Dylan Chigharoe

Volante - Szentlőrinc
30 Set 2028
Sábado
Processo

Marcado para Dylan Chigharoe

65 Edição

A Gazeta de Szentlőrinc

25/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Olivér Dinnyés fora por 15 dias

15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Szentlőrinc perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

37 dias de fora para Adam Sallai depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Szentlőrinc vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

O banco

Dylan Chigharoe diz que o Szentlőrinc não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Szentlőrinc

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Noel Keresztes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Márton Gyurján em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Szentlőrinc coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Márton Gyurján um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Meio satisfeito: Dominik Fiola sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

O banco

Márton Gyurján fica de fora após uma má fase

A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.

Mercado

Dylan Chigharoe avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Dylan Chigharoe foi informado de que não entra nos planos do treinador do Szentlőrinc.

Em resumo

Edições anteriores
58 Edição

A Gazeta de Szentlőrinc

06/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Olivér Dinnyés lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Dylan Chigharoe pede para sair do Szentlőrinc

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Direção

O prazo passa com 20 contratações e 14 saídas

Está feito o negócio no Szentlőrinc até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Alvos de mercado

Tamás Fadgyas vai a exames médicos no Szentlőrinc

Tudo acordado com o outro clube, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Plantel

Um desentendimento no Szentlőrinc

Noel Keresztes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

Szentlőrinc a fazer contas

As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Szentlőrinc.

Alvos de mercado

Porta fechada: Jibril Othman fica onde está

O Szentlőrinc perguntou e o Botosani disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Szentlőrinc

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e István Harsányi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Direção

Os salários engolem 100% das receitas do Szentlőrinc

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

Em resumo

28 Edição

A Gazeta de Szentlőrinc

08/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Notas dos jogadores

Marino Žeravica, 20 anos, rouba o espetáculo — 9.63

Nota 9.63 aos 20 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.

Plantel

Um dia que Marino Žeravica não vai esquecer

3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.

Plantel

Um desentendimento no Szentlőrinc

Zalán Vancsa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Szentlőrinc e do Vasas por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Jogo

Marino Žeravica leva o Szentlőrinc a superar o Vasas

Terminou 4‑2, e a tarde foi de Marino Žeravica: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Szentlőrinc.

Plantel

Uma transferência que Zep Boerboom teria feito de graça

Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Zep Boerboom está a viver essa versão no Szentlőrinc, e costuma notar-se no primeiro mês.

Plantel

Luka Radulović desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

O Szentlőrinc sofre golos todas as semanas

Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 4 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Marino Žeravica

Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Em resumo