A série sem derrotas chega aos 14 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alejandro Catena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção21/08/2028
4 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Zaragoza
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
A formação existe exatamente para esta manhã. Lucas Montero passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Jan Gómez passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
$22.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Gijón pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Verba acordada, salário acordado, e o CE Europa à espera com uma camisola. No Villarreal ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Zaragoza pagou $2.1M e o Villarreal aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Ronald Araujo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Renato Veiga quer futebol continental; se o Villarreal o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel19/06/2028
Tajon Buchanan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Villarreal perguntou e o Real Madrid disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Zaragoza e o Alavés acertaram em $7.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Zaragoza estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
As bancadas12/06/2028
Os adeptos revoltam-se com a venda de Ilias Akhomach por $34.0M
Vai para o Real Madrid, o clube tem $34.0M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
O Zaragoza foi ao Villarreal com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Villarreal fica com o seu homem, e o Zaragoza volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Athletic Bilbao fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A proposta do Sparta Prague por Alassane Diatta foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Lautaro Spatz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hugo López estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Hugo López assinar alguma coisa — um contrato no Villarreal B ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Cheikh Thiam fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Villarreal B podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Villarreal B lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hugo López estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Villarreal B foi explícito quanto à situação de Yakiv Kinareikin, o que é mais do que muitos recebem.
Facundo Viveros esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alassane Diatta, e o treinador deixou.
0‑1 para o Algeciras, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel15/05/2028
Joselillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Villarreal B vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Hugo López assinar alguma coisa — um contrato no Villarreal B ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Hugo López e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Joselillo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Villarreal B ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joselillo, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Villarreal B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Mahamoud Barry
MercadoA história de Hugo López recusa-se a morrer
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Villarreal B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo18/03/2028
Não se vê o fim da espera do Villarreal B por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Villarreal B tem de arrancar um resultado de algum lado.
Facundo Viveros esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Teruel levou os pontos após um 2‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel20/03/2028
Palavras no treino do Villarreal B sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hugo López está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Pablo Pascual.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pablo Arenzana, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Villarreal B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Villarreal B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Pablo Arenzana não precisou: 8.13, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villarreal B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/02/2028
Hugo López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O Tarazona segurou a vantagem 1 minutos, que não chega para a desfrutar. O Villarreal B respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alassane Diatta treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Villarreal B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villarreal B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel14/02/2028
Joselillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Villarreal B ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Villarreal B vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Em resumo
Notas dos jogadoresMahamoud Barry passa por eles um de cada vez
Não se vê o fim da espera do Villarreal B por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Villarreal B tem de arrancar um resultado de algum lado.
O mais difícil de ter 16 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Àlex Torres não precisou: 7.83, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Facundo Viveros esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Villarreal B e do Juventud Torremolinos por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Villarreal B sobre quem trabalha
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Villarreal podem fingir não ter ouvido.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
$1.3M em cima da mesa do Atlético Madrid. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Plantel17/01/2028
Baba Diocou consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Baba Diocou acabou de assinar pelo Villarreal e, por uma vez, a resposta importava.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Zaragoza perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zaragoza, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Zaragoza a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zaragoza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$31.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Alavés pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fran Gil será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Villarreal B as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hugo López estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Metade do calendário jogado, 17.º lugar, 13 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Lautaro Spatz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/12/2027
Hugo López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Villarreal B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Cheikh Thiam assinar alguma coisa — um contrato no Villarreal B ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Hugo López esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel06/12/2027
Palavras no treino do Villarreal B sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joselillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 20 anos do Villarreal B que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Mahamoud Barry sai dessa comparação dentro da equipa, e o Villarreal B beneficiou de cada uma dessas tardes.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Albacete defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Villarreal B sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Hugo López não precisou: 8.08, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Villarreal B lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel29/11/2027
Palavras no treino do Villarreal B sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hugo López está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Aos 20 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
A série chega a 10 e as perguntas em torno do Villarreal B já não são delicadas.
Plantel22/11/2027
Hugo López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lautaro Spatz, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Cheikh Thiam assinar alguma coisa — um contrato no Villarreal B ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Villarreal B não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Hugo López não precisou: 7.90, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pablo Arenzana será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Villarreal B as despedidas começaram em silêncio.
Facundo Viveros e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hugo López estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villarreal B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hugo López estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 6.99, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Villarreal B vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.65 para o resto.
Lautaro Spatz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Joselillo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Sabadell marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Fran Gil. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hugo López estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Villarreal B sabem-no.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hugo López treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Villarreal B não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Cheikh Thiam não desaparece
Não se vê o fim da espera do Villarreal B por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Villarreal B tem de arrancar um resultado de algum lado.
Dribles concretizados: 19. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel04/10/2027
Palavras no treino do Villarreal B sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joselillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Fran Gil sai dessa comparação dentro da equipa, e o Villarreal B beneficiou de cada uma dessas tardes.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Hugo López. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoHugo López descontente com a função que lhe dão
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villarreal B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/09/2027
Hugo López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Villarreal B sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Iker Punzano, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alassane Diatta treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Fran Gil. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
0‑3 frente ao Juventud Torremolinos, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Facundo Viveros e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do Villarreal B sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hugo López está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alassane Diatta treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Villarreal B sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Lautaro Spatz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Joselillo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Villarreal B vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Villarreal B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Cheikh Thiam não desaparece
Facundo Viveros esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hugo López estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cheikh Thiam, e o treinador deixou.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Villarreal B não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Fran Gil. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villarreal B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/08/2027
Joselillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Palavras no treino do Villarreal B sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hugo López está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villarreal B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Villarreal B essa pergunta é mais difícil de responder.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Cheikh Thiam não desaparece
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hugo López estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Eneko Ortiz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Villarreal B sabem-no.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Hugo López. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
PlantelCheikh Thiam já sabe quanto ganha o do lado
Uma média de 7.02 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Villarreal B sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Facundo Viveros e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Villarreal B
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Daniel Budesca e o Villarreal B acertam mais 5 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villarreal B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/07/2027
Palavras no treino do Villarreal B sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joselillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cheikh Thiam, e o treinador deixou.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Villarreal B vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Uma média de 7.02 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Villarreal B têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Nathan-Dylan Saliba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/06/2027
Joselillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Carlos Macià treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Cheikh Thiam não desaparece
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 94. O Algeciras vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
16.º lugar com 38 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Notas dos jogadores17/05/2027
Joselillo, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.97
Um 7.97 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não se vê o fim da espera do Villarreal B por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Villarreal B tem de arrancar um resultado de algum lado.
Nathan-Dylan Saliba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Villarreal B terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Segue-se o Algeciras, e há um homem no balneário do Villarreal B que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Villarreal B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Daniel Budesca assinar alguma coisa — um contrato no Villarreal B ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Villarreal B não tem uma boa resposta.
Em resumo
PlantelCheikh Thiam passou a ter companhia no lugar
Não se vê o fim da espera do Villarreal B por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Villarreal B tem de arrancar um resultado de algum lado.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Villarreal B sabe dizer em que semana.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Álex Quevedo: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Villarreal B a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nathan-Dylan Saliba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Eneko Ortiz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Villarreal B ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nathan-Dylan Saliba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Villarreal B lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villarreal B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Facundo Viveros, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresArnau Forés passa por eles um de cada vez
PlantelUm jovem do Villarreal B leva o prémio de melhor sub-21
MercadoA conversa sobre Cheikh Thiam não desaparece
Verba acordada, salário acordado, e o Hércules à espera com uma camisola. No Villarreal B ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nathan-Dylan Saliba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Estava na sua mão fechar e não fechou. Um caminho longo de volta ao meio-campo, e uma semana bem mais longa.
O banco25/01/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Raúl Fuentes, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Alcorcón.
Aos 18 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
Em resumo
Notas dos jogadoresCheikh Thiam encarou-os todo o jogo
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villarreal B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 88. O Marbella tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
A série chega a 10 e as perguntas em torno do Villarreal B já não são delicadas.
Notas dos jogadores07/12/2026
Cheikh Thiam, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.33
Um 8.33 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Dribles concretizados: 21. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Villarreal B sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nathan-Dylan Saliba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Nathan-Dylan Saliba tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Eneko Ortiz e o Villarreal B acertam mais 4 anos.
Aos 20 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Villarreal B vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
Eneko Ortiz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.