Dribles concretizados: 33. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thapelo Maseko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
O Nürnberg aceitou o dinheiro. O que o Hertha BSC ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O relógio fez o que o Eintracht Frankfurt não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no SC Freiburg ninguém diz, e no Hertha BSC ninguém gosta de estar a adivinhar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
Direção01/09/2036
O Hertha BSC fecha o mercado com um plantel feito por si
38 entradas e 29 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hertha BSC a ouviu como outra coisa.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hertha BSC já se começa a dizer o nome dele no passado.
$920.0K era o máximo que o clube pagaria, e o RB Leipzig pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O telefone voltou a tocar por causa de Patrik Berg, e desta vez do outro lado está o St. Pauli. No Hertha BSC ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel18/08/2036
Roggerio Nyakossi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Antonio Verinac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/08/2036
Demasiada mudança demasiado depressa no Hertha BSC
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Mio Backhaus está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Piet Scobel está em marcha
O Hertha BSC foi ao Eintracht Frankfurt com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Borussia Dortmund fica com o seu homem, e o Hertha BSC volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel11/08/2036
Thapelo Maseko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hertha BSC, mais uma semana sem a assinatura de Gorka Carrera.
O Bayer Leverkusen aceitou o dinheiro. O que o Hertha BSC ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hertha BSC já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
Diego Aguado e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/08/2036
Thapelo Maseko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Anton Wolff lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alvos de mercado21/07/2036
Verba fechada, faltam as condições de Niklas Wolff
O Hertha BSC e o TSG Hoffenheim acertaram em $830.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
A proposta do FC Augsburg por Luke Hawe foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thapelo Maseko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hamburger SV fica com o seu homem, e o Hertha BSC volta a uma lista com um nome riscado.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Hertha BSC foi explícito quanto à situação de Vanja Vlahović, o que é mais do que muitos recebem.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hertha BSC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o St. Pauli à espera com uma camisola. No Hertha BSC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o RB Leipzig fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thapelo Maseko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Köln pagou $150.0K e o Hertha BSC aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Karol Kucka acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Hertha BSC substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
28 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Mainz 05 por Gorka Carrera foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thapelo Maseko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hertha BSC já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Hertha BSC ofereceu $9.1M; o Borussia Dortmund disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
Mattia Zanotti e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Thapelo Maseko acertou condições com o Werder Bremen para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O Hertha BSC perguntou e o Bayer Leverkusen disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Anton Wolff lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Hertha BSC fez a parte difícil com o Borussia Dortmund, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Fortuna Düsseldorf ninguém diz, e no Hertha BSC ninguém gosta de estar a adivinhar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Anothando Menemene agiu, no Hertha BSC, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel30/06/2036
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thapelo Maseko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Bendik Berntsen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Holstein Kiel à espera com uma camisola. No Hertha BSC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Lukas Saal agiu, no Hertha BSC, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel23/06/2036
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thapelo Maseko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sandro Ferreira, e o treinador deixou.
David Mokwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hertha BSC já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Hertha BSC perguntou e o SC Freiburg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Hertha BSC foi ao Hamburger SV com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Heidenheim pagou $1.6M e o Hertha BSC aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ben Elliott agiu, no Hertha BSC, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bendik Berntsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
PlantelNo Hertha BSC ainda são estranhos uns para os outros
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hertha BSC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta seguiu esta semana para o SC Freiburg, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hertha BSC perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A camisola ainda lhe serve. Luca Vozar está de volta ao Hertha BSC, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
$1.7M em cima da mesa do Mainz 05. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Plantel09/06/2036
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thapelo Maseko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Hertha BSC perguntou e o Borussia Dortmund disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Eintracht Frankfurt por Jorge Cestero foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
O Hertha BSC foi ao Werder Bremen com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hertha BSC ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thapelo Maseko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Borussia Dortmund fica com o seu homem, e o Hertha BSC volta a uma lista com um nome riscado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Leo Östman tem a sua resposta do Hertha BSC; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lukáš Ambros, e o treinador deixou.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Hertha BSC beneficiou disso.
Mattia Zanotti e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thapelo Maseko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel19/05/2036
Demasiada mudança demasiado depressa no Hertha BSC
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Vanja Vlahović assinar alguma coisa — um contrato no Hertha BSC ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Mattia Zanotti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thapelo Maseko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Hertha BSC sabe dizer em que semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresO jogo passou por Dave Kwakman — 6.82
Paul Seidel lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel28/04/2036
Thapelo Maseko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Greuther Fürth; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hertha BSC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hertha BSC, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luke Hawe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
Plantel21/04/2036
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thapelo Maseko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
David Mokwa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/04/2036
Demasiada mudança demasiado depressa no Hertha BSC
12 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Paul Seidel lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dave Kwakman produziu-o, e o 8.24 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.11 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Jacob Peter Hödl e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jacob Peter Hödl esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/04/2036
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thapelo Maseko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Mainz 05 vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Nordin Bukala pré-acordou a mudança para o Hertha BSC, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Hertha BSC foi explícito quanto à situação de Christian Zawieschitzky, o que é mais do que muitos recebem.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
Mattia Zanotti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thapelo Maseko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Hertha BSC disse a Rafael Pinto Pedrosa que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hertha BSC, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Francesco Maisto, e o treinador deixou.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Hertha BSC vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luke Hawe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
Mattia Zanotti e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Dave Kwakman. 3‑1 sobre o Preußen Münster, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O Heidenheim vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ylan El Hadary pré-acordou a mudança para o Hertha BSC, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Notas dos jogadores24/03/2036
Thapelo Maseko jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.12. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Gorka Carrera.
Em resumo
PlantelDavid Mokwa desentende-se com um colega por causa das exigências
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hertha BSC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/03/2036
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thapelo Maseko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gorka Carrera, e o treinador deixou.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Hamburger SV; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
O banco17/03/2036
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Hertha BSC disse a Diego Aguado que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Jorge Cestero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/03/2036
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thapelo Maseko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Vanja Vlahović. 3‑1 sobre o Magdeburg, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo23/02/2036
Ninguém quer jogar contra o Hertha BSC neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Jacob Peter Hödl e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thapelo Maseko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jogo23/02/2036
O Hertha BSC torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Faltavam 86 minutos e o Darmstadt 98 tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Hertha BSC não parou para dar explicações.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hertha BSC sabem-no.
Jacob Peter Hödl e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Hertha BSC já sabem disso.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hertha BSC falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jorge Cestero será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Hertha BSC nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção04/02/2036
Fecha o mercado: 5 entradas, 11 saídas no Hertha BSC
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 5, saíram 11, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O VfL Bochum pagou $2.5M e o Hertha BSC aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Mattia Zanotti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jorge Cestero acertou condições com o Borussia Mönchengladbach para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Plantel04/02/2036
Thapelo Maseko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Hertha BSC perguntou e o Bayern Munich disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
37 dias de fora para Eljif Elmas depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hertha BSC vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do Arminia Bielefeld por Kaique foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O First Vienna tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hertha BSC perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Jorge Cestero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/01/2036
Thapelo Maseko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Hertha BSC, e 3 jogos em 28 dizem que merece ser ouvido.
44 dias de fora para Eljif Elmas depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hertha BSC vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hertha BSC já se começa a dizer o nome dele no passado.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Hertha BSC aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Jorge Cestero marcou, foi avaliado com 7.95 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lautaro Montenegro será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hertha BSC falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hertha BSC já falam dele no passado.
Notas dos jogadores24/12/2035
Um golo de defesa dá a vitória ao Hertha BSC — 7.90
1 para Valentin Sulzbacher, avaliado com 7.90, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Mattia Zanotti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thapelo Maseko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Alessandro Marrancone acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Hertha BSC substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Hertha BSC vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
59 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rapid Wien perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rapid Wien podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. David Trimmel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rapid Wien as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapid Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/07/2035
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giovanni Leoni está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Direção30/07/2035
8 jogadores da formação sobem à equipa principal do Rapid Wien
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
O novo treinador do Rapid Wien já trabalhou com Giovanni Leoni e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Sebastian Posch é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rapid Wien, e não vai ser retirado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Raphael Lienhart não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Giovanni Leoni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.
Plantel23/07/2035
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thapelo Maseko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O novo treinador do Rapid Wien já trabalhou com Giovanni Leoni e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Plantel23/07/2035
12 caras novas e o Rapid Wien ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Harrison Armstrong está nela.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 76 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Norwich City ninguém diz, e no Rapid Wien ninguém gosta de estar a adivinhar.
Giovanni Leoni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/07/2035
Thapelo Maseko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O novo treinador do Rapid Wien já trabalhou com Giovanni Leoni e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
A formação existe exatamente para esta manhã. Marco Alaba passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Martin Weimann passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Raphael Sabitzer está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
91 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rapid Wien perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rapid Wien ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapid Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Haverá conversa esta semana. Rapid Wien vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.
Plantel02/07/2035
Thapelo Maseko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O novo treinador do Rapid Wien já trabalhou com Giovanni Leoni e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Rapid Wien sabe em que fase está.
98 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rapid Wien perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Rapid Wien ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Diogo Ferreira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/06/2035
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thapelo Maseko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O novo treinador do Rapid Wien já trabalhou com Giovanni Leoni e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
O Rapid Wien perguntou e o Sturm Graz disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O banco25/06/2035
Daniel Gore tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Rapid Wien dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 106 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Rapid Wien perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Phillip Verhounig e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giovanni Leoni estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O novo treinador do Rapid Wien já trabalhou com Giovanni Leoni e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Raków Częstochowa fica com o seu homem, e o Rapid Wien volta a uma lista com um nome riscado.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
113 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rapid Wien perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O First Vienna tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
43 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Féder Rivas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rapid Wien as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapid Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/06/2035
Giovanni Leoni desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O novo treinador do Rapid Wien já trabalhou com Giovanni Leoni e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Harvey Blair acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Rapid Wien substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
121 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rapid Wien perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Harrison Armstrong e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O novo treinador do Rapid Wien já trabalhou com Giovanni Leoni e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
135 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rapid Wien perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Rapid Wien ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Phillip Verhounig e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Thiago Szkaluba acabou de assinar pelo Rapid Wien e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thapelo Maseko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Phillip Verhounig e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/05/2035
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thapelo Maseko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Rapid Wien dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Rapid Wien vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Daris Đezić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Rapid Wien, mais uma semana sem a assinatura de Thapelo Maseko.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Rapid Wien disse a Ange Ahoussou que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Plantel07/05/2035
No Rapid Wien ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O treinador reorganizou as ideias e Jeffrey Adjei-Broni saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Mark Engel mede-se pelo que não acontece
MercadoA história de Daris Đezić recusa-se a morrer
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rapid Wien ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Rapid Wien ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Phillip Verhounig esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Plantel30/04/2035
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thapelo Maseko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Diogo Ferreira. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Dean Titkov apontou a data.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rapid Wien ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ange Ahoussou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Rapid Wien vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel23/04/2035
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mladen Cvjetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Harrison Armstrong está nela.
Phillip Verhounig e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/03/2035
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mladen Cvjetinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco26/03/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Thapelo Maseko
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Rapid Wien joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Phillip Verhounig. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Rapid Wien pode pedir e sobe o salário que Thapelo Maseko pode exigir.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Rapid Wien já falam dele no passado.
Plantel05/03/2035
Uma transferência que Yusuf Demir teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Yusuf Demir está a viver essa versão no Rapid Wien, e costuma notar-se no primeiro mês.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yusuf Demir e o Rapid Wien acertam mais 3 anos.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Rapid Wien, mais uma semana sem a assinatura de Thapelo Maseko.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Diogo Ferreira: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapid Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mladen Cvjetinović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores26/02/2035
Fabian Silber fez o trabalho que ninguém conta — 6.97
10 ações combinadas e 6.97. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Cheick Doucouré.
Avaliado com 7.98. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco26/02/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Thapelo Maseko
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
43 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rapid Wien ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Féder Rivas acertou condições com o Blau-Weiß Linz para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Rapid Wien ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapid Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A enfermaria confirma 41 dias de paragem para Felix Fischer, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Plantel19/02/2035
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cheveyo Tsawa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kerem Yalçin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapid Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel12/02/2035
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kerem Yalçin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Konrad Kalajdzic e o Rapid Wien acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Thapelo Maseko está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Rapid Wien, mais uma semana sem a assinatura de Cheveyo Tsawa.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Rapid Wien sabem-no, e também todos os que o veem.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Rapid Wien já falam dele no passado.
Plantel08/01/2035
Thapelo Maseko sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
As regras permitem-no e dói na mesma. Balagie Darboe acertou condições com o LASK para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Harrison Armstrong e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A camisola ainda lhe serve. Ange Ahoussou está de volta ao Rapid Wien, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Um clube do seu país fez a pergunta, e ele nunca fingiu que não queria que lha fizessem. O Rapid Wien tem pela frente uma conversa que não vai ganhar com dinheiro.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Phillip Verhounig será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rapid Wien as despedidas começaram em silêncio.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Rapid Wien beneficiou disso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rapid Wien, e não vai ser retirado.
Não há pior forma de perder um futebolista. Phillip Verhounig pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Daniel Gore e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Bohdan Sliubyk acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Rapid Wien substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Phillip Verhounig, e o treinador deixou.
Plantel01/01/2035
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kerem Yalçin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
AntevisãoOs vizinhos são o próximo adversário do Rapid Wien
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rapid Wien ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Phillip Verhounig e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Jogo23/12/2034
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Rapid Wien. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Rapid Wien será julgado por uma única coisa.
Direção25/12/2034
Os salários engolem 118% das receitas do Rapid Wien
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Uma nota de 7.96, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
Plantel25/12/2034
Mathys Plessis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Posição 3, 35 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Rapid Wien sabem-no.
Diogo Ferreira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kerem Yalçin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Notas dos jogadores11/12/2034
Um golo de defesa dá a vitória ao Rapid Wien — 7.69
1 para Balagie Darboe, avaliado com 7.69, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nikola Skrobonja será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rapid Wien as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. José Estigarribia acertou condições com o Admira Wacker para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapid Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Três pontos para o Rapid Wien: um 2‑0 diante do Grazer AK num duelo decidido por pormenores.
Jogo09/12/2034
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Rapid Wien. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Plantel11/12/2034
Kerem Yalçin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rapid Wien, e não vai ser retirado.
Phillip Verhounig esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/11/2034
Kerem Yalçin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jakob Brunnhofer, e o treinador deixou.
O banco20/11/2034
Daniel Gore tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Rapid Wien dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.
O banco20/11/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Mathys Plessis
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
0‑0 frente ao Mura, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rapid Wien ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapid Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Thapelo Maseko. 1‑0 sobre o St. Pölten, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Ignacio Riera agarrou este contra o Stripfing. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Rapid Wien.
Notas dos jogadores06/11/2034
Uma estreia que Kevin Alaba não vai esquecer — 7.30
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 0 no marcador, 7.30 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Notas dos jogadores06/11/2034
Um golo de defesa dá a vitória ao Rapid Wien — 7.87
1 para Ignacio Riera, avaliado com 7.87, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ítalo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rapid Wien as despedidas começaram em silêncio.
Phillip Verhounig e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Blau-Weiß Linz vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Emil Møller pré-acordou a mudança para o Rapid Wien, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Terminou 1‑0, e a tarde foi de Phillip Verhounig: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Rapid Wien.
Plantel06/11/2034
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kerem Yalçin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ignacio Riera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rapid Wien as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Nikola Skrobonja acertou condições com o First Vienna para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Phillip Verhounig esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Metade do calendário jogado, 4.º lugar, 18 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Rapid Wien ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Rapid Wien joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathys Plessis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Rapid Wien ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapid Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Rapid Wien a ouviu como outra coisa.
As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Rapid Wien.
Plantel16/10/2034
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kerem Yalçin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Disseram uma coisa a Balagie Darboe e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
1‑1 frente ao AZ, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Rapid Wien já falam dele no passado.
Jogo08/10/2034
Não se vê o fim da espera do Rapid Wien por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Rapid Wien tem de arrancar um resultado de algum lado.
Phillip Verhounig e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Plantel09/10/2034
Kerem Yalçin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.