Alexander Murillo, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.63
Um 7.63 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A proposta do Ceahlăul Piatra Neamț por Timo Kulterer foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Anrie Chase e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel31/01/2028
Sota Kitano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rapid Wien fica com o seu homem, e o Austria Salzburg volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Christian Gebauer tem a sua resposta do Austria Salzburg; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
O bancoA ficha de jogo disse tudo sobre David Korherr
Notas dos jogadoresLeo Rimac encarou-os todo o jogo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Jonas Auer
0‑3 frente ao Red Bull Salzburg, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Austria Salzburg tem de arrancar um resultado de algum lado.
Acabou 0-3. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sota Kitano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Simon Pirkl, e o treinador deixou.
Notas dos jogadores10/01/2028
Sota Kitano fez o trabalho que ninguém conta — 6.75
11 ações combinadas e 6.75. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Austria Salzburg, e não vai ser retirado.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Austria Salzburg tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Austria Salzburg perguntou e o Rapid Wien disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Korherr, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arbnor Prenqi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
DireçãoOs salários engolem 122% das receitas do Austria Salzburg
Notas dos jogadoresO jogo passou por Sota Kitano — 6.72
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Austria Salzburg, e não vai ser retirado.
Fabian Schillinger e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lukas Graf estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dejan Radonjić, e o treinador deixou.
O banco20/12/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 2‑3, ditas por Heinz Posch a uma sala que já as tinha ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lukas Graf estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mathew Collins esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Fabian Schillinger sai dessa comparação dentro da equipa, e o Austria Salzburg beneficiou de cada uma dessas tardes.
O banco06/12/2027
Anrie Chase tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Austria Salzburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 10 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Plantel29/11/2027
Sota Kitano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 16. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco29/11/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Heinz Posch a uma sala que já as tinha ouvido.
Alexander Hillebrand esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Alexander Hillebrand: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
O First Vienna está fora e o Austria Salzburg segue em frente, com um 0‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Austria Salzburg pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Fabian Schillinger e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sota Kitano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel18/10/2027
Sota Kitano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Omar Sowunmi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo16/10/2027
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Austria Salzburg. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco18/10/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Heinz Posch foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Omar Sowunmi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Austria Salzburg as despedidas começaram em silêncio.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Austria Salzburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sota Kitano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dois golos e um 8.16 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Plantel20/09/2027
Leo Rimac consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Leo Rimac acabou de assinar pelo Austria Salzburg e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Austria Salzburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Austria Salzburg e o FAC Wien, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sota Kitano. 4‑2 sobre o FAC Wien, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sota Kitano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Notas dos jogadores20/09/2027
Florian Rieder jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.37. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de David Korherr no seu melhor
15 entradas e 19 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Anrie Chase esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sota Kitano estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Omar Sowunmi tem a sua resposta do Austria Salzburg; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Austria Salzburg, mais uma semana sem a assinatura de Simon Pirkl.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Fabian Schillinger sai dessa comparação dentro da equipa, e o Austria Salzburg beneficiou de cada uma dessas tardes.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de David Korherr: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Austria Salzburg a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
O Altach pagou $540.0K e o Austria Salzburg aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Plantel19/07/2027
Sota Kitano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Omar Sowunmi, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Austria Salzburg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Austria Salzburg não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Austria Salzburg pode pedir e sobe o salário que Omar Sowunmi pode exigir.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Austria Salzburg fez a parte difícil com o LASK, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Austria Salzburg podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vojvodina fica com o seu homem, e o Austria Salzburg volta a uma lista com um nome riscado.
Omar Sowunmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lukas Graf estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Omar Sowunmi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Austria Salzburg as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Austria Salzburg, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no LASK ninguém diz, e no Austria Salzburg ninguém gosta de estar a adivinhar.
O negócio com o LASK está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Plantel05/07/2027
Sota Kitano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arbnor Prenqi, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Austria Salzburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Austria Salzburg já telefonou ao Vojvodina. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Elias Lorenz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lukas Graf está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Austria Salzburg, mais uma semana sem a assinatura de David Korherr.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edin Omerović, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gerrit Gohlke treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Omar Sowunmi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/04/2027
Lukas Graf desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Austria Salzburg perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Christian Gebauer e o Austria Salzburg acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zidan Sertdemir estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mathew Collins e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco08/03/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Heinz Posch não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Austria Salzburg também ninguém o escondia.
60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Austria Salzburg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Elias Lorenz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/02/2027
Zidan Sertdemir desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zulte Waregem fica com o seu homem, e o Austria Salzburg volta a uma lista com um nome riscado.
75 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Austria Salzburg perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Austria Salzburg, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Altach fica com o seu homem, e o Austria Salzburg volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Austria Salzburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Elias Lorenz, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Heinz Posch depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
Notas dos jogadoresSamba Konaté encarou-os todo o jogo
Marinko Sorda lesiona os ligamentos do joelho — 100 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 100 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Lukas Graf esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Korherr, e o treinador deixou.
O banco28/12/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Heinz Posch a uma sala que já as tinha ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Austria Salzburg pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Austria Salzburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 86. O Admira Wacker tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
13 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 88, e o Hertha Wels passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Lukas Graf esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Nico Schiedermeier tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Austria Salzburg terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Austria Salzburg tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel21/09/2026
Zidan Sertdemir desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Denizcan Cosgun esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Heinz Posch saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Em resumo
O bancoTiago Estêvão pede uma conversa com o treinador
O Austria Salzburg perguntou e o Leiria disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel31/08/2026
Lukas Graf desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Timo Kulterer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O Austria Salzburg já telefonou ao RB Leipzig. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O banco31/08/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Heinz Posch não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Austria Salzburg também ninguém o escondia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Paul Lipczinski, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Austria Salzburg podem fingir não ter ouvido.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Austria Salzburg tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Austria Salzburg ofereceu $38.0K; o Austria Lustenau disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Lukas Graf e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco24/08/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Heinz Posch saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Tiago Estêvão está em marcha
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Guido Lienhart está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Konrad Fuchs é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Markus Kalajdzic é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Maximilian Schlager está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Plantel10/08/2026
Lukas Graf desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Timo Kulterer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
PlantelNão há lugar para Lukas Graf no desenho novo