101 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O KV Mechelen perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não há pior forma de perder um futebolista. Raphael van Geelkerken pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Fodé Sylla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/05/2034
Palavras no treino do KV Mechelen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bill Antonio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel29/05/2034
Demasiada mudança demasiado depressa no KV Mechelen
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Fodé Sylla está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Adnane Abid apontou a data.
115 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O KV Mechelen perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Fodé Sylla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bill Antonio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Diego Bri está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Antoine Sekongo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no KV Mechelen, mais uma semana sem a assinatura de Marcus Ifill.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arno Valkenaers, e o treinador deixou.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no KV Mechelen admitiria. Nota-se aos sábados.
129 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O KV Mechelen perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do KV Mechelen, e não vai ser retirado.
Fodé Sylla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Arno Valkenaers acabou de assinar pelo KV Mechelen e, por uma vez, a resposta importava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sem Scheperman, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Fodé Sylla está nela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do KV Mechelen, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jesper Gregersen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no KV Mechelen as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bill Antonio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel17/04/2034
Stan Sieuw consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Stan Sieuw acabou de assinar pelo KV Mechelen e, por uma vez, a resposta importava.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no KV Mechelen sabem-no.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Giovanni Bonfanti treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no KV Mechelen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/04/2034
Bill Antonio desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Gottfrid Rapp subiu nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que KV Mechelen podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No KV Mechelen ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jesper Gregersen acertou condições com o Charleroi para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Fodé Sylla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel20/03/2034
Palavras no treino do KV Mechelen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. So Kawahara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sem Scheperman, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Diego Bri está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tobe Leysen assinar alguma coisa — um contrato no KV Mechelen ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.09 para o resto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No KV Mechelen ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no KV Mechelen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e So Kawahara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Manuel Bravo lesiona os ligamentos do joelho — 96 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 96 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do KV Mechelen, e não vai ser retirado.
O aperto de mão com o KAA Gent está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Mike Eerdhuijzen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian De Keersmaecker estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Darwin Torres quer futebol continental; se o KV Mechelen o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Brian De Keersmaecker está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Excelsior podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Den Bosch à espera com uma camisola. No Excelsior ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Excelsior ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Excelsior coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Excelsior perguntou e o PSV disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Simon Janssen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Excelsior ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel09/08/2032
No Excelsior ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Justin Devenny está em marcha
Verba acordada, salário acordado, e o NAC Breda à espera com uma camisola. No Excelsior ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Excelsior ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Excelsior podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Excelsior fez a parte difícil com o Anderlecht, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Mais um nome na lista: o Den Bosch fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Cédric Nuozzi. A resposta do Excelsior não mudou — para já.
Plantel02/08/2032
Palavras no treino do Excelsior sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noah Naujoks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vitesse fica com o seu homem, e o Excelsior volta a uma lista com um nome riscado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Excelsior ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Excelsior falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Excelsior já se começa a dizer o nome dele no passado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Noah Naujoks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Excelsior perguntou e o Feyenoord disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Excelsior lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thijmen Romers, e o treinador deixou.
Johannes Handl e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente deixou de fingir: o NAC Breda vai fazer a chamada por Guillermo Súnico esta semana. O Excelsior tem um número em mente, e o número não é tímido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Boris Dimitrov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel19/07/2032
Palavras no treino do Excelsior sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Simon Janssen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Excelsior, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Uma sondagem ao Anderlecht para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
MercadoDen Bosch estão prestes a pegar no telefone
MercadoA conversa sobre Yacqub Finey não desaparece
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Excelsior falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Franco Delgado será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Excelsior as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Noah Naujoks estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Excelsior perguntou e o Feyenoord disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Hernán Perrone quer futebol continental; se o Excelsior o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» James Steffen e o Excelsior acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Excelsior foi explícito quanto à situação de Malte Ljungkull, o que é mais do que muitos recebem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Excelsior falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Excelsior já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jesper Gregersen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Excelsior as despedidas começaram em silêncio.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Gael Camarena não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O negócio com o AZ está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Plantel05/07/2032
Palavras no treino do Excelsior sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noah Naujoks está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Almere City vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Djenahro Nunumete pré-acordou a mudança para o Excelsior, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
O Excelsior perguntou e o Utrecht disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Excelsior
Alvos de mercadoUm empréstimo de Ruben Kluivert está em marcha