4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Khimik ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel01/10/2029
Daniil Knyazev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Avaliado com 7.42. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Khimik
Kirill Myrzakov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não pode pagar-se um valor por ninguém, precise o plantel do que precisar. Todos os rumores sobre este clube até o embargo ser levantado são rumores sobre um negócio que não se pode fazer.
Dribles concretizados: 43. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oleg Trofimov, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oleg Kozachenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Não há pior forma de perder um futebolista. Luca Martinazzi pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Kirill Myrzakov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lokomotiv Moscow fica com o seu homem, e o Khimik volta a uma lista com um nome riscado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Iago Arévalo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não pode pagar-se um valor por ninguém, precise o plantel do que precisar. Todos os rumores sobre este clube até o embargo ser levantado são rumores sobre um negócio que não se pode fazer.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Khimik sobre quem trabalha
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Khimik, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Daniil Zuev continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Kirill Myrzakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Plantel30/07/2029
Daniil Knyazev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Acima do limite que o banco impôs, que é a linha entre um clube financiado e um clube em apuros. $5.6M é agora o número com que todas as conversas sobre este clube vão começar.
Avaliado com 7.32. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Verba acordada, salário acordado, e o Kaluga à espera com uma camisola. No Khimik ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Khimik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kirill Myrzakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Oleg Trofimov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Khimik perguntou e o Irkutsk disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel18/06/2029
Kirill Myrzakov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Khimik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/06/2029
Daniil Knyazev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Khimik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Khimik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Oleg Trofimov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kirill Myrzakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Khimik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Plantel21/05/2029
Nikolai Maksimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Oleg Kozachenko está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Oleg Kozachenko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ivan Sutugin. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vyacheslav Zinkov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Khimik as despedidas começaram em silêncio.
Oleg Trofimov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniil Knyazev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco30/04/2029
Ivan Sutugin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Khimik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Khimik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Khimik pode pedir e sobe o salário que Vyacheslav Zinkov pode exigir.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Kirill Myrzakov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não pode pagar-se um valor por ninguém, precise o plantel do que precisar. Todos os rumores sobre este clube até o embargo ser levantado são rumores sobre um negócio que não se pode fazer.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ivan Sutugin. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Khimik pode pedir e sobe o salário que Daniil Oganichev pode exigir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vyacheslav Zinkov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Khimik as despedidas começaram em silêncio.
Andrey Savinov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kirill Myrzakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco02/04/2029
Ivan Sutugin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Khimik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kirill Myrzakov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Hunan Gyurjinyan agiu, no Khimik, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Khimik está a esgotar-se.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vyacheslav Zinkov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Khimik as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Vyacheslav Zinkov acertou condições com o Sochi para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Andrey Savinov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O buraco nas contas voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm o direito de agradecer e de perguntar o que acontece no mês em que não for, e os dois sentimentos chegam juntos.
Plantel05/03/2029
Kirill Myrzakov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Verba acordada, salário acordado, e o Chernomorets à espera com uma camisola. No Khimik ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Roman Raifegerste esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco05/02/2029
Ivan Sutugin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Khimik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ivan Sutugin assinar alguma coisa — um contrato no Khimik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Jogo enquanto o corpo deixar e paro no dia em que não deixar.” Tem 35 anos e 338 jogos atrás de si, e o clube tem de planear para uma decisão que ainda não está tomada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sergey Konakov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Khimik as despedidas começaram em silêncio.
Kirill Myrzakov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ivan Sutugin está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ivan Sutugin assinar alguma coisa — um contrato no Khimik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Oleg Trofimov ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 94. Oleg Trofimov encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Orenburg 2 passou do ponto ao nada num só movimento.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Khimik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Roman Raifegerste esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/12/2028
Kirill Myrzakov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Oleg Trofimov. 2‑1 sobre o Orenburg 2, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kirill Myrzakov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Kirill Myrzakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexey Dolya, e o treinador deixou.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco27/11/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Lev Gubin escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Nosta? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Daniil Zuev não desaparece
Andrey Savinov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kirill Myrzakov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O treinador tem uma lista e a direção pôs-lhe uma condição. Não é uma crise — metade do futebol funciona assim — mas decide qual dos dois leva a sua avante em agosto.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kirill Myrzakov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
7.71, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sergey Konakov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Khimik as despedidas começaram em silêncio.
Kirill Gordeev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kirill Myrzakov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roman Raifegerste, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Nikita Nikiforov no seu melhor
1 para Daniil Knyazev, avaliado com 7.75, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kirill Myrzakov, e o treinador deixou.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Chelyabinsk 2 marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Alexey Dolya.
Roman Raifegerste e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kirill Myrzakov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Ninguém no Khimik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Lev Gubin depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
0‑3 para o Amkar, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Roman Raifegerste e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kirill Myrzakov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Roman Raifegerste esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Martinazzi, e o treinador deixou.
O treinador tem uma lista e a direção pôs-lhe uma condição. Não é uma crise — metade do futebol funciona assim — mas decide qual dos dois leva a sua avante em agosto.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Sochi segue em frente e o Khimik vai para casa, com um 1‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kirill Myrzakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
38 dias de fora para Alexey Dolya depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Khimik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Posição 3, 19 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Andrey Savinov marcou, foi avaliado com 7.75 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Andrey Savinov. 3‑2 sobre o Orenburg 2, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
45 dias de fora para Alexey Dolya depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Khimik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Khimik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kirill Gordeev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/09/2028
Kirill Myrzakov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrey Savinov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco18/09/2028
Daniil Knyazev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Khimik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Khimik
52 dias de fora para Alexey Dolya depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Khimik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Khimik, e não vai ser retirado.
Roman Raifegerste e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/09/2028
Kirill Myrzakov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Nikita Nikiforov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 59 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Khimik, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O banco04/09/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Lev Gubin a uma sala que já as tinha ouvido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Roman Raifegerste esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kirill Myrzakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Oleg Kozachenko agarrou este contra o Rodina M. 3‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Khimik.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Khimik, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores21/08/2028
Vitaliy Karimov, 16 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.05
Um 8.05 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 16. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
7.63, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sergey Konakov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Khimik as despedidas começaram em silêncio.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Kirill Myrzakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Khimik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nikita Nikiforov. 1‑0 sobre o Amkar, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 86, e o Uralets-TS passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.88 para o resto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Khimik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Roman Raifegerste e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/07/2028
Alexey Dolya melhorou aos 26, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Dribles concretizados: 36. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Roman Raifegerste e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 28 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.
Direção17/07/2028
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Khimik
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kirill Myrzakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Rostislav Rodionov passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Radomir Dmitriev é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Gleb Suvorov passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Khimik, e não vai ser retirado.
Andrey Savinov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kirill Myrzakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Direção26/06/2028
Em Khimik não entra ninguém enquanto não sair alguém
O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Khimik neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Khimik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Khimik. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Alexey Dolya
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Khimik, e não vai ser retirado.
Roman Raifegerste e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/05/2028
Kirill Myrzakov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador tem uma lista e a direção pôs-lhe uma condição. Não é uma crise — metade do futebol funciona assim — mas decide qual dos dois leva a sua avante em agosto.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alexey Dolya treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Khimik lida com um homem que quer outro país.
Direção01/05/2028
Em Khimik não entra ninguém enquanto não sair alguém
O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Khimik neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.
O banco01/05/2028
Daniil Knyazev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Khimik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nikolai Maksimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Nikita Sevostjanov foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Khimik, e não vai ser retirado.
Roman Raifegerste e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikita Sevostjanov, e o treinador deixou.
Direção03/04/2028
Em Khimik não entra ninguém enquanto não sair alguém
O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Khimik neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Daniil Knyazev está nela.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Emanuele Battista foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Verba acordada, salário acordado, e o Strogino à espera com uma camisola. No Khimik ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Roman Raifegerste esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alexey Dolya treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ivan Sutugin assinar alguma coisa — um contrato no Khimik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrey Savinov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ivan Sutugin assinar alguma coisa — um contrato no Khimik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
7.64, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Kirill Myrzakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Orenburg 2 marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Khimik, e não vai ser retirado.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Oleg Trofimov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dmitry Veber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Khimik, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Khimik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Khimik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Khimik vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Roman Raifegerste e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Roman Raifegerste e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nikita Abramushkin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.