Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Davide Bartesaghi marcou, foi avaliado com 7.79 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sassuolo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jay Idzes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Hellas Verona obrigou o Sassuolo a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑1 e a tabela não pergunta como.
Plantel11/11/2030
Palavras no treino do Sassuolo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Edoardo Pieragnolo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as carreiras longas chegam à semana em que se pensa na última. Ele gostava que fosse onde começou, e o Sassuolo sabe agora que esse pensamento chegou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sassuolo, e 5 jogos em 21 dizem que merece ser ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o AlbinoLeffe à espera com uma camisola. No Sassuolo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Cesena por Edoardo Pieragnolo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jay Idzes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel15/07/2030
Palavras no treino do Sassuolo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luca Lipani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Napoli fica com o seu homem, e o Sassuolo volta a uma lista com um nome riscado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sassuolo, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
O passado entrou à frente dele. Os jogadores que estiveram onde ele esteve são ouvidos num balneário antes de o merecerem, e ele será ouvido enquanto a forma durar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Inter falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O negócio mais incómodo que um clube faz é contratar a resposta de amanhã enquanto a de hoje ainda está no edifício. Giuseppe Ambrosino vem do Napoli exatamente para isso, e da passagem de testemunho ninguém falará em público.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Giuseppe Ambrosino está a viver essa versão no Inter, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Inter ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Richard Gomez está nela.
Em resumo
DireçãoO Inter arrecada $833.3K de um negócio antigo
MercadoA história de Richard Gomez recusa-se a morrer
Os adeptos organizam-se contra a direção do Sassuolo
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sassuolo já se começa a dizer o nome dele no passado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Sassuolo fez a parte difícil com o Napoli, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O telefone voltou a tocar por causa de Ignacio Alegre, e desta vez do outro lado está o Pro Vercelli. No Sassuolo ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel24/06/2030
Luca Lipani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Sassuolo perguntou e o Inter disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelNo Sassuolo ainda são estranhos uns para os outros
O Fiorentina aceitou o dinheiro. O que o Inter ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Inter foi ao Cagliari com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Inter pagou $21.9M por Koni De Winter, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Inter já se começa a dizer o nome dele no passado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Koni De Winter agiu, no Inter, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Inter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 10 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Edon Zhegrova estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Inter vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Arthur Atta e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/05/2030
Carlos Augusto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco27/05/2030
Carlos Augusto tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Inter dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
4.º lugar, 74 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Inter. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Josep Martínez mede-se pelo que não acontece
O Hellas Verona não queria vender e o número é a razão por que o fez. $75.4M por Loïs Openda, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O Manchester City pagou $80.7M e o Inter aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Napoli pagou $39.9M e o Inter aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Loïs Openda agiu, no Inter, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bologna fica com o seu homem, e o Inter volta a uma lista com um nome riscado.
Conor Bradley foi-se, as contas têm $80.7M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Inter vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Inter marcou aos 92, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Kevin De Bruyne está a viver essa versão no Inter, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Inter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Augusto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresRichard Gomez jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Manchester City fica com o seu homem, e o Inter volta a uma lista com um nome riscado.
A perseguição a Lorenzo Colombo terminou com $31.2M a mudar de mãos e o Cesena sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Inter já se começa a dizer o nome dele no passado.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Rabby Nzingoula não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Lorenzo Colombo está a viver essa versão no Inter, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Inter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A forma vai e vem; esta não foi. Davide Bartesaghi tem 23 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel16/07/2029
Carlos Augusto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
O bancoLisandro Martínez tornou-se um homem de confiança do treinador
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Napoli fica com o seu homem, e o Inter volta a uma lista com um nome riscado.
O Inter e o Milton Keynes Dons acertaram em $17.9M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta do Atlético Madrid por Boubacar Kamara foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hakan Çalhanoğlu e o Inter acertam mais 2 anos.