Tijuana e o Guadalajara acertaram em $8.9M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta do Leon por Francisco González foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $42.3K — um clube que quer Jhon Ibargüen ao ponto de perguntar duas vezes.
11 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
O Toluca vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Raúl Torres pré-acordou a mudança para o Tijuana, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tijuana perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Direção01/05/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Tijuana
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tijuana coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Ignacio Rivero: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Josué Reyes está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Osuna está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel17/04/2028
David Osuna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Francisco González assinar alguma coisa — um contrato no Tijuana ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.