Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jonathan Do Marcolino será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Avispa Fukuoka as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jonathan Do Marcolino acertou condições com o Yokohama F. Marinos para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Avispa Fukuoka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/03/2033
Palavras no treino do Avispa Fukuoka sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daiki Matsuoka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kazuki Fujimoto, e o treinador deixou.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Omiya Ardija foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
24 dias de fora para Tatsuya Tabira depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yokohama F. Marinos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yudai Kimura será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Yokohama F. Marinos as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yota Komi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco21/03/2033
Yotaro Nakajima reencontra um treinador com quem se desentendeu
Já trabalharam juntos e não acabou bem. Ninguém no Yokohama F. Marinos espera que o novo treinador tenha esquecido, e Yotaro Nakajima menos ainda.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Jonathan Do Marcolino acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Yokohama F. Marinos substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O relógio fez o que o Avispa Fukuoka não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Avispa Fukuoka pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo12/03/2033
Não se vê o fim da espera do Avispa Fukuoka por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Avispa Fukuoka tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Avispa Fukuoka ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kazuki Fujita e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/03/2033
Daiki Matsuoka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel14/03/2033
7 caras novas e o Avispa Fukuoka ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Um 0‑3 imposto pelo FC Tokyo é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
Mercado07/03/2033
Tão perto: a transferência de Yuki Kobayashi morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Yokohama F. Marinos seguiu em frente, Yuki Kobayashi apresenta-se de volta no Avispa Fukuoka, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Avispa Fukuoka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Avispa Fukuoka sabe dizer em que semana.
Plantel07/03/2033
Tomoya Miki desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Sanfrecce Hiroshima queria mais do que $46.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Avispa Fukuoka ficou sem tempo com o Kawasaki Frontale. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 71 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Avispa Fukuoka, e não vai ser retirado.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $315.0K — um clube que quer Eytan Havugimana ao ponto de perguntar duas vezes.
A camisola ainda lhe serve. Ryusei Sato está de volta ao Avispa Fukuoka, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Avispa Fukuoka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Avispa Fukuoka lida com um homem que quer outro país.
O Avispa Fukuoka foi ao Kawasaki Frontale com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Em resumo
PlantelDaiki Matsuoka desentende-se com um colega por causa das exigências
Direção14 jogadores da formação sobem à equipa principal do Avispa Fukuoka
Alvos de mercadoPorta fechada: Hayate Matsuda fica onde está
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 85 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Avispa Fukuoka, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Kawasaki Frontale, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daiki Matsuoka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Avispa Fukuoka perguntou e o Shonan Bellmare disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jonathan Do Marcolino, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Avispa Fukuoka falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Ventforet Kofu à espera com uma camisola. No Avispa Fukuoka ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Shanghai Shenhua por Daichi Mitoma foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Kazuki Fujita esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/01/2033
Daiki Matsuoka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Daiki Matsuoka assinar alguma coisa — um contrato no Avispa Fukuoka ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ko Osako
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Avispa Fukuoka falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kanya Fujimoto e o Avispa Fukuoka acertam mais 2 anos.
Daiki Matsuoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente no Avispa Fukuoka viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 34 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Daiki Matsuoka assinar alguma coisa — um contrato no Avispa Fukuoka ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jonathan Do Marcolino apontou a data.
Em resumo
O bancoDaichi Mitoma pede uma conversa com o treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Avispa Fukuoka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/12/2032
Palavras no treino do Avispa Fukuoka sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daiki Matsuoka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente no Avispa Fukuoka viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 33 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Avispa Fukuoka disse a David Dailoski que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Kazuki Fujita e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daiki Matsuoka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Avispa Fukuoka sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Daiki Matsuoka está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kazuki Fujita assinar alguma coisa — um contrato no Avispa Fukuoka ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Avispa Fukuoka, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Avispa Fukuoka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/12/2032
Tomoya Miki desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Avispa Fukuoka, mais uma semana sem a assinatura de Yuki Kobayashi.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Tomoya Miki. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jonathan Do Marcolino treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Avispa Fukuoka não tem uma boa resposta.
Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Avispa Fukuoka pode pedir e sobe o salário que Yuki Kobayashi pode exigir.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Avispa Fukuoka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daiki Matsuoka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Avispa Fukuoka ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel25/10/2032
No Avispa Fukuoka ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco25/10/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Sho Inoue saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Daiki Matsuoka está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Denis Parkinson, e o treinador deixou.
19 dias de fora para Yosuke Inoue depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Avispa Fukuoka vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel04/10/2032
Uma transferência que Riku Morioka teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Riku Morioka está a viver essa versão no Avispa Fukuoka, e costuma notar-se no primeiro mês.
Kazuki Fujita e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daiki Matsuoka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yu Hashimoto está nela.
26 dias de fora para Yosuke Inoue depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Avispa Fukuoka vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Avispa Fukuoka coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/09/2032
Daiki Matsuoka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco27/09/2032
Daiki Matsuoka tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Avispa Fukuoka dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco27/09/2032
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Sho Inoue não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Avispa Fukuoka também ninguém o escondia.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Kashiwa Reysol defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Yosuke Osako treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yokohama F. Marinos, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Yokohama F. Marinos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Hayao Kawabe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yota Komi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Yokohama F. Marinos foi explícito quanto à situação de Tojiro Kubo, o que é mais do que muitos recebem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Yokohama F. Marinos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ren Kato esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Yokohama F. Marinos ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Itay Ehud e o Yokohama F. Marinos acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Yokohama F. Marinos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Yokohama F. Marinos vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ryotaro Araki assinar alguma coisa — um contrato no Yokohama F. Marinos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
É o negócio menos glamoroso que um clube faz e a razão por que as épocas não desabam em fevereiro. Yevgen Morozov está cá para as semanas em que há três lesionados e alguém tem de jogar na mesma.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Hayao Kawabe e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/12/2031
Yota Komi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yota Komi assinar alguma coisa — um contrato no Yokohama F. Marinos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Yokohama F. Marinos ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jake Girdwood-Reich será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Yokohama F. Marinos as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Ryosuke Kojima: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ren Kato. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Yokohama F. Marinos ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 40 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Yokohama F. Marinos pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Yokohama F. Marinos podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yota Komi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 37 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Tojiro Kubo sai dessa comparação dentro da equipa, e o Yokohama F. Marinos beneficiou de cada uma dessas tardes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Clau Mendes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Yokohama F. Marinos as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Yokohama F. Marinos lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Omiya Ardija foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Shion Homma no seu melhor
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Yokohama F. Marinos podem fingir não ter ouvido.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Yokohama F. Marinos a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ren Kato e o Yokohama F. Marinos acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yota Komi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ryotaro Araki lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Shonan Bellmare à espera com uma camisola. No Yokohama F. Marinos ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yokohama F. Marinos, e não vai ser retirado.
Hayao Kawabe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Yokohama F. Marinos ofereceu $220.0K; o Kawasaki Frontale disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Ryotaro Araki lesiona os ligamentos do joelho — 44 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Ventforet Kofu à espera com uma camisola. No Yokohama F. Marinos ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $3.6M porque Gaku Nawata é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
7.69, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
A proposta do Kawasaki Frontale por Jonathan Do Marcolino foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Yokohama F. Marinos nada responderam, o que também é uma resposta.
Jun Ichimori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yota Komi. 1‑0 sobre o Vegalta Sendai, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ayumu Yokoyama estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Yokohama F. Marinos ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Avaliado com 7.78. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Yosuke Osako sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.