Fecha o mercado: 16 entradas, 1 saídas no Renaissance
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 16, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Zakaria Ajoughlal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Faz o seu trabalho e não se está a instalar. O Renaissance devia ser um passo em frente nas contas dele, e as contas dele foram revistas desde que chegou.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Gazelle ninguém diz, e no Renaissance ninguém gosta de estar a adivinhar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel17/08/2026
Youssef Dalouzi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Renaissance vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
115 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foullah Edifice perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O AS Etat Major tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o AS Etat Major fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Foullah Edifice foi ao CotonTchad com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Foullah Edifice perguntou e o Stars Jeunes Talents disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Oumar Souleymane está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Mahamat Mahamat está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foullah Edifice coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Constant Matoingue esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.